República de Curitiba

Início » Uncategorized » “Perseguição política” é o mantra contra Lava Jato quando defesa dos acusados fracassa, diz Dallagnol

“Perseguição política” é o mantra contra Lava Jato quando defesa dos acusados fracassa, diz Dallagnol

Estatísticas do blog

  • 1,654,269 cliques
novembro 2016
S T Q Q S S D
« out    
 123456
78910111213
14151617181920
21222324252627
282930  

Facebook da Republica de Curitiba

dallagnol-mantra

O procurador Deltan Dallagnol, coordenador da força-tarefa da Lava Jato, considera um absurdo as alegações  de que as investigações são partidárias. “Outro disparate! Além de as equipes de procuradores, delegados e auditores terem sido formadas, em grande parte, antes de se descobrirem os crimes na Petrobras, trata-se de dezenas de profissionais de perfil técnico, sem histórico de vínculo político.” E completa: “A alegada perseguição é o mantra da defesa política quando a defesa jurídica não prospera.”

Os partidos mais atingidos na Lava Jato são PT, PP e PMDB. Contudo, isso não ocorre por escolha dos investigadores, e sim porque as indicações de dirigentes de órgãos federais se dão pelo partido no poder ou sua base aliada, explica Dallagnol. “Assim, os cargos de diretoria da Petrobras foram ocupados por essas legendas, e não pela oposição ao governo petista.”

É impossível reduzir o nível de corrupção a zero, mas estamos no polo oposto, afirma. “A grande corrupção tem de ser extirpada para surgir um Brasil competitivo, inovador, igualitário, democrático, republicano e, sobretudo, orgulhoso de si”, finaliza Dallagnol.

Petição da Lula na ONU

Para o professor  e doutor em Direito Modesto Carvalhosa é preocupante a atuação do Poder Legislativo no combate à corrupção.  “Existem no Brasil duas forças que se debatem: a força que combate a corrupção, representada simbolicamente e na realidade pela Operação Lava Jato e pela força-tarefa do Ministério Público ligada à Operação Lava Jato, e do outro lado todas as forças para, no Congresso Nacional, legalizar a corrupção”, relata.

Carvalhosa também analise a petição do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva à Organização das Nações Unidas (ONU). O petista denuncia o juiz Sérgio Moro e os procuradores da República que atuam na Operação Lava Jato por “falta de imparcialidade” e “abuso de poder.”

“Essa reação do Lula não tem nenhuma originalidade, porque instintivamente todo político no mundo quando é pilhado praticando corrupção diz que é perseguido político. Eu acho que a ONU não vai levar em consideração esse tipo de pedido que não tem originalidade nenhuma”, afirmou.

Ele é autor de, entre outros livros, ‘Considerações sobre a Lei Anticorrupção das Pessoas Jurídicas’ e ‘O Livro Negro da Corrupção’.

 


Deixe uma resposta

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s

República de Curitiba

%d blogueiros gostam disto: