Novo diretor-geral da PF questionou uso de ‘uma única mala’ como prova contra o presidente

Depois de se dizer lisonjeado com a presença do presidente Michel Temer(PMDB) em sua cerimônia de posse, o novo diretor-geral da Polícia FederalFernando Segovia, disse que o presidente continuará a ser investigado com a “celeridade de todos os outros inquéritos”. A afirmação de Segovia sobre a continuidade das investigações se deu diante da insistência de jornalistas. Em um primeiro momento, o novo diretor-geral havia dito que as investigações contra o peemedebista já tinham sido concluídas.

“Não temos mais nada a executar dentro dessas investigações que estão à disposição do Supremo Tribunal Federal“, afirmou, em relação aos dois inquéritos que apuravam o crime de corrupção, obstrução de Justiça e organização criminosa,  aos quais a Câmara dos Deputados decidiu não dar prosseguimento. Contraditado sobre a existência da investigação sobre possíveis irregularidades na elaboração da MP dos Portos, que supostamente concedeu benefícios à empresa Rodrimar, Segovia voltou atrás e afirmou que Temer “continuará a ser investigado”.

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4 comentários

  1. quando os representantes da própria justiça começam publicamente se digladiando, isso revela que não há unidade que deveria existir, os coloca longe um do outro , e isso só favorece a vil
    criminalidade!.

  2. Essa digladiação entre representantes das instituições republicanas além de favorecer a vil criminalidade, também deixa transparecer mal gerenciamento por parte desses mesmos agentes que não dão a mínima ao interesse público, posto que engajados no interesse corporativista. Isso, claro, é ruim para o pais, que além de parar de crescer ainda se torna mal visto internacionalmente.

  3. Isso parece estorinha de Monteiro Lobato. Com certeza só se a mala estivesse com aquele identificador de propriedade ia ficar indicado que a mala era dele, só a mala, porque o dinheiro com certeza era dele

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