República de Curitiba

A humanidade de Janaína e o constrangimento por ter que corrigir uma presidente dissimulada

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A advogada Janaina Paschoal, autora do pedido de impeachment da presidente afastada, Dilma Rousseff, afirmou nesta terça-feira (30) que “sofreu” por pedir o impedimento da primeira presidente mulher do Brasil. Ela falou por cerca de uma hora na tribuna do Senado e chegou a chorar ao final do discurso, quando pediu desculpas à presidente afastada, Dilma Rousseff. “Eu peço desculpas porque eu sei que, muito embora esse não fosse o meu objetivo, eu lhe causei sofrimento. E eu peço que ela [Dilma], um dia, entenda, que eu fiz isso pensando, também, nos netos dela”, disse, emocionada.

A advogada começou o discurso rebatendo a fala de Dilma ao Senado ontem. “Eu sofri mais do que sofreria em outras situações pelo fato da presidente da República ser mulher”, afirmou. “Muito me doeu o fato de constatar ser justamente eu a pessoa a solicitar o afastamento da primeira mulher presidente da República do país.”

Ela disse, ainda, que ninguém pode ser perseguido por ser mulher, mas que “ninguém pode ser protegido por ser mulher”, e que teria feito a mesma coisa se a presidente fosse um homem.

Foi bonito  ver a humanidade de alguém que se constrange em corrigir uma presidente tão descarada e falsa. Falsa pela capacidade de levar um País a bancarrota e ainda ser sonsa o suficiente para fingir ser vítima.

 

 

(Com informações do UOL. Recomendamos a visita na página: http://noticias.uol.com.br/politica/ultimas-noticias/2016/08/30/janaina-rebate-dilma-ninguem-pode-ser-protegido-por-ser-mulher.htm)

 

Em discurso, Dilma prova que está preocupada com a democracia tanto quanto Maduro na Venezuela

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“Viola-se a democracia e pune-se uma inocente. Este é o pano de fundo que marca o julgamento que será realizado pela vontade dos que lançam contra mim pretextos acusatórios infundados”, afirmou a presidente afastada Dilma Roussef, em discurso nessa manhã, dia 29.  Dilma denunciou que considera que sua destituição constituirá “um golpe de Estado”, que dará lugar a “um governo usurpador”.

O que parece, no entanto, é que ela esqueceu alguns pequenos detalhes quando se posiciona dessa maneira. À semelhança do que aconteceu na Venezuela, onde bastou pouco mais de uma década de bolivarianismo  para jogar a população do país na mais completa mendicância, o Brasil vê hoje, como legado da era PT, uma economia em forte recessão e uma enorme taxa de desemprego. Além da inflação acima da meta, câmbio em disparada, juro nas alturas, desconfiança de investidores. Sem contar um Congresso esfacelado por denúncias de corrupção. E mais.

A estratégia de utilizar o BNDES para liberar recursos com juros subsidiados a grandes indústrias não funcionou . Não conseguiu impulsionar investimentos privados e ainda ajudou a inflar a dívida pública. As pedaladas fiscais – argumento jurídico que gerou o pedido de impeachment – ocorreram em parte para disfarçar o grande endividamento causado pela expansão fiscal adotada. Hoje, praticamente todo o empresariado brasileiro, inclusive beneficiados pelo crédito barato oferecido pelo banco público, é crítico ao governo e ao aparente “pouco apreço” da administração do PT com o controle das despesas públicas.

Nada foi mais desastroso, porém, que a atuação no comando da maior petrolífera do país, a Petrobrás. Dragada pelo maior escândalo de corrupção da história do país, a empresa entrou em crise, levando junto centenas de empresas fornecedoras, que tinham a petrolífera como principal cliente. Milhares de empregos afundaram com os investimentos cancelados.

Mas, apesar de tudo isso, Dilma fala que tirá-la do governo é um ato anti-democrático. Não não é.  As consequências de sua péssima gestão estão escancaradas. Chegaríamos ao estágio “venezuelano” caso Dilma permanecesse.

