Justiça bloqueia R$ 155 milhões de ex-presidentes da Petrobras

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A Justiça Federal do Mato Grosso do Sul deferiu pedido do Ministério Público Federal e expediu liminar decretando a indisponibilidade de bens móveis e imóveis dos ex-presidentes da Petrobras José Sérgio Gabrielli de Azevedo e Maria das Graças Silva Foster, de outros seis ex-diretores da Petrobrás, das empresas Galvão Engenharia e Sinopec Petroleum do Brasil, e dos seus representantes legais, no valor de R$ 155 milhões.

As informações foram publicadas no site da Procuradoria da República no Mato Grosso do Sul.

Na decisão, a Justiça Federal acatou os argumentos do MPF e destacou a existência de atos de improbidade que causaram prejuízo ao erário e ofenderam os princípios da Administração Pública pelos então responsáveis pela Petrobras e pelos representantes remanescentes do Consórcio UFN-III, principalmente pelo fato de a obra não ter sido concluída e estar paralisada, apesar da realização de pagamentos antecipados.

São responsabilizados pela irregularidade os ex-presidentes da Petrobras José Sérgio Gabrielli de Azevedo e Maria das Graças Silva Foster; os ex-diretores da Petrobras Almir Guilherme Barbassa, Guilherme de Oliveira Estrella, Jorge Luiz Zelada, e Renato de Souza Duque; as empresas Galvão Engenharia e Sinopec Petroleum do Brasil, bem como os representantes legais das empresas à época dos fatos.

De acordo com o MPF, os agentes públicos requeridos participaram de diversas reuniões da Diretoria Executiva da Petrobras, onde discutiram, deliberaram e aprovaram os atos que culminaram na pactuação do contrato, cujas cláusulas permitiram o pagamento antecipado irregular às empresas apurado pelo Tribunal de Contas da União (TCU).

 

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  1. Os ladrões, vendilhões da Pátria, estão livres e faceiros, gastando do dinheiro surrupiado dos cofres da Nação. Enquanto isso nossas FORÇAS ARMADAS estão sendo sucateadas e não reagem. Afinal o que está acontecendo com nosso BRASIL?

  2. Luiz, é verdade. Muitas coisas estranhas aconteceram e continuam acontecendo em nosso País. Mas, por parte das Forças Armadas, acredito que há um entendimento de precaução. Em 1985, quando deliberaram pela entrega aos / liberais das ‘DIRETAS JÁ’, o povo foi a rua solicitar : consideraram um ato popular legítimo e constitucional./. Hoje,
    pra retornar também precisam do referendo do povo. Então vamos juntos nessa: I N T E R V E N Ç Ã O M I L I T A R
    JÁ!.///