Mônica Moura e João Santana: o casal de ilusionistas

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CAsal de ilusionistas

 

Por Claudia Wild

A dupla delação premiada do casal de ilusionistas, digo, marqueteiros João Santana e Mônica Moura, aqueles que criaram o Brasil fictício petista, onde existia um governo maravilhoso e vendido como a melhor e única opção ao desenvolvimento do país, é real, e constitui mais uma peça no quebra-cabeça da engenharia criminosa de Lula e Cia LTDA.

Antes que os fanáticos defensores da seita comecem a repetir o mantra e a falsa narrativa, dizendo que “os delatores querem apenas se livrar da cana“ – o que faz parte-, a delação premiada não produz “efeitos laxativos” caso não seja apresentado um conjunto probatório crível e compatível ao que se declara. E neste sentido, os dois espertalhões não frustraram a expectativa do Ministério Público; as delaçoes estão recheadas de provas materiais como recibos, anotações pessoais de delatados, emails, contas no exterior, cópias de depósitos, contratos, fotos, dentre outros.

A audácia dos operadores do crime nacional mataria de inveja qualquer mafioso italiano que sonha expandir seu negócio overseas! A choldra não só delinquia no Brasil, como já sabido; e agora mui bem provado, se juntou a uma turma de bandidos e ditadores da pior espécie no âmbito internacional. Estes ditadores foram financiados pelo suado dinheiro do povo de bem do Brasil.

Provado restou que o dinheiro roubado dos brasileiros ( via propinagem da Odebrecht) elegeu o salafrário comunista Chavez, e posteriormente o assassino Nicolas Maduro, todos participantes do esquema. No referido ato, a delatora Monica Moura relata que recebeu das mãos desta imundície em forma de presidente ( Maduro), nada menos do que U$ 11 milhões, para que os ilusionistas vendessem ao povo venezuelano a ditadura que destruiu o país e seu povo.

As cifras dos prestimosos serviços do trambique de marketing são astronômicas! Pela propaganda positiva da máquina comunopetista o casal receberia R$105 milhões. Oficialmente seriam “apenas“ R$ 70 milhões, sendo que R$ 35 milhões seriam “por fora“, sem nota ou imposto.

No Brasil, os interlocutores da maracutaia, erroneamente denominada de “Caixa Dois “( novilíngua para o crime de corrupção), faziam parte da cúpula petista. Senadores, ministros e o resto da caterva se revezavam nos golpes e armações, para que o casal prestímano pudesse também financiar alguns mimos para a comunistada deslumbrada, subdesenvolvida e nutrida na breguice tupiniquim; que ordenava, como por exemplo, os pagamentos semanais do paisagista capilar da beldade Roussef e o salário de sua governanta. Tudo isso claro, com dinheiro ROUBADO do povo.

As provas são fartas para mostrar que os expoentes máximos da organização criminosa eram Lula e Dilma. Abaixo do deus Lula e da medusa de cabeça oca -Dilma-, estavam Guido Mantega, o incompetente ministro da Economia, que gerenciava os recursos do “Departamento de Propina“ da Odebrecht. Seu colaborador direto era o “italiano“, Antônio Palocci, o homem que roubou mais de um bilhão dos brasileiros.

Outra figurinha carimbada nas delações do casal é o jornalista Franklin Martins, cuidadosamente escolhido para que o povo fosse neste ínterim entretido com as mais variadas mentiras e engodos, deixando assim a turma roubar e confabular à vontade com os ditadores comunistas do estrangeiro. João Santana ainda conta e prova, que Lula era articulador do esquema e a pessoa que aprovava os pagamentos milionários que eram feitos no Brasil e sobretudo no exterior. Mais uma vez, a “viva alma“ mais honesta do Brasil – o pai dos pobres-, o homem que prefere ser atropelado a falar uma mentira, aparece como o chefe-mor da ORCRIM.

Na verdade, os fatos narrados pela dupla não constituem grande novidade no modus operandi da caterva, mas traz elementos concretos e de excelente valor probante, que certamente serão de muita utilidade para prender ainda mais os tentáculos de um certo molusco escorregadio e cheio de veneno.

A palavra “estarrecimento“ está sendo esvaziada em seu significado, desde que a quadrilha da política nacional foi desbaratada. Assim, quando achamos que chegamos ao ápice do atrevimento criminoso, nos deparamos com mais detalhes aptos a mostrar que a malta não pensou pequeno. Pensando apenas que JAMAIS seria descoberta, daí a impavidez e o destemor na prática das mais variadas atividades criminosas e de lesa-pátria.

E viva a Lava Jato!

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One comment

  1. #VivaALavaJato! O estarrecimento já passou, agora restou um desejo incontido de ver todos esses vagabundos trancafiados atrás das grades por muitos e muitos anos.
    Isso porque é o máximo que a nossa Lei permite, na verdade, mereciam coisa muito pior.
    Só espero que o STF não tenha o desplante de fazer conluio para salvar a pele dos bandidos, a exemplo do que já fez!

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