Trump e a prosperidade americana: 1 milhão de novas vagas de trabalho em menos de um ano de governo

 

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Com menos de um ano como presidente dos Estados Unidos, Donald Trump provou que  não só o cataclisma econômico não veio, como alardearam os analistas, como seus números até o momento são impressionantes. O índice de desemprego caiu ao menor número dos últimos 10 anos, a patamares anteriores aos da crise de 2007: impressionantes 4,4%. Estima-se que apenas neste ano já foram criadas mais de 1 milhão de novas vagas de trabalho, acompanhadas de um crescimento de 2,5% nos salários médios dos trabalhadores.

Parte desse desempenho vem dos bons resultados na indústria. A produção industrial cresceu 4,7% no segundo trimestre, o melhor resultado do setor desde 2014. No acumulado dos últimos 12 meses, o crescimento foi de 2%, comparados a uma queda de 0,8% no período anterior. Apenas nos setores de manufatura, mineração e na construção civil estima-se que mais de 160 mil novas vagas de trabalho tenham sido criadas de janeiro a junho.

O mercado financeiro – grande financiador da campanha de Hillary – também não tem nada a reclamar. Desde as eleições, os índices das principais bolsas atingiram seus recordes históricos. A Nasdaq teve alta de 21,5% desde então, enquanto o Dow Jones subiu 18% e o índice S&P 500 escalou 14,9%. Onde estão aqueles profetas do apocalipse de Wall Street, mesmo?

Os planos de Trump para o futuro não são modestos. Sua meta para o crescimento econômico neste ano é de 3%, algo que não ocorre nos EUA desde o governo de George W. Bush, em 2005. É um número ambicioso, sem dúvida, que em última instância dependerá da aprovação de uma gigantesca proposta de corte de impostos e reforma tributária enviados pelo presidente ao Congresso em abril. Segundo o projeto, as alíquotas máximas de impostos das pessoas físicas cairiam dos atuais 40% para 25% e, das pessoas jurídicas, de 35% para 15% – os níveis mais baixos desde o governo do republicano Ronald Reagan, durante o qual os EUA viveram expressivo crescimento.

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