A mediocridade socialista não terá espaço em 2018. Mesmo que “intelectuais” insistam

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Por Elisa Robson*

Quando intelectuais socialistas produziram, em conjunto com alguns artistas, um manifesto pedindo a volta de Lula em 2018, eles registraram: “Aprendemos que não é democrática a sociedade que separa seus cidadãos em diferentes categorias.”

A ideia da declaração acima é uma das mais reverberadas no que se refere à teoria socialista. Uma doutrina que, historicamente, é responsável pelo empobrecimento maciço. Um sistema que leva os indivíduos a se tornarem “igualmente pobres” enquanto sua elite política (intelectual e artística) vive cercada de luxos e regalias.

Uma elite responsável pela destruição da economia e geração de miséria para todos, transformando os cidadãos em dependentes do estado para sua sobrevivência. Mas, sobretudo, uma elite que alcança o poder ao confiscar a riqueza do povo (como a Petrobrás) para garantir uma vida de magnata. E tudo isso potencializado por uma máquina cujas engrenagens envolvem uma articulação corrupta entre o governo e seus pares.

No Brasil, essa descrição foi constatada de perto pela população.

Da posse de Lula, em janeiro de 2003 ao afastamento de Dilma, em maio de 2016, os escândalos políticos e casos de corrupção estiveram presentes no primeiro escalão do governo. Ao todo, as denúncias comprovadas no ciclo de 13 anos de governo somaram mais de R$ 47 bilhões em desvios.

O resultado foi que, nas eleições de 2016, os brasileiros enterraram o PT e sua pregação socialista. Ficou óbvio para o Brasil que acorda cedo, enfrenta trânsito, ônibus lotado, e depende dos serviços básicos de saúde, educação e segurança que era hora de dar um basta em um sistema de ineficiências e desperdícios assombrosos. Mas, acima de tudo, corrupto.

Se contabilizados apenas os votos para prefeito, o PT perdeu mais de 23 milhões de eleitores. Caiu de 27,6 milhões para 4,4 milhões. Já se for incluída a eleição para vereador, o partido viu 50 milhões de votos evaporarem – quase o que a ex-presidente Dilma Rousseff recebeu nas eleições de 2014.

A população simplesmente não enxerga no PT qualquer possibilidade de oferecer à sociedade novos líderes políticos. Com suas lideranças mergulhadas na Lava Jato, qualquer cidadão, por mais desatento que seja, ficou perplexo com o destino do PT. Um destino político que se tornou policial.

Está claro para a população que a mediocridade socialista não terá mais espaço a partir de 2018.

Apesar disso, alguns intelectuais e artistas se posicionaram agora em um esforço para desenterrar o partido e sua ideologia. (O que não é de se espantar quando se sabe que o socialismo sempre decorre do pecado da soberba intelectual.)

Uma boa síntese para tal insanidade pode ser encontrada nas palavras de Thomas Sowell: “O histórico de desastres do socialismo é tão óbvio, que somente um intelectual poderia ignorá-lo.”

 

Elisa Robson é jornalista.

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8 comments

    1. De intelectualidade, eu apostaria no Chico.Mas depois dessa sua militância exagerada, estou inclinado a mudar a opinião

  1. Quem está acostumado a mamar nas tetas do governo não desiste.
    Só que o povo trabalhador não quer mais sustentar vagabundos.
    Vão trabalhar turma de folgados e corruptos, e de paz a quem quer trabalhar.
    Vão baixar em outras freguesias, porque nesta vocês não tem mais espaço.

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