Escola Sem Partido quer retirada de Paulo Freire como patrono da educação brasileira

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Patrono oficial da educação brasileira, Paulo Freire pode deixar de sê-lo – se uma ideia legislativa apresentada no site do Senado prosperar. A proposta revogaria a lei 12.612, de 2012, aprovada pelo governo e sancionada por Dilma Rousseff. São necessárias 20 mil assinaturas para que o tema seja debatido no Senado. Até o momento desta publicação, já há quase 8 mil.

“Ninguém contribuiu tanto para transformar as escolas em centros de doutrinação ideológica. Foi uma leviandade do Congresso Nacional conceder esse título”, disse Miguel Nagib, fundador do movimento Escola Sem Partido.

Paulo Freire filiou-se ao PT em 1980. Quando o PT venceu as eleições municipais paulistanas de 1988, iniciando-se a gestão de Luiza Erundina, Freire foi nomeado secretário de Educação da cidade de São Paulo.

O projeto de lei que transformou Paulo Freire em patrono da educação é de autoria d da deputada Erundina (PSB-SP) e foi apresentado em 2005. O projeto não chegou a ser apreciado pelo plenário: tramitou em caráter terminativo nas comissões de Educação da Câmara e do Senado – e teve unanimidade.

Para Stefanny Papaiano, autora da proposta apresentada ao Senado,  “Paulo Freire é considerado filósofo de esquerda e seu método de educação se baseia na luta de classes. Os resultados são catastróficos e tal método já demonstrou em todas as avaliações internacionais que é um fracasso retumbante”, prossegue.

O educador e filósofo Paulo Freire é o criador da pedagogia do oprimido, fortemente influenciada pelas ideias marxistas.

Feire é considerado o mentor da educação para a consciência política. A pedagogia da libertação, delineada por ele, é intimamente ligada ao marxismo e influenciou diretamente a teologia da libertação, considerada a representação da esquerda política no catolicismo.

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2 comentários

  1. Só mesmo governos como Lula e Dilma para escolher essa nulidade como patrono da educação!
    Espero que o bom senso corrija essa aberração!

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