Presidente poderá escolher 11 reitores de universidades federais neste ano

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Uma luz no fim do túnel para quem já estava desacreditado das universidades federais, que se tornaram ilhas socialistas e reduto da esquerda brasileira. O presidente Jair Bolsonaro poderá escolher o reitor de 11 instituições federais em 2019. As indicações serão feitas após a edição de um documento, nos últimos dias da gestão Michel Temer, que modifica o critério para a nomeação dos reitores nas instituições. Trata-se de uma nota técnica do Ministério da Educação assinada no dia 13 de dezembro de 2018, durante o processo de transição.

O documento diz que são ilegais consultas internas para escolha de reitor nas quais o peso do voto dos professores é menor do que 70%.

A proporção contraria a prática de muitas universidades federais, que adotam processos de escolha nos quais o voto de cada categoria (alunos, professores e funcionários) tem peso de um terço do total. Um mapeamento da UnB (Universidade de Brasília), de 2012, mostrou que 37 das 54 federais usavam esse sistema, chamado de paritário.

Para evitar questionamentos legais, as universidades tratam a votação paritária como uma consulta informal. A eleição oficial é feita por colegiados que seguem o peso de 70% dos votos para os docentes, como está previsto na lei. Esses órgãos costumam referendar o resultado das consultas paritárias.

A nota também impede, como por vezes ocorre, o envio de listas com menos de três nomes ao presidente, a quem cabe a escolha final. Desde o governo Lula, o primeiro colocado tem sido o indicado.

Uma das universidades que faz consultas informais paritárias é a UFRJ (federal do Rio de Janeiro). Em 2014, o atual reitor Roberto Leher ficou em segundo lugar por pequena margem entre os professores no processo, mas venceu com folga entre os alunos. Acabou em primeiro da lista tríplice.

Filiado ao PSOL, ele é não é o único esquerdista membro da reitoria. A vice-reitora Denise da Rocha Santos, o pró-reitor de pessoal Agnaldo Fernandes da Silva e a pró-reitora de extensão Maria Mello de Malta. E nem é necessário lembrar que o Museu Nacional, que ardeu em chamas no ano passado, era de responsabilidade dessa turma que está preocupada em militar e comprova incompetência gerindo uma universidade.

Se a UFRJ fosse um caso isolado o problema seria de mais simples resolução. Porém até as *capivaras do Parque Barigui sabem que pisar em uma universidade federal significa entrar em terras socialistas, onde não há chance de se pensar diferente. Se for contra as teorias doentias da esquerda está com as notas em risco e jamais conseguirá adentrar para um mestrado ou doutorado. A regra é essa e quem manda dentro das universidades são os esquerdistas. Professores socialistas mas com salários de causar rubor até nos mais capitalistas.

As outras universidades que terão seus reitores indicados pelo presidente são a UFC (federal do Ceará), UFGD (Grande Dourados), UFMA (Maranhão), UFPE (Pernambuco), UFRB (Recôncavo da Bahia), UFRN (Rio Grande do Norte), UFV (Viçosa), UFVJM (Vales do Jequitinhonha e Mucuri) e Unirio (Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro).

Uma boa notícia para voltarmos a recuperar a esperança nas universidades federais do nosso país. Que seja o começo de uma limpeza geral.

 

*Um dos parques mais conhecidos de Curitiba é o Barigui. E lá residem muitas capivaras. Aqui na “república de Curitiba” quando queremos falar que algo é de conhecimento de todos, dizemos que “até as capivaras do parque Barigui já sabem”.

Fire Destroys Iconic National Museum of Brazil
Resultado de uma