A vitória de Trump sobre Hillary e como venderam pra você propaganda no lugar de notícia

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Desde a sonegação de informações até analogias enganosas. Todos os ingredientes da manipulação jornalística foram sacados de uma vez só durante na cobertura das eleições norte-americanas. E, mais vergonhosa ainda, a repercussão da grande mídia brasileira se mostrou, assim como na época do Brexit, incapaz de fazer a leitura do mundo real.

Apesar dos dados das eleições norte-americanas mostrando que Hillary nunca esteve à frente nas pesquisas, a cobertura brasileira continuou firme na divulgação de notícias contrárias. Como bem observou o analista Stephen Kanitz:”Precisamos selecionar melhor aqueles que nos fornecem uma visão de mundo correta e sem preconceitos.”

Ou como concluiu Rodrigo Silva, do Spotniks, parece que aquilo que era fartamente suspeito, agora torna-se evidente: houve um lobby incontestável da imprensa pela vitória democrata. Um lobby construído nos porões das principais redações dos EUA, preparado para desacreditar a candidatura republicana e fortalecer Hillary.

Na academia, jornalistas aprendem sobre procedimentos para coleta, edição e preparação de fatos. Mas é preciso mais. A notícia correta precisa ser dada dentro de uma contextualização honesta. E, quando isso não é observado, é aí que a manipulação acontece.  A distorção informativa provocada pela manipulação de contextos nos revela a importância de se analisar e escolher a fonte de uma reportagem.

Felizmente, hoje, temos a plataforma da Internet para a divulgação do noticiário. Isso significa que induzir os consumidores com a utilização de informações descontextualizadas já não é tão simples assim. Não temos mais um único ângulo simplificando a realidade.

As redes sociais, como o trabalho da página República de Curitiba, mostram que é possível uma nova resposta da sociedade diante dos desafios da comunicação na medida em que ela descobre como funciona o enviesamento da informação. E assim, vai aprendendo quando se vende propaganda no lugar de notícia.

“No Brasil, precisamos renovar aqueles a quem terceirizamos nossas análises, filtrar melhor a quem damos ouvidos”, Stephen Kanitz.

Elisa Robson é jornalista, especialista em Marketing e Negócios, mestre em Comunicação e Linguagens e administradora da página República de Curitiba.

 

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25 comments

  1. Espero que Jair Bolsanaro venha ser o próximo presidente no Brasil e hora de renova chega de maquiagem velha. A escolha e está a nossa frente. Pessoas má querem vê passasoros presos que semeam a natureza. A mesma forma e com aqueles que querem o melhor para o pais semeando o país com boas atitudes na busta de melhoria de vida para aqueles que precisa muito.

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  2. Parabéns ao comentário,colocou de forma clara e esclarecedora o que realmente acontece, graças a redes sociais isso está vindo à tona, mostrando que a mídia não está mas manipulando a “massa”.

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  3. Parece que Curitiba virou a palmatória do mundo. Estamos vivendo fortes emoções no Brasil por conta dos trabalhos realizados pelos magistrados daí, agora uma grande aula nos informando a realidade Brasil afora. Parabéns, por mais profissionais como você.

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  4. Cada povo tem o governo que merece, o dia em que todos se UNIREM em torno da fraternidade, da temperança, da compreensão, acabarem de vez com a matança desnecessária de animais inocentes, com certeza teremos um MUNDO MELHOR E MAIS FELIZ…Shalon

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  5. Excelente abordagem. Claro que esses fatos não impedem que as pessoas, de um modo geral, continuem a acalentar um certo receio sobre o quê, um homem com o perfil do Trump, poderá fazer (de bom ou de mau ), com consequências a serem percebidas em outros países também. Portanto, a reportagem exibe meia- laranja !

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  6. Lá na outra América a IMPRENSA tendenciosa e esquerdista não conseguiu o que queria – a vitória da sra. Hillary. Os resultados foram inesperados pela imprensa que não desejava a vitória do milionário Republicano. Que nós brasileiras aprendamos, também, a não dar créditos indevidos às informações da imprensa fascista daqui. Nossa imprensa também é tendenciosa. Sempre o foi.

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