Juiz do DF autoriza psicólogos a tratarem gays que queiram fazer “reversão sexual”

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A Justiça Federal do Distrito Federal permitiu, em caráter liminar, que psicólogos possam tratar gay e lésbicas que queiram fazer terapias de “reversão sexual”,  sem sofrer nenhum tipo de censura por parte do Conselho Federal de Psicologia (CFP). Esse tipo de tratamento estava proibido por meio de uma resolução editada pelo CFP em 1999. O CFP avisou que vai recorrer.

Na decisão, o juiz Waldemar Cláudio de Carvalho acata parcialmente o pedido de liminar da ação popular que requeria a suspensão da resolução 01/1999, na qual são estabelecidas as normas de conduta dos psicólogos no tratamento de questões envolvendo orientação sexual. O juiz mantém a resolução, mas determina que não impeça psicólogos de promover estudos ou atendimento profissional, de forma reservada, pertinente à reorientação sexual, sem nenhuma possibilidade de censura ou necessidade de licença prévia.

 

A opção pela reversão sexual ou “destransicionamento”

Já há vários casos de pessoas interessadas em fazer a reversão sexual. Ao mesmo tempo em que aumenta a discussão sobre identidade de gênero, cresce também o número de grupos na internet que discutem o processo de “destransição”. Uma busca simples no Facebook com a palavra mostra uma série de depoimentos nesse sentido. Em um dos grupos, chamado “Destransicionando”, há 5,3 mil seguidores.

Denise (24) se identificou como homem aos 18 anos, tomou hormônio, adotou Danilo como nome social e chegou a retirar os seios. Mas ela não se adaptou e, como Danilo, tentou se matar após a cirurgia de mastectomia. Em menos de dois anos, resolveu “destransicionar” — termo utilizado no processo de quem decide voltar à identidade original. Uma série de questões existenciais e o desconhecimento sobre os efeitos da medicação têm feito com que cada vez mais pessoas parem com a transformação.

— Transicionei para me encontrar, mas isso me afastou de muita gente. Fui vista como ameaça e doeu muito. Percebi que ser homem trans acabaria me limitando, e traria consequências que talvez eu resolvesse de outra forma. Mas a gente nunca volta para o mesmo estado. Vamos para outro — justifica Denise.

Para passar por todo esse processo, Denise procurou o Centro de Referência e Treinamento DST/AIDS de São Paulo (CRT). O correto, segundo o Sistema Único de Saúde (SUS), é o paciente ser avaliado e ter acompanhamento de profissionais da saúde, incluindo psicológico, por pelo menos dois anos, para que ele tenha segurança e certeza de suas vontades. Também deve ter, no mínimo, 18 anos. Para procedimentos cirúrgicos, a idade mínima é de 21 anos, e a fila de espera pode levar uma década.

 

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3 comentários

  1. A nossa justica e uma vergonha,um juiz da liminar contra a familia e os bons costumes.A familia vem sendo bombardeada com novelas pornograficas, que sao a favor do homosexualismo feminino e masculino. Outro fato o casamento entre homem e homem e entre mulher e mulher uma aberracao que so existia na Babilonia e em Sodoma e Gomorra e o fim do mundo.

  2. SEJA JUIZ, DESEMBARGADOR, OU QUEM SEJA. ELES NÃO PODEM ACATAR PEDIDOS, E PROCESSOS QUE TRATEM DE HOMOSSEXUALIDADE MASCULINA OU FEMININA COMO UM SIMPLES PROBLEMA DE LIBERDADE DE SER OU QUERER SER. POIS, FUGINDO DA REALIDADE EXISTENCIAL PARA OS CAMINHOS TORTUOSOS DAS IMPERTINENCIAS DE TRANSGRESSÃO DO PRÓPRIO CORPO, HOMENS E MULHERES, SE DESVIAM DE FORMA REAL DO OBJETIVO DE SEU CRIADOR. // E NESSE ENTENDIMENTO CONSTATA-SE QUE A PERVERSÃO DA CARNE EM TODAS AS FAIXAS ETÁRIAS SE TORNARÁ DIA A DIA UM GRANDE PROBLEMA PARA OS DITOS.

    PARABÉNS AO JUIZ WALDEMAR CLÁUDIO DE CARVALHO, QUE ACENDE UMA LUZ NO FIM DO TÚNEL, PARA OS TRAVESTIDOS, POSSAM ARREPENDIDOS DE SUAS DECISÕES, ALCANÇAR COM CERTEZA O DIREITO DA MAIS VERDADEIRA FELICIDADE: SER O QUE FOI QUANDO VEIO A LUZ DO MUNDO”.//A TANTOS COM CERTEZA NESSA TRISTE SITUAÇÃO./ . TODOS OS HOMENS E MULHERES PERVERTIDOS DEVEM TER SUA SINCERA E DECIDIDA INTENÇÃO DE REVERSÃO AUXILIADA PELA PSICOLOGIA E A MEDICINA, ALÉM DA ESPIRITUALIDADE

  3. Uma pena que o Juiz tenha acatado somente parcialmente o pedido de liminar da ação popular que pede a suspensão dessa resolução vergonhosa e autoritária que invade o direito do cidadão de decidir livremente pelo tratamento que melhor lhe convier para o seu bem estar.
    É inaceitável que um homossexual ou qualquer outra pessoa, tenha que pedir licença ao CFP ou a políticos desqualificados para decidir, com o acompanhamento privado de um profissional da saúde, o tratamento que ele sabe que necessita para o seu bem estar.
    Enfiem suas ideologias no saco e deixem as pessoas viverem em paz as suas vidas!

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