A Venezuela é simplesmente um exemplo ao mundo daquilo que um governo não deve fazer: escassez de alimentos e de remédios, crise hídrica e energética, fome, surto de doenças de terceiro mundo e uma série de medidas bizarras adotadas pelo governo que não apenas não solucionam o problema, como o agravam, transformando o país numa peça folclórica dos trópicos. A revolução bolivariana tornou explícito ao continente, sem escusas, a falibilidade do socialismo. É uma aula viva, à disposição daqueles que querem entender o que evitar para um país alcançar desenvolvimento. Qual a consequência pior ainda disso tudo?

No dia 23 de agosto, o  secretário-geral da Organização dos Estados Americanos (OEA), Luis Almagro, proclamou o “fim da democracia” na Venezuela, cujo governo classificou de “regime”, além de ter chamado a situação que impera no país de “tirania”.

Em carta dirigida ao opositor Leopoldo López, político preso e condenado sem provas o a 14 anos de prisão, Almagro disse que “não há hoje na Venezuela nenhuma liberdade fundamental nem nenhum direito civil ou político”. “Nenhum foro regional, ou sub-regional, pode desconhecer a realidade de que, hoje, na Venezuela, não há democracia nem Estado de Direito”, escreveu Almagro.

Ainda nesta semana, Maduro determinou a exoneração, no prazo de 48 horas, de todos os funcionários públicos em cargos de direção que firmaram o pedido de referendo para revogar seu mandato. Serão entregues listas com “os nomes das pessoas (…) que de forma pública expressaram sua simpatia com a direita venezuelana e participaram do processo de autorização para a ativação do finado referendo revogatório”.

E sabe quando tudo começou? Quando, em sua fome por poder, o falecido Hugo Chávez prometeu redistribuir a riqueza do país para os mais pobres (sempre começa assim).  O pai do “socialismo do século XXI”, ao que tudo indica, desconhecia a máxima econômica de que, para que os recursos possam ser redistribuídos para as massas, eles têm antes de ser produzidos.

Portanto, depois de deixar um país quebrado como se encontra o Brasil hoje e a insistência em seguir os passos da ideologia da esquerda, socialista, chavista, bolivariana, uma coisa está clara: a última coisa que preocupa Dilma é a democracia. Exatamente como Nicolás Maduro.

 

Equipe República de Curitiba

Entenda o descontrole de Lindbergh: ele está mira da Lava Jato

 

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O nome de Lindbergh Farias (PT-RJ)está entre os 28 pedidos de abertura de inquérito enviados pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, ao ministro Teori Zavascki, em março de 2015 e desde então ele vive a expectativa de denúncia e julgamento por sua suposta participação no esquema que roubou a Petrobras, investigado na Operação Lava Jato.

 

Em depoimento sob acordo de delação premiada, o ex-diretor de Abastecimento da Petrobrás Paulo Roberto Costa disse que trabalhou para Lindbergh Farias na eleição ao governo do Rio de Janeiro, m 2014, como arrecadador de recursos de empreiteiras para financiar sua campanha.

 

O ex-diretor da Petrobras revelou aos investigadores da Lava Jato que empreiteiras pagavam propina em troca de contratos com a petroleira. Partidos políticos receberam sua parte no esquema em forma de doações oficiais.

 

Com informações do Diário do Poder. Recomendamos a visita na página: http://www.diariodopoder.com.br

 

 

 

“Há 30 dias, livrei a cara de vocês! Como pode ser tão ingrata?” Renan se espanta com a falsidade de Gleisi

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Durante a sessão de julgamento do processo de impeachment, ontem, dia 26,  o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), fez um desabafo. “A senadora Gleisi chegou ao cúmulo de dizer aqui, para todo o país, que o Senado não tinha moral para julgar a presidente da República. […] Isso não pode acontecer. Como uma senadora pode fazer uma acusação dessas? Exatamente, senhor presidente [Lewandowski], uma senadora que há trinta dias o presidente do Senado Federal conseguiu no Supremo Tribunal Federal  desfazer o seu indiciamento e do seu esposo”, disse, chocado, Renan.

