Santander tenta enganar o Brasil com uma nota para a imprensa e outra bem diferente aos funcionários

 

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O presidente do Santander Brasil, Sergio Rial, escreveu um comunicado interno para os funcionários do banco sobre o cancelamento da exposição Queer Museu, em Porto Alegre. O informativo para o público interno, contudo, chama a atenção pelo teor diferente da nota oficial emitida para a opinião pública em geral.

No segundo parágrafo de seu texto aos funcionários, por exemplo, Rial afirma que “as críticas já não se centram, como se viu nas redes sociais, só na ação de alguns grupos intolerantes e deturpadores da informação, que desqualificavam a exposição. Os ataques têm enfoque na censura — “como não se via desde a ditadura”, para os mais fervorosos.”

O presidente do Santander reclama ainda de ter sido acusado de censura por pessoas que não os defenderam. “Muitas das pessoas que agora nos acusam de censura, se furtaram a utilizar sua vozes em defesa da exposição, durante os ataques que sofremos de forma intensa nesse último final de semana.”

Ele também usou palavras de incentivo aos funcionários: “Aqui é o Santander que não se furta a mostrar sua cara.” “Aqui não há medo”.  E finaliza pedindo para que os funcionários do banco pensem somente nos negócios, mas não se furtem a reagir, “quando atacados de forma desonesta”.

De acordo com Rial, a exposição foi “encurtada” por causa do “risco físico às obras e pela própria integridade do centro cultural e das pessoas que nele circulam.” Para Rial, várias pessoas acharam que exposição desrespeitou suas crenças “de forma equivocada”

Inaugurada em 15 de agosto, foi fechada no último sábado (09), após grupos civis e religiosos promoverem campanhas pelo boicote da mostra, que trazia obras pornográficas, outras retratando zoofilia e com mensagens ofensivas a símbolos cristãos.

Além disso, o projeto que pediu dinheiro de renúncia fiscal — e que conseguiu efetivamente R$ 800 mil — previa a impressão de cartilhas e visitas escolares.

 

A assessoria de imprensa do Banco confirmou a autenticidade do documento e afirmou que ele reflete a visão do banco sobre o episódio.

O conteúdo do comunicado interno difere de maneira sensível do publicado na página do Santander Cultural no domingo (10), quando o banco se manifestou afirmando que havia entendido que “algumas das obras da exposição Queermuseu desrespeitavam símbolos, crenças e pessoas”.

No mesmo comunicado, o Santander dizia que não chancelava um tipo de arte, “mas sim a arte na sua pluralidade, alicerçada no profundo respeito que temos por cada indivíduo. Por essa razão, decidimos encerrar a mostra neste domingo, 10/09.”

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4 comentários

  1. Se essa NOTA do Santander for verdadeira, concretizou-se a banalidade para a família tradicional. O Santander é um defensor da diversidade (leia-se promiscuidade) e totalmente contra os valores morais e éticos que regem a CONSTITUIÇÃO FAMILIAR DO BRASIL. Essa instituição bancária deve retornar ao seu País de origem e calar o bico com relação ao nosso País. Quem é o Santander para falar mal dos militares brasileiros que regeram este País por 21 ANOS? Vá para a Espanha e fale mal do seu general Franco que regeu a Espanha com vara de ferro e botas de aço. Digo aos diretores da instituição que melhor é nós tratarmos dos nossos problemas aqui do que vocês que não tem moral e ética para querer obrigar os brasileiros engolir seus lixos ideológicos onde os insanos se expõem como verdadeiros irracionais. Bestas ruins, mentes podres, pseudos intelectuais que só sabem emitir uivos sob o sol alheio. Melhor o governo marxista do TEMER abrir o espaço aéreo brasileiro e os mandar de volta ao seu país de origem.

  2. ACREDITO QUE ESTE BANCO DEVERIA VOLTAR AO SEU PAIS DE ORIGEM,AFINAL GOSTARIA MUITO DE VER COMO SEU POVO IRIA ENCARAR UMA EXPOSIÇÃO DA FORMA QUE FOI FEITA NO BRASIL,TENHO CERTEZA QUE LÁ BOTARIAM FOGO EM SUAS AGÊNCIAS E TALVEZ ATÉ ATENTASSEM CONTRA SEUS DIRETORES.

  3. Quem é a direção do Santander para veicular, repetindo o discurso falso da esquerda, que houve ditadura no Brasil?
    Eles não foram atacados de “forma desonesta”, como diz a nota, eles é que foram desonestos, aprovando um conteúdo criminoso para apresentar no seu espaço cultural, e da forma mais absurda, propondo a presença de escolas com monitores no local para explicarem aquela bandalha às crianças.
    Ainda por cima sem o conhecimento de pais desatentos, que não monitoram o que as escolas propõem como atividades externas.
    Valle de Los Caídos para os propagadores de cultura do Santander!!!
    São canalhas, mil vezes canalhas!

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