Sem uma direita organizada, França mergulha no caos

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Destino e habitat favorito da esquerda amamentada brasileira, Paris acorda envolta em cinzas, estilhaços e tinta spray. Acostumada a interferir em negócios, nas relações de trabalho e a manter eleitores presos a benefícios sociais, a burocracia francesa não sabe  agora, que o dinheiro está curto, como lidar com demandas de vândalos por mais subsídios e preços artificialmente baixos. É a clientela lulista deles.

Acontece que por lá não teve Trump, Brexit, Salvini ou Bolsonaro. Mesmo a candidata derrotada na última eleição, Marine Le Pen, chamada pela extrema imprensa de “extrema-direita”, é crítica de Bolsonaro e não defende valores judaico-cristãos ou plena liberdade econômica (é a favor de que o aborto siga legal e gratuito naquelas terras). Ao contrário, como é típico da esquerda, inclusive possui histórico familiar antissemita.

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