3 dos 13 presidenciáveis pagam anúncio em rede social

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uma das ferramentas para alcançar os eleitores, a publicação de anúncios no Facebook ou Instagram (ambos da mesma empresa) teve baixa adesão entre os candidatos à Presidência no início da campanha.

Dos 13 presidenciáveis, 3 pagaram para promover suas postagens entre 16 e 27 de agosto (os primeiros 12 dias de campanha): Guilherme Boulos (PSOL), Henrique Meirelles (MDB) e João Amoedo (Novo), segundo um levantamento do site G1 nos registros do Facebook.

O que diz a lei?

A lei 9.504 diz que o impulsionamento de conteúdo – nome técnico dos anúncios em redes sociais – deve ser feito “apenas com o fim de promover ou beneficiar candidatos ou suas agremiações”. Para alguns juristas, isso impede o pagamento para promover postagens que ataquem outros candidatos. Outros, entretanto, acreditam que a prática é possível dentro de determinados limites.

Isso significa que os candidatos estão autorizados a pagar para impulsionar postagens que promovam ou beneficiem candidatos nas redes sociais desde 16 de agosto, quando começou a campanha eleitoral. Cada anúncio precisa estar identificado e ter sido contratado por partidos políticos, coligações e candidatos e seus representantes.

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