Ele chamou a atenção para o fato de que, no mês passado, ele conseguiu, “no Supremo Tribunal Federal”, desfazer o indiciamento da parlamentar petista e do marido dela, o ex-ministro do Planejamento Paulo Bernardo, pela Operação Custo Brasil, da Polícia Federal (PF). O Senado apresentou uma queixa-crime pedindo a nulidade e a devolução de provas recolhidas no momento em que os policiais federais cumpriram mandados de busca e a preensão no apartamento funcional da senadora petista Gleisi Hoffmann (PT-PR).
Em outras palavras: “Gleisi, há 30 dias, livrei a cara de vocês! Como pode ser tão ingrata?”

Petistas se esforçam para PARECER inteligentes.”Quem tem moral para julgar Dilma?”, questiona Gleisi

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Em um dos momentos mais acalorados do julgamento do impeachment da presidente afastada Dilma Rousseff, nesta quinta-feira, o senador Magno Malta (PR/ES) disparou contra alguns partidos protagonistas no processo que analisa a saída definitiva de Dilma do poder.

— Não sou do PMDB, do PSDB ou do PT. É a lata falando do lixo — disse o parlamentar, que chegou a ser chamado de “mentiroso” pela senadora Gleisi Hoffmann (PT/PR).

Em seguida, Gleisi teve a palavra concedida pelo presidente da sessão, o ministro do STF Ricardo Lewandowski, após Magno ter mencionado que o PT estaria “treinando” Dilma e “preparando um filme” sobre seu depoimento no Senado, que deve ocorrer na próxima segunda-feira.

— É um momento doloroso para todos nós. Quem aqui tem moral para julgar a presidenta Dilma? — questionou Gleisi, despertando a fúria da bancada pró-impeachment.

Um dos mais exaltados com a fala da senadora do PT, Ronaldo Caiado (DEM/GO) se levantou e disparou palavras de ordem contra Gleisi e afirmou que “não é assaltante de aposentado”, em referência a Paulo Bernardo, marido da senadora

(Com informações do jornal Extra. Recomednamos a visita na página. http://extra.globo.com/noticias/brasil/quem-aqui-tem-moral-para-julgar-dilma-diz-gleisi-hoffmann-em-sessao-do-impeachment-19991825.html#ixzz4IR5EDltF)

Moro é condecorado pelo Exército por “serviços relevantes prestados ao país”

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O juiz federal Sérgio Moro, responsável pela Operação Lava Jato na primera instância, foi condecorado pelo Exército nesta quinta-feira (25), em solenidade do dia do soldado realizada no Quartel General, em Brasília.

A medalha do pacificador, recebida por Moro, é dada pelo Exército às pessoas que a instituição entende que prestou serviços relevantes ao país. Durante a entrega da medalha, o juiz disse que é uma honra receber o reconhecimento do Exército.

Na solenidade do dia do soldado, Moro foi atração entre o público e também entre outros homenageados, que cercaram o juiz para tirar fotos e parabenizá-lo pela Lava Jato.

(Com informações do G1. Recomendamos a visita na página: http://g1.globo.com/politica/operacao-lava-jato/noticia/2016/08/juiz-sergio-moro-recebe-medalha-de-condecoracao-do-exercito.html).

Ryan Lochte perde dois patrocinadores após mentira sobre assalto no Rio

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O nadador Ryan Lochte perdeu dois contratos de patrocínio por causa do episódio em que mentiu às autoridades brasileiras sobre um assalto que teria sofrido no Rio de Janeiro. A Speedo, empresa de materiais de natação, e a Ralph Lauren, de artigos de luxo, anunciaram o fim da parceria nesta segunda-feira (22).

