Bolsonaro fala em privatizar Petrobras e baixar a taxa de juros para 2% ao ano

Durante a passagem pelos Estados Unidos, o deputado Jair Bolsonaro falou com a Agência Bloomberg sobre algumas de suas propostas para um eventual mandato na Presidência da República a partir de 2019 – ele é pré-candidato ao cargo pelo PEN, que vai trocar de nome e se chamar Patriota no ano que vem.

Ele ressaltou que seu plano de governo ainda não está pronto e reconheceu francamente que tem apenas um “entendimento superficial” de economia. Mas expressou o desejo de manter a atual econômica do Banco Central, que é bem vista pelo mercado, e a reduzir a taxa de juros básicos da economia brasileira a 2% ao ano. A Selic nunca esteve abaixo de 7,25% nas últimas duas décadas – hoje está em 8,25%.

Bolsonaro admitiu a intenção de privatizar empresas estatais, incluindo a maior delas, a Petrobras, que é pivô do maior escândalo de corrupção da história brasileira. Sugeriu ainda restringir o acesso dos chineses a setores considerados como estratégicos para o Brasil. Por quê? “A China não tem coração”, justificou.

Quanto ao principal item da agenda econômica do presidente Michel Temer, a Reforma da Previdência, o deputado reconheceu a necessidade da ação, mas disse a Bloomberg preferir uma abordagem mais gradual do que o projeto que tramita hoje no Congresso.

Na entrevista de uma hora aos jornalistas americano, Bolsonaro afirmou que há mais do que apenas uma retórica polarizadora em suas propostas e que pode fazer toda a campanha presidencial com um orçamento de apenas R$ 1 milhão.

Bolsonaro disse que se apoiará em sua capilaridade em redes sociais para disseminar sua mensagem aos milhões de brasileiros cansados da violência em espiral, corrupção generalizada e imigração indesejada. “Eu sou uma ameaça às oligarquias, sou uma ameaça para os corruptos contumazes, sou uma ameaça para aqueles que querem destruir os valores familiares. Essa é a ameaça que eu represento”.

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1 comentário

  1. Bolsonaro sera um presidente desejado desde o fim da era militar, com ele na presidência, o Brasil voltara aos tempos em que se construía , tempo do desenvolvimento econômico, tempo em que se podia sair de casa e voltar seguro, com toda certeza Bolsonaro ira desenvolver junto com sua equipe um plano de contingência na área da segurança, da saúde e educação. Ele sera o melhor presidente desde a era de Juscelino Kubitschek.

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