Magno Malta sobre Bolsonaro: “Estaremos juntos em 2018”

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MBol

A perspectiva do deputado federal Jair Bolsonaro (PSC-RJ) chegar ao segundo turno nas eleições presidenciais de 2018 revelada por recentes pesquisas de intenção de voto abriu uma procura de interessados em ser candidato a vice-presidente na chapa dele. Pelo menos dois parlamentares já procuraram Bolsonaro para se colocar à disposição: o deputado Arnaldo Faria de Sá (PTB-SP) e o senador Magno Malta (PR-ES)

Magno Malta confirmou que vem conversando sobre as eleições de 2018 com Bolsonaro. “Temos conversado que, em 2018, todos estaremos juntos, independente de posições. Aliás, não só eu e ele, mas todos aqueles que repudiam esse modelo esquerdopata que destruiu o País”, afirmou ao Estado/Broadcast Político. O senador capixaba não descarta ser o cabeça de chapa, com Bolsonaro como vice. “Quem pode ser vice também pode ser o verso”, disse.

 

Faria de Sá e Malta querem disputar o pleito de 2018 como vice de Bolsonaro pelos seus atuais partidos. O argumento é de que poderão reforçar o tempo de propaganda na TV de campanha do deputado fluminense. Esse ponto é considerado primordial por aliados de Bolsonaro, uma vez que o parlamentar deve concorrer por uma legenda pequena, que tem pouco tempo de TV.

Pela legislação eleitoral, 90% do tempo de TV deverá ser dividido entre os candidatos proporcionalmente ao tamanho das bancadas na Câmara dos partidos que fazem parte da coligação dele. Os outros 10% restantes são distribuídos igualitariamente. Das 26 siglas com representantes na Casa, o PR tem a quinta maior bancada, com 38 deputados, enquanto o PTB, tem a 11ª maior, com 17 parlamentares.

 

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One comment

  1. Quando o ex-presidente Collor apareceu na mídia como “CAÇADOR DE MARAJÁS” entreguei nas mãos do seu irmão Leopoldo, carta que acreditei pudesse ler, demonstrando minha preocupação com tanta gente se colocando a “seu lado”. Deu no que deu, um de seus principais assessores, o PC, assassinado sem até hoje se achar o(s) culpado(s), e seu afastamento da Presidência. Quando fui candidato ao Executivo local, em 1982, disse que estava iniciando minha carreira política rumo à Presidência das República. Oriundo de família pobre, e sem recursos, precisava de estratégia de marketing para aparecer na mídia. Não fui eleito, mas tive, e ainda tenho, o prazer de ouvir de alguns cidadãos: “Acho que seria melhor que o Lula”. Não é nada fácil distinguir QUEM BUSCA OS INTERESSES COLETIVOS, OU APENAS SEUS PRÓPRIOS INTERESSES.

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