A empresa também anunciou que vai doar US$ 50 mil (cerca de R$ 160 mil) do dinheiro que seria destinado a Lochte para a instituição de caridade Save The Children. Segundo o comunicado, o montante será revertido para crianças brasileiras.

Já o fim do vínculo com a Ralph Lauren foi noticiado pela agência Reuters.

Lochte se envolveu em uma das maiores polêmicas da Olimpíada ao afirmar que sofreu um assalto ao lado de outros três nadadores americanos. Segundo a versão inicial do nadador, os quatro foram parados por assaltantes se passando por policiais na rua, em uma “falsa blitz”, enquanto voltavam de táxi para a Vila Olímpica durante a madrugada.

Investigações, porém, mostraram que a história de Lochte era repleta de inconsistências. O nadador posteriormente admitiu que o incidente aconteceu em um posto de gasolina, e que na verdade um segurança apontou uma arma aos nadadores para cobrar dinheiro por danos à porta do banheiro do posto, que foi vandalizada por um dos atletas. Lochte pediu desculpas pelo ocorrido e disse que “exagerou” a história.

Fonte: Uol SP.

 

STF libera inquérito de Gleisi e Paulo Bernardo na Lava Jato para julgamento

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O ministro Teori Zavascki liberou para ser incluído na pauta de julgamentos o inquérito contra o casal. Se a acusação for recebida, Gleisi passará a ser ré perante o Supremo

O ministro Teori Zavascki, do Supremo Tribunal Federal (STF), liberou para ser incluído na pauta de julgamentos o inquérito contra a senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR) e contra o ex-ministro Paulo Bernardo na Operação Lava Jato. Os cinco ministros que integram a 2ª Turma do Supremo terão que decidir se recebem ou não a denúncia oferecida pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, contra o casal.

Se a acusação for recebida, Gleisi passará a ser ré perante o Supremo e a responder a uma ação penal. Até agora, o Supremo já tornou outros dois parlamentares réus por suposto envolvimento na Lava Jato: o ex-presidente da Câmara e deputado afastado do mandato, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), e o deputado Nelson Meurer (PP-PR).

A previsão é de que o caso seja discutido a partir da sessão do dia 30 de agosto. A investigação contra Gleisi e seu marido, Paulo Bernardo, foi aberta em março de 2015, na primeira leva de inquéritos enviada por Janot ao Supremo por envolvimento de parlamentares na Lava Jato. Em maio deste ano, após as investigações policiais, o procurador-geral da República ofereceu a denúncia contra o casal.

Gleisi e Paulo Bernardo foram denunciados pela PGR após a investigação policial concluir que os dois receberam R$ 1 milhão de propina de contratos firmados entre empreiteiras e a Petrobras. O valor teria sido utilizado para custear as despesas de campanha da senadora em 2010. Junto com o casal, foi denunciado o empresário Ernesto Kugler Rodrigues, de Curitiba.

Conteudo: Estadao

Treinador Marcos Goto, conheça o programa militar que atende 20 mil crianças no esporte

Profesp

Nesta semana, o medalhista de prata nas argolas, o terceiro- sargento da Aeronáutica Arthur Zanetti bateu continência no momento em que a bandeira brasileira foi hasteada em frente ao pódio. O gesto, porém, não impediu que seu treinador, Marcos Goto, criticasse abertamente o programa das Forças Armadas, que apoia 145 dos 465 integrantes do Time Brasil.

“Não sei qual é o salário que pagam para os atletas, mas eu gostaria de ver militares investindo na base. No dia em que os militares fizerem escolinha, e começarem a apoiar a iniciação esportiva, os treinadores, aí eu tiro o chapéu. Por enquanto não”, criticou Goto. “Eles não treinam lá, são apenas contratados por eles. Quem dá treino para os atletas sou eu, não os militares”, acrescentou.

Os atletas militares recebem salário das Forças Armadas, mas costumam treinar na maior parte do tempo em seus clubes, embora tenham a possibilidade de usar instalações das Forças. Os atletas recebem uma formação acelerada e entram diretamente com patente de terceiro-sargento

Forças no Esporte

O que Goto não sabe é que o Ministério da Defesa, juntamente com outros órgãos federais, mantém o programa Forças no Esporte (Profesp). As atividades beneficiam anualmente 20 mil crianças e adolescentes com idade entre 7 e 17 anos, em situação de risco social, prioritariamente da rede pública. Os jovens beneficiados têm a oportunidade de praticar esportes, assistir a aulas de reforço escolar, direito a atendimento médico, além de alimentação e uniformes. As atividades são desenvolvidas três vezes por semana por militares e profissionais especializados, na parte da manhã e tarde.

São disponibilizadas as instalações desportivas em 120 núcleos de 88 instituições vinculadas à Marinha, ao Exército e à Aeronáutica. Além disso, o Profesp conta com recursos humanos diferenciados como coordenadores e monitores das Forças Armadas, serviço médico, odontológico e de assistência social, professores de educação física, cozinheiros, nutricionistas e demais profissionais. A meta do programa é alcançar 30 mil alunos em 2018.

O major do Exército Nilton Alencar, em post nas redes sociais, rebateu as críticas às Forças Armadas:

“Sou um apaixonado e incentivador da prática esportiva, contudo, sejamos realistas, ninguém investe em esporte que não dá retorno financeiro. Então vem as Forças Armadas, coloca os atletas “embaixo das asas”, da todo suporte, patrocina, paga os salários, não tem retorno financeiro algum, e você vem me dizer que “assim é fácil”? Não seja mal agradecido. Vocês foram “adotados” por uma instituição que só fez o que fez, por AMOR ao ESPORTE e ao Brasil. Estavam abandonados a própria sorte, alguns atletas eram obrigados a pedir dinheiro nos semáforos ou fazer campanhas nas redes sociais para conseguirem recursos e comparecer às competições. Esse seu comentário foi lamentável. Usando a linguagem popular você está ” cuspindo no prato que comeu”. Respeite e agradeça quem lhes acolheu, reconheça o árduo trabalho dos civis e militares que labutam diariamente em prol das crianças, do futuro do Brasil, e do engrandecimento do esporte.”

Para incentivar aos atletas profissionais que participam hoje das Olimpíadas, foi criado o projeto Programa Atletas de Alto Rendimento (Paar), criado em 2008.  Inicialmente o objetivo era reforçar a delegação que disputou três anos depois os Jogos Militares, também no Rio de Janeiro.  Além disso, atletas do Exército foram responsáveis por cinco das dezessete medalhas conquistadas nos Jogos Olímpicos de Londres-2012 e por 67 das 141 medalhas no Pan de Toronto, no Canadá, em 2015.

Das oito medalhas ganhas até agora pelo Brasil, apenas a prata de Diego Hypólito, no solo, não foi conquistada por um membro das Forças Armadas.

Equipe República de Curitiba

Crédito da foto: PH Freitas/MD

“Vou crescer como um pokémon”, explica Lula em discurso para petistas

 

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SÃO PAULO – Em evento realizado em Santo André na noite de segunda-feira (15), Lula afirmou que há uma tentativa legal de impedir a sua possível candidatura para presidente em 2018. “Eles que se preparem, que alimentem o ódio. Quanto mais ódio alimentarem, mais eu vou crescer. Daqui a pouco estou que nem um pokémon”.

O petista ainda destacou que se sentiu como no filme “Esqueceram de mim” ao assistir à abertura dos Jogos Olimpícos do Rio de Janeiro. “Não existiria Olimpíada no Brasil se não fosse por mim”, disse. Lula lamentou não ter sido convidado para a abertura da Copa do Mundo, em 2014. “Rei posto. Rei Morto”, afirmou.

(Com informações do Infomoney. Recomendamos a visita na página: http://www.infomoney.com.br/mercados/politica/noticia/5442634/nao-existiria-olimpiada-brasil-nao-fosse-por-mim-afirma-lula)

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