Operação Acrônimo mira braço do PT em MG ligado a contratos falsos, propinas e OAS

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pimentel-e-lula

A nova fase da Operação Acrônimo, deflagrada nesta sexta-feira pela Polícia Federal (PF), investiga contratos simulados envolvendo empresas de consultoria e a empreiteira OAS para pagamento de propina. O chefe da Casa Civil de Minas Gerais, Marco Rezende, um dos alvos da Acrônimo, é braço direito do governador Fernando Pimentel (PT), centro das operações Acrônimo.

Contra Rezende, há um mandado de condução coercitiva – em que a pessoa é levada para prestar depoimento. Contudo, segundo uma assessora da Casa Civil, ele está de férias no exterior.

Também há mandado de condução coercitiva para Paulo Moura Ramos, atual presidente da Prodemge e sócio de Rezende. Ainda não há informações sobre quantos mandados serão cumpridos e se há alguma prisão prevista. Nesta manhã, a polícia realizou buscas no escritório da OAS, em Brasília. Segundo a Globo News, a empresa OPR também é alvo desta fase.
A Operação Acrônimo investiga um esquema de lavagem de dinheiro em campanhas eleitorais e recebimento de vantagens indevidas por parte de agentes públicos. O governador de Minas Gerais, Fernando Pimentel (PT), é suspeito de ter utilizado os serviços de uma gráfica durante a campanha eleitoral de 2014 sem a devida declaração dos valores e de ter recebido “vantagens indevidas” do proprietário dessa gráfica, o empresário Benedito Oliveira, conhecido como Bené.

23.09.2016

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