Operação Acrônimo investiga lama de corrupção capitaneada pelo governador Fernando Pimentel (PT), em MG

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A Polícia Federal deflagrou na manhã desta quinta-feira (27) a 11ª fase da Operação Acrônimo. Agentes saíram às ruas para cumprir 10 mandados de busca e apreensão e 10 de condução coercitiva.

Um dos alvos é o empresário Benedito Oliveira, conhecido como Bené, que está em prisão domiciliar. Ele é apontado como ‘operador’ do governador de Minas Gerais Fernando Pimentel em esquema de corrupção e fraude eleitoral. Bené foi levado a depor por supostamente estar escondendo informações mesmo após ter fechado o acordo de delação premiada. O empresário é investigado desde o início da Acrônimo, em 2015.

A Operação Acrônimo investiga um esquema de lavagem de dinheiro em campanhas eleitorais envolvendo gráficas e agências de comunicação. O governador de Minas Gerais, Fernando Pimentel (PT), é suspeito de ter utilizado os serviços de uma gráfica durante a campanha eleitoral de 2014 sem a devida declaração dos valores e de ter recebido “vantagens indevidas” do proprietário dessa gráfica, o Bené.

Pimentel vem negando as acusações desde que o início das investigações. A PF indiciou criminalmente Pimentel  por corrupção passiva, organização criminosa, lavagem de dinheiro e tráfico de influência.

 

 

26 de outubro de 2016

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