“O Brasil precisa do novo?”, questiona Alckmin

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alc

 

Com uma fala em tom de presidenciável, o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), questionou significado do rótulo de “novo” na política. “Um dia desses, me perguntaram: ‘o Brasil precisa do novo?’ Quem é o novo? O novo é a idade? Quem tem setenta ou quem tem trinta [anos]? O novo é quem nunca foi candidato? Ou quem tem vários mandatos?”, indagou Alckmin durante sua fala no painel “Brasil de Ideias”, no Hotel Sheraton, em Porto Alegre. O evento foi promovido pela revista Voto.

O prefeito paulistano João Doria (PSDB) costuma defender a “nova política” – por isso, a declaração de Alckmin soou como uma indireta ao colega de partido e também potencial candidato à Presidência, o que tem gerado uma divisão interna na sigla.

Após a pergunta retórica, o próprio tucano respondeu às indagações: “O novo é quem defende o interesse coletivo, o interesse público. O país foi dominado pelo corporativismo”, disse. Em entrevista coletiva, Alckmin explicou que o “corporativismo” mencionado não afeta apenas o setor público, mas o privado, com “isenções e subsídios”.

“A eleição de 2018 vai ser a eleição da experiência. Experiência inclusive do povo brasileiro com o sofrimento ocasionado aí pelos 13 milhões de desempregados, fruto de um populismo destrutivo e de inexperiência arrogante. O resultado está aí. Acredito que 2018 vai ser a eleição da experiência, no bom sentido”, disse Alckmin. A experiência na gestão pública à frente de São Paulo – ele está no seu quarto mandato como governador – seria um diferencial em relação a Doria, que está no início do seu primeiro mandato (ele assumiu em janeiro deste ano).

Unir o Brasil

“Se eu for candidato, isso está muito longe, não é uma decisão pessoal, é uma decisão coletiva, vou trabalhar para unir o Brasil. Claro que tem disputa, é saudável que haja, mas naquilo que puder haver convergência. Tem uma série de questões hoje que não são mais ideológicas, são de senso comum”, disse o governador, que destacou que haverá prévias no PSDB caso não haja consenso sobre o nome para disputar a Presidência da República.

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3 comments

  1. NÃO TEMOS MAIS GENTE SÉRIA MILITANTES DA POLITICA, SÓ UM BANDO DE LADROES, CHANTAGISTAS, MENTIROSOS, LUDIBRIADORES, SEM PALAVRAS, FALSOS ATÉ COM AS TABUAS DOS 10 MANDAMENTOS, VAMOS ESCOLHER MUITO BEM, não IMPORTA A IDADE.

  2. O povo brasileiro está caminhando em areia movediça!
    A esquerda truculenta vem há décadas se apropriando das instituições políticas e da educação através da manipulação cultural marxista implantando a mentira como discurso nacional e a iniquidade como ação cotidiana.
    O PSDB é um exemplo vivo deste engodo, se reveste de novo e centro, sempre que tem medo de perder posições e as eleições.
    O FHC que promoveu a ascensão do Lula e abraçou amorosamente as causas dos ditadores Fidel e Hugo Chavez é o representante fiel da alma turva deste partido, que não hesita em usar duas caras para enganar seus eleitores.
    Ou o Brasil desesquerdiza ou vai virar Venezuela!

  3. É muito oportuna e interessante esta colocação do governador Alckimin. O que é o novo? Muitos políticos sabem usar o marketing para continuar no PODER. Até o PP do Maluf está se oferecendo como o NOVO PP. A experiência é um fator importante para escolha de nossos governantes? Sem dúvida. Em 1982, saí candidato ao Executivo local, pelo novo partido Trabalhista, o PDT do Brizola, que havia rompido com o” velho” PTB dos Vargas (leia-se Getúlio, Ivete, e Tancredo). Embora o tema seja muito polêmico, creio que o maior valor da DEMOCRACIA é podermos ESCOLHER e TROCAR nossos representantes nos interesses coletivos continuadamente. Com certeza, aqueles que se acostumaram MAMAR NO ERÁRIO PÚBLICO usarão de todos os argumentos possíveis para não “PERDER A BOQUINHA”

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