Ações judiciais marcam os dois anos do acidente da Chapecoense

No último dia 28 o trágico acidente do voo 2933 da LaMia completou 2 anos. O avião, que caiu na Colômbia, levava 77 pessoas ligadas ao time e apenas 6 sobreviveram. E enquanto o time luta para se manter na elite do campeonato brasileiro, o departamento jurídico corre contra o tempo para que se judicialize algumas questões que ainda não foram resolvidas.

Os advogados entraram com ação contra o governo colombiano e órgãos de controle da aviação da Colômbia, além das seguradoras envolvidas com a apólice de seguro do acidente. Para o clube, as autoridades colombianas precisam ser responsabilizadas pois permitiram que o voo acontecesse, mesmo com todas as irregularidades. Já as seguradoras terão que responder por terem negociado o valor da apólice abaixo do que praticavam meses antes.

A Chapecoense responde por 54 ações civis e trabalhistas movidas por familiares das vítimas. Se todas essas ações resultassem em condenação ao clube, o valor a ser pago chegaria a cem milhões de dólares. O departamento jurídico afirmou que oito conciliações já foram realizadas, mas nenhuma com pagamento à vista. E garante que o caixa do clube depende do rendimento do time dentro de campo.

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