Santander vai devolver verba captada na Lei Rouanet para financiar mostra sobre pedofilia: R$ 800 mil

 

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O banco Santander irá devolver ao governo brasileiro a verba conseguida por meio da Lei Rouanet para financiar a mostra “Queermuseu”, em Porto Alegre. Com a Lei, o banco deixou de pagar impostos à Receita Federal. No caso desta exposição, o valor captado foi de R$ 800 mil.

A exposição sobre diversidade e temas LGBT foi fechada após inúmeras críticas da sociedade nas redes sociais. Certos trabalhos abordaram a temática sexual de forma explícita e a exposição foi acusada de blasfêmia a símbolos religiosos e de, em alguns casos, pedofilia e zoofilia. Algumas obras mostravam pessoas tendo relações com animais, imagens de crianças com os dizeres: “Criança Viada”, além de imagens religiosas cristãs em situações mundanas.

Segundo o curador Gaudêncio Fidelis, o movimento MBL divulgou imagens tiradas do contexto da exposição. “Não tem explicação a maneira como eles distorceram as obras, tirando de contexto. Eles pegaram um detalhe e dizem que é uma pintura. Não é, é uma parte”, disse Fidelis.

Para Paula Cassol, coordenadora do MBL no Rio Grande do Sul, não houve censura, pois o cancelamento foi causado por uma revolta popular contra a exposição. Para ela, seria censura caso o governo cancelasse a mostra. “Não há nada de educativo em uma criança ver um adulto ou dois adultos transando com um cabrito”, disse.

 

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6 comentários

    1. Que ótimo que o Santander mostrou que tem diretores com a cabeça no lugar , com moral é bom costumes, dignidade, religião , famílias bem formadas. Essa Paula Cassol deve ser filha de chocadeira ou de alguma hippie dos anos 60, que fumou muito baseado ou ácido. Mulherzinha dizer que ” o que é que tem ver humanos fazer sexo com animais” . O animal está sendo estuprado pelo homem , pois só procuram seus pares qdo elas estão no sio para a funsao de procriar. A aberração está no ser ” humano ” .

      1. A Paula Cassol por certo deve não ter nascido de humanos. Como disse alguém, deve ser filha de uma chocadeira; por isso ela acha normal seres humanos (?) se relacionar com animais. Bem, eu teria outra observação a fazer, mas recuso-me a dizer algo que para a minha educação seria uma afronta a esse pessoa da Paula Cassol.

  1. O SANTANDER atendeu às vozes do grupo LGBT e divulgou o l i x o como se isto fosse arte. O que Santander estava expondo (ou ainda está?) expondo é uma verdadeira afronta à Nação como um todo. Para piorar, ainda recebia do governo valores escorchantes aprovados pelo ministério da cultura. Isto é cultura ou um insulto, um tapa na nossa cara. Heim:? O presidente Temer não está nem aí com a moral do País. Esse ministério que foi reativado por quem o desativou é uma chacota mais vergonhosa da história do País. Onde estão a maioria dos nossos deputados federais que se auto mutilaram arrancando os olhos para não verem essas barbáries cometidas por esse ministério de blasfêmia contra as famílias de bem (?)
    Que o Santander seja convidado a se retirar do País. É o mínimo que pode fazer. DEUS, salve a Nação Brasileira, por amor do seu povo.

  2. Paula Cassol, mude de nome ,ou mude de arte, porque sua exposição te expos demais… E o que apareceu de você foi horrível 😲

  3. Acho que está havendo um grande confusão nos comentários.
    O curador desta exposição, que é uma aberração e uma afronta aos bons costumes, é Gaudêncio Fidélis,um degenerado mental que sabia muito bem o que estava fazendo e que pretendia levar as crianças das escolas lá.
    Paula Cassol é coordenadora do MBL, que incentivou o boicote à exposição do Santander, e em nenhum momento disse que não tem nada demais fazer sexo com animais. Pelo contrário, condenou que se levassem crianças para ver pornografia, pedofilia e zoofilia e utilizassem, via Lei Rouanet, portanto, dinheiro publico, para esse tipo de atividade.
    Quanto à direção do Santander, o fato de ter fechado a exposição, não garante em nada, que sejam pessoas com moral, famílias bem formadas, dignidade ou religião, só não queriam levar mais prejuízo do que levaram.
    A motivação de diretoria foi unicamente financeira, tanto que divulgaram externamente uma nota vaselina para o público e outra totalmente diferente internamente para seus funcionários.
    Duvido que esses diretores não soubessem antes de abrir a exposição qual era seu conteúdo, portanto, hipocrisia pura e nada de nobre.
    E Temer é um covarde descarado por ter reaberto essa barbaridade que é o Ministério da Cultura, que nada mais é que uma gorda bolsa família para artistas militantes decadentes da esquerda.

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