SESC traz ao Brasil a porta-voz internacional da “ideologia de gênero”

jb

 

A filósofa norte-americana Judith Butler é uma das convidadas do seminário internacional Os Fins da Democracia, que será realizado no Sesc Pompeia, em São Paulo, entre os dias 7 e 9 de novembro de 2017.  Ela é uma das principais teóricas dos estudos de gênero no mundo.

Butler é considerada a responsável por uma mudança radical no cenário dos estudos de gênero: sua teoria defende a noção de que a identidade de gênero e a orientação sexual não estão automaticamente associados ao sexo biológico.

Ativista e lésbica, seus livros misturam psicologia, sociologia e política. Ela também têm trabalhos sobre outros grupos que considera excluídos, como mulheres, negros, pobres, imigrantes e a comunidade LGBT.

Questionada sobre o que acha da posição de pessoas conservadoras que questionam a implementação de uma “ideologia de gênero” nas escolas, ela respondeu: “Esses grupos [conservadores] não entendem que o que se defende é que a justiça social não vai ser construída sem o fim da discriminação de gênero… Minha opinião é a de que eles não querem entender as variáveis biológicas do sexo, assim como não querem entender o conceito de gênero.”

“Muitas pessoas cresceram em ambientes religiosos em que você é ensinado qual é o papel adequado sobre sexualidade, que está ligada a reprodução, que deve acontecer dentro da família, que é heterossexual. Esse é o seu senso de realidade dessas pessoas, de seus pais e seus avôs. E então eles são confrontados com um grupo, como o nosso, que bate na porta deles e diz “não é bem assim”.

Desdobramentos do ativismo de Butler

Ano passado,  a Comissão de Direitos Humanos de Nova York (EUA) decidiu oficializar a multiplicidade das identidades de gênero, e passou a reconhecer 31 diferentes tipos de gêneros.

A medida é ampla e irrestrita: no lugar de somente duas ou três identidades oficiais, a Comissão apontou nada menos que trinta e uma nomenclaturas de gênero para serem usadas em âmbitos profissionais e oficiais.

E quem se recusar a chamar uma trans mulher de “ela”, por exemplo, pode ser punido.

A regra é simples: “Recusa intencional ou repetida em usar um nome, pronome ou título preferencial ao indivíduo. Por exemplo, insistir em chamar um transgênero mulher de ‘ele’ ou ‘senhor’, mesmo que ela tenha deixado claro o pronome e título que prefere”.

Confira abaixo os 31 tipos de gênero elencados por Nova York:

Bi-Gendered (Bi-gênero)
Cross-Dresser
Drag-King
Drag-Queen
Femme Queen
Female-to-Male (Fêmea-para-macho)
FTM
Gender Bender (Gênero fronteiriço)
Genderqueer
Male-To-Female (Macho-para-fêmea)
MTF
Non-Op
Hijra
Pangender (Pangênero)
Transexual/Transsexual
Trans Person (Pessoa trans)
Woman (Mulher)
Man (Homem)
Butch
Two-Spirit (espirito duplo)
Trans
Agender (sem gênero)
Third Sex (Terceiro sexo)
Gender Fluid (Gênero fluido)
Non-Binary Transgender (transgênero não binário)
Androgyne (andrógena)
Gender-Gifted
Gender Bender
Femme
Person of Transgender Experience (Pessoa em experiência transgênera)
Androgynous (Andrógeno)

 

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7 comentários

  1. Que decepção com o SESC. Acredito que um Serviço Social arcado com dinheiro do contribuinte (comerciários) deveria se prestasr a fatos e assuntos mais importantes e relevantes para a nossa vida e sociedade. Essa história de gênero já estrapolou os limites e nossa paciência. Cada um que resolva seus problemas em casa.

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  2. Uma BARANGA anormal. Tinha que enfiar a cara no vaso sanitário e dar a descarga. Essas coisas não se regularizam. Tem que deixar fluir naturalmente. Ovo nela!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

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  3. É fácil fazer palestra e evento da Agenda de esquerda com o dinheiro alheio.
    Esta mulher é uma fraude incensada pelos socialistas e globalistas pois suporta uma teoria sem qualquer base biológica ou mesmo social. Mas ajuda à esquerda em sua destruição da dignidade humana e da família.
    Tenham respeito pelos brasileiros e pelos contribuintes do SESC, que em sua maioria não aprovam este non sense e muito menos esta palestra financiada com o nosso dinheiro.
    Que a direção do SESC tome vergonha na cara e suspenda este convite!! Pois se ela não for suspensa a nossa rejeição a esta diretoria e seus responsáveis será absoluta!!

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  4. No meu modo de entender as coisas eu acho que as pessoas deveriam METER O CACETE no diretor da escola que tentar ministras essa “teoria de anormais” nas escolas de seus filhos ou netos…Se eu descobrir que os meus netos estão recebendo essa porcaria o diretor da escola vai ter que me “ouvir” e garanto que não vai gostar…..

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  5. Só de ler essa lista de 31 coisas inventadas da cabeça de gente doente e fanática, já deixa bem claro que seguir essa “ideologia trans” é apostar na extinção do ser humano na face da Terra.
    Para dar conta de tantos gêneros só numa grande suruba.
    Quem não entende, não são os conservadores, é o grupo dela que não entende, melhor finge não entender, que a maioria dos brasileiros não quer essa ideologia lixo na vida deles.
    Nem a de gênero e nem a marxista, a socialista, a progressista, a nazista, a fascista e todo o totalitarismo e a imposição que vem de fundo em todas essas doutrinações.
    A finalidade dessa agenda perversa nada mais é que promover uma sociedade onde os valores morais e éticos serão abolidos e consequentemente a família deixa de existir.
    Esse é o campo fértil para subjugar e oprimir um povo que depois de aderir a isso, estará totalmente imbecilizado.
    O SESC virou um antro vermelho que abusa e desperdiça as verbas que recebe em prol de destruir a sociedade que o mantém!

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