Alckmin estuda retorno do imposto sindical para trabalhador

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O pré-candidato à Presidência Geraldo Alckmin (PSDB) se reuniu com o deputado Paulo Pereira da Silva, o Paulinho da Força (Solidariedade), e com dirigentes sindicais para discutir a proposta do Centrão para o financiamento de centrais trabalhistas, como o retorno do imposto sindical.

A proposta permite que negociações trabalhistas aprovadas em assembleia gerem uma contribuição sindical a ser descontada de todos os trabalhadores beneficiados pelo acordo. Para o Solidariedade, as assembleias teriam de ter a presença de ao menos 20% dos trabalhadores da categoria.

Elias Rosa, que assessorou Alckmin na reunião, levou um texto contendo as linhas gerais da proposta. A versão final deverá ser divulgada formalmente pelo Centrão no início desta semana. Caso Alckmin seja eleito, a proposta precisará ainda ser aprovada na forma de lei para se tornar válida.

O Centrão reúne, além do Solidariedade, os partidos DEM, PP, PR, PRB. Na semana passado, o bloco decidiu se coligar com o PSDB para tentar eleger o ex-governador de São Paulo à Presidência da República. Mas, logo após a manifestação de apoio, Alckmin e Centrão entraram em rota de colisão devido ao imposto sindical.

Imposto sindical virou “dor de cabeça” para Alckmin

No sábado, uma declaração no Twitter do presidenciável contra “a volta da contribuição sindical” causou atrito com o bloco. Para minimizar os efeito, o ex-governador paulista afirmou que tratou-se de“uma trapalhada de assessores” das redes sociais.

No domingo (22), Alckmin se reuniu com sindicalistas para discutir uma solução para o financiamento de centrais trabalhistas. Estiveram presentes no encontro dois secretários do governador de São Paulo, Márcio França (PSB): o do Trabalho, Cícero Firmino da Silva, conhecido como Cícero Martinha – presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de Santo André e Mauá -, e o da Justiça, Márcio Elias Rosa (PSB), titular da pasta desde que Alckmin era governador do Estado. Também participaram Luiz Antonio Adriano da Silva, o Luizão – que antecedeu Martinha na administração estadual e é secretário-geral do Solidariedade –, e Eunice Cabral, secretária nacional da Mulher no partido.

De acordo com Paulinho da Força, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM), chegou a propor, antes que o impasse com Alckmin fosse resolvido, aprovar a contribuição sindical já em novembro. Estudou-se a possibilidade de adaptar nesse sentido um projeto do próprio Paulinho, que está sob a relatoria do Bebeto Galvão (PSB-BA).

 

Com informações da Gazeta do Povo.

 

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