Laudo aponta ‘militância esquerdista’ de procuradores que cobram 100 milhões da Havan

Como noticiado semanas atrás, o Ministério Público do Trabalho ajuizou ação civil pública contra Luciano Hang, com pedido de indenização de R$ 100 milhões por “danos morais coletivos”.

O dono da Havan é acusado de coagir seus funcionários a votar em Jair Bolsonaro.

Para se defender, o empresário alega perseguição política e anexa um parecer elaborado pelo perito em crimes digitais Wanderson Castilho.

O documento mostra que cinco dos sete responsáveis pelo ajuizamento da ação possuem algum grau de militância virtual a favor da “agenda esquerdista”.

Uma das procuradoras é signatária de um “manifesto contra o golpe”, que circulou durante o impeachment de Dilma Roussef.

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