Delação de Marcos Valério, homologada no STF, dinamita ninho tucano em MG

O ministro do Supremo Tribunal Federal, Celso de Mello, homologou, oficialmente, a delação premiada do publicitário mineiro Marcos Valério na Suprema Corte na semana passada. A PF e Polícia Civil foram autorizadas a iniciarem as apurações.

Com relação aos fatos narrados por Valério, referem-se a esquemas operantes no governo de MG, segundo os jornalistas Fernando Zuba e Mariana Oliveira do Globo.com: desvios de recursos públicos na CEMIG e fraude em licitação da construção da Cidade Administrativa (C.A), cuja empreiteira contratada foi a Odebrecht ao custo total final de R$ 1,2 Bilhões.

Marcos Valério não foi o único a apontar fraudes na construção da C.A. Segundo o jornal Estadão, os delatores da Odebrecht já haviam relatado à Procuradoria Geral da República que, por determinação de Aécio Neves, pagaram R$ 5,2 milhões de propina na construção da sede do governo de MG.

Já na CEMIG, é importante o registro que, em 2011, logo após Antônio Anastasia assumir o governo de Minas, Frederico Pacheco, o primo de Aécio Neves, preso em maio de 2017, foi nomeado Diretor da Gestão Empresarial da empresa.

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