Soros controla hoje um terço dos deputados da União Europeia, denuncia primeiro-ministro húngaro

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A ideia de que o bilionário George Soros estaria interferindo ativamente na política mundial e que poderá controlar países inteiros geralmente foi considerada uma das típicas teorias da conspiração.

No entanto, a questão veio à tona de novo quando o deputado Hollik Istvan anunciou perante o parlamento húngaro que o financista já controla pelo menos um terço dos deputados do Parlamento Europeu,  órgão da União Europeia diretamente eleito, com responsabilidades legislativas, orçamentais e de supervisão.

Istvan se baseou em um enorme registro de documentos internos de George Soros, revelado pelo portal DCLeaks, que enumera os deputados europeus e determina quem é patrocinado por organizações filiadas na Open Society Foundation (OSF), entidade chefiada por Soros. No total, nessa lista aparecem 226 dos 751 deputados do Parlamento Europeu.

Esta “rede” europeia da Open Society Foundation inclui políticos de baixo calibre, mas também outros de grande peso, como o presidente do Parlamento Europeu entre 2012 e 2017, Martin Schulz, o premiê da Bélgica entre 1999 e 2008, Guy Verhofstadt, e o atual líder do grupo socialista europeu, o italiano Gianni Pittella.

“A partir desses arquivos e documentos, podemos descobrir que a rede de George Soros tem uma influência significativa sobre os líderes da União Europeia residentes em Bruxelas”, disse o político aos deputados húngaros.

Hollik Istvan é membro do movimento político Fidesz, do primeiro-ministro da Hungria, Viktor Orban.

Já faz muito que o dirigente húngaro vem tentando combater os projetos de interferência de Soros em seu país. Desde março de 2017, não cessam os litígios para encerrar a Universidade Central Europeia, fundada graças ao dinheiro de Soros em Budapeste e que formou várias gerações de elites políticas da UE.

Nos Estados Unidos e em todo o mundo, Soros e sua sociedade civil de concessão de fundos têm sido a principal causadora de controvérsias relacionadas às tentativas de interferir ou manipular as eleições democráticas e outros processos políticos através do financiamento para “desenvolvimento da democracia”.

As críticas contra Soros incluíram acusações de que o bilionário tentou “desestabilizar” o país durante as eleições de Donald Trump. No mês passado, mais de 150 mil americanos assinaram uma petição da Casa Branca para declarar Soros como terrorista doméstico e para retirar seus bens. A petição, que afirma que Soros está usando sua riqueza para tentar “facilitar o colapso do sistema e do governo constitucional” nos EUA, ganhou resposta oficial da Casa Branca ao coletar mais de 50.000 assinaturas.

As iniciativas de Soros através da OSF incluem apoio financeiro para a Media Matters for America, uma organização de supervisão de combate à mídia conservadora. Durante a corrida presidencial de 2016, Soros apoiou Hillary Clinton e o Partido Democrata, contribuindo oficialmente com mais de US$ 10,5 milhões (R$ 33,3 milhões) para a campanha. O bilionário também apoiou grupos republicanos neoconservadores como o Instituto McCain.

Fonte: Para saber mais sobre o assunto, recomendamos acessar: sputniknews.com

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