Lava Jato chega a Delfim Neto: R$ 15 milhões em propina

Delfim

A Polícia Federal cumpre, nesta sexta-feira, buscas na casa do ex-ministro e ex-deputado Antonio Delfim Netto. A 49ª fase da Operação Lava Jato, batizada de Buona Fortuna, investiga irregularidades na licitação e construção da Usina de Belo Monte, no Pará.

De acordo com as investigações, o consórcio Norte Energia, responsável pela obra, teria acertado uma propina de 1% do valor total do contrato, cerca de 150 milhões de reais. A parte estimada para o ex-ministro é de 10% desse total, 15 milhões de reais. Investigações já rastrearam, até o momento, o pagamento de 4 milhões de reais a empresas ligadas a Delfim Netto, por meio de contratos fictícios de consultoria.

Os outros 90% da propina paga teria sido dividido igualmente entre agentes políticos do PT e do MDB. A Operação Buona Fortuna inclui apenas os envolvidos sem direito a foro privilegiado e foi determinada pelo juiz federal Sergio Moro. Os demais citados nas apurações serão investigados em inquérito separado, no Supremo Tribunal Federal (STF).

 

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6 comentários

  1. Até que enfim! Eu sabia que o gordo nunca foi santo, e se cavarem mais um pouquinho, vão chegar no Afonso Celso Pastore e os colegas, que na época, esbanjaram dinheiro a rodo. Ikeda, Ogawa, outros nisseis amigos, é só procurar que acham. Eles lavavam em quadros, sítios e esculturas, era uma gastança descarada. Ah, tinha os carros tambem. Se tiver que jurar eu juro, pois vivi com um deles até 1992, sei de muita coisa.

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      1. Fui casada com Akio Ogawa, que fazia parte de um grupo de amigos que eram muito ricos, e eu não entendia nunca de onde vinha tanto dinheiro para todos, que tinham casas, apartamentos, carros e muitos, muitos quadros da Tomie Ohtake e de outros artistas famosos, uma gastança sem limites. Só fui desconfiar de alguma coisa errada quando quis me separar e o meu IR estava coalhado de bens que não eram meus, eu nem conhecia a origem e foi uma briga feia, pois envolvia vários “amigos dele” que ficaram muito bravos, pois eu ameacei não devolver, mas fui ameaçada por eles, Akio Ogawa, Akihiro Ikeda, Paulo Matsumoto, Ibrahin João Elias e outros, um tal de Gallo, enfim todos, tinham algo no meu IR e ficaram malucos com a separação. Eu acabei devolvendo, mas tenho o acordo que fiz com Akio, onde constam várias posses que devolvi, muito bem descritas. Fui altamente prejudicada na separação por conta disso, pois até o advogado fez conluio com ele, e deve ter ganho dos dois lados. Eles tinham veneração pelo Delfim, o professor, como eles chamavam. Tomara que os peguem, eu não tenho medo nenhum, já perdi mesmo, fui usada por eles e ao me rebelar, sofri ameaças de todos.
        Se precisarem de mim, testemunho contra todos.

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    1. Parabéns pela sua atitude, siga em frente, faça sua parte, mas se resguarde com cuidados, pois você está pondo a mão numa caixa de marimbondo, mas não tenha medo, porque a verdade prevalece. Deus te ilumine, proteja, guarde e te abençoe.

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  2. O Paulo certo é Yokota, me confundi com tantos japoneses. Eu só quero justiça, antes dessa operação eu nem tinha chance, mas agora, conto tudo que vivi e sei. Não tenho mais nada a perder, já disse, e não tenho medo de ninguem. Se me mandarem matar, vai ser fácil descobrir quem foi. Mas eu finalmente falei o que me magoava e me deixava de consciência pesada.

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