“O novo presidente pode ser um Hitler” explica Dilma

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Um ano depois do processo de impeachment que a retirou da Presidência da República, Dilma Rousseff afirma que o país não necessariamente precisa de uma novidade na disputa presidencial de 2018. “O novo pode ser um Hitler”, disse em entrevista à BBC Brasil.

Perguntada se  acredita que Lula é a resposta que o Brasil precisa e se o país não precisaria de um novo líder, sangue novo, a petista respondeu: “Desde quando o novo é necessariamente novo em relação a um conceito positivo? O novo pode ser um Hitler. Não há garantia nenhuma. O povo reconhece o Lula porque durante o governo do presidente o povo viveu melhor. Não tem nenhuma manipulação.”

Ela também afirmou que a condenação de Lula pelo juiz Sergio Moro, no âmbito da operação Lava Jato, teria como objetivo meramente causar um empecilho para a candidatura dele no próximo pleito.

“Lula não tem mala de dinheiro”, diz, em referência à mala com R$ 500 mil entregue a um assessor de Temer por um emissário do empresário Joesley Batista, da JBS. O episódio foi a justificativa usada pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, para denunciar o pemedebista.

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