85% dos professores de história são de esquerda, diz estudo

Um estudo realizado por dois educadores brasileiros mostra que a maioria dos professores de História é de esquerda, uma pesquisa inédita que revela as preferências políticas dos educadores brasileiros.

A pesquisa foi feita com 288 professores de história do Brasil, Argentina, Chile, Uruguai e Paraguai.
Com o título de “Esquerda ou direita? Professores, opção política e didática da história”, a pesquisa revelou que 84,5% dos professores brasileiros disseram preferir siglas de esquerda ou centro-esquerda. Enquanto que 15,5% preferem o centro, centro-direita ou direita.


Os autores do estudo declaram que esses resultados “provocam reflexões sobre o papel dos formadores de professores de História”, o que reforça “a importância de conectar política e didática na constituição da responsabilidade docente”, afirma o artigo.

Patrick Ignaszevski – República de Curitiba

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4 comentários

  1. É esperado esse resultado, a formação deles é feita por marxistas e normalmente os cursos de história são 2 ou 3 opção dos vestibulandos que aceitam o curso de história como consolação. Os professores formados nos últimos 25/30 anos tenderam ao socialismo de cunho libertador, mas na verdade é anarquista… uma pena.

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  2. Realmente as escolas de Historia no nível superior são infestadas pela esquerda. Quando não totalmente preenchidas com professores militantes. Talvez um em cada 10 professores de História, nas Federais, Estaduais e particulares são vermelhinhos.
    Não tem qualquer pudor em transmitir, por vezes de maneira agressiva (ou seja – não permitindo debate ou questionamentos fora do tema), as teorias furadas de seu marxismo cultural como se fossem dogmas históricos e sociais. Abusando da ingenuidade do acadêmico nos 02 primeiros anos (jovens entre 17 e 19 anos de idade) de faculdade, da ignorância já plantada pelos seus professores do secundário, e da crença destes alunos no conhecimento superior do professor que os tem como presença cativa 1 a 3 horas por semana, ou mais.
    Na realidade, surfam no mar da impunidade intelectual, por não terem concorrentes (não necessariamente muito fortes) para debater com eles. E também do escudo de proteção que os diretores de escolas e reitores de universidades, em sua maioria aparelhadas pela esquerda, mantem para salvaguarda-los quando enfrentados.
    As nossas universidades viraram um covil de vagabundos ignorantes, que se sentem “superdotados” e soberbos, como “lulinhas” espalhados pelo mundo do saber. Quando na realidade esses professores são papagaios repetidores de chavões para alunos com pouquíssimo conhecimento, e que não fazem a menor ideia do quanto desconhecem ou não sabem e nunca souberam. São perfeitos desconhecedores de sua profunda ignorância. Talvez não servissem nem para servir cafezinho na sala do Reitor.
    Conheço muito de perto o caso de um jovem que desde o secundário adorava estudar história e sonhava ser um professor de História. No final dos anos noventa fez vestibular para uma Federal e passou entre os primeiros colocados. Em menos de um ano no curso já apresentou as primeiras desilusões. Ali não se ensinava história. Em sala se discutia sobre sexo, drogas (principalmente maconha), as aulas de história e outras matérias correlatas eram baseadas só em livros marxistas. Discutir qualquer outro autor em sala era motivo de gozação e deboche, iniciado pelo professor e logo seguido pela corte de alunos idiotas úteis e ignorantes.
    Bem, antes de concluir o primeiro semestre do terceiro ano ele fechou sua matrícula e desistiu do curso, pois, nesta altura tinha certeza absoluta que estava perdendo seu tempo e a chance de obter conhecimento verdadeiro ficando ali.
    Fez um treinamento numa área técnica, se preparou muito bem, fez estágio e com coragem e muito trabalho abriu uma pequena empresa de prestação de serviços na sua área. Atualmente, tem uma empresa de sucesso, mantém 20 funcionários bem pagos, não faço ideia quantos outros empregos indiretos, rodando a economia com o dinheiro da empresa e trabalha em média 10 a 12 horas por dia. Lê muito, participa de atividades culturais e investe em outras áreas do conhecimento.
    Enquanto aqueles canalhas dos seus professores continuam mamando do governo, imbecilizando os seus alunos, transformando-os em idiotas incapazes, muitas vezes, de se superar. Fumando maconha na sala dos professores. Com um contrato de 20 ou 40 horas/ aula, dando no máximo 50% deste tempo. E até hoje sem ter a menor noção do que significa criar riquezas para seu país, tendo tudo na mão para isto. Mas, infelizmente, uma mente mesquinha ou amesquinhada pelo marxismo, uma arrogância típica dos comunistas e esperando um dia no futuro (sabe-se lá quando) que a sua revolução utópica vai salvar o mundo… Ou seja, um patético ridículo. Que não vale a comida que come e muito menos o ar que respira.
    Para resolver isto não precisa fazer injustiça ou violência, basta regulamentar um PROVA DE REDAÇÃO, obrigatória, onde de uma lista de vários tópicos o professor escolheria um para discorrer em no mínimo quatro folhas de papel A4 pautadas.
    Uma prova nacional, no mesmo dia e horário. E a correção das provas de um estado seria feita em outro: Desenvolvimento do tema, coerência nas explicações e na evolução do texto, uso correto gramatical da língua portuguesa, erros de distribuição do texto, pontuação e ortografia, etc. Não é necessário colocar nenhuma questão ligada a sua área de ensino. Pois, para ensinar qualquer coisa numa universidade ou escola, o mínimo que o professor tem que saber é a sua língua, no caso o Português.
    Quem tirasse menos de 04 (quatro) em 10, seria reprovado e teria que ser relocado para vagas em outras funções que não fossem de ensino superior dentro da Universidade, ou demitidos.
    Esse professor poderia voltar a dar aulas caso fizesse um novo concurso de admissão.
    As notas e as provas seriam colocadas no site da universidade abertas a consulta pelos alunos.
    Desta forma a transparência seria absoluta evitando o ‘mimimi’ e a vitimização comumente praticada pela esquerda.
    Não dou opinião sem conhecimento de causa, atualmente aposentado, fui professor universitário em Federal e privadas desde 1968 até 2007.

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    1. Me considero de esquerda, mas não sou dogmático e não compactuo com mera doutrinação. Concordo, na essência, com seu comentário, e achei muito boa a sua proposta.
      Quanto ao exemplo do estudante com que você o ilustrou, penso que foi um tanto comodista, ou não era suficientemente apaixonado por História, talvez nem tivesse tanta vocação assim pela disciplina e fez certo em buscar outra formação, sendo bem sucedido e dando melhor contribuição para a sociedade, ao exerce-la.

      Primeiro, porque os conteúdos e atividades desenvolvidas em sala de aula nunca são suficientes para quem busca uma formação sólida em qualquer área, é sabido que o aluno tem que estudar e pesquisar por conta própria.

      Segundo porque, a menos que tenha sido discriminado ou perseguido, a sua condição de acadêmico implica sempre em questionar em sala de aula e exercer um papel critico, se preparando para isso. E isso vale até para aqueles que eventualmente comunguem, no geral, com a mesma visão de mundo do professor. A construção do conhecimento só pode se dar pelo debate, ou não vai passar de uma fraude.

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  3. 1- não colocamos nossos filhos nas escolas para receber carga ideologica, quer de esquerda quer de direita, o que constatamos no diálogo com nossos filhos é que são influenciados pela ideologia de esquerda;
    2- colocamos nossos filhos nas escolas para aprenderem história;
    3- como educadores que são deveriam ter consciência da importância que o ensino isento de ideologia é fundamental no desenvolvimento da personalidade e no carater do aluno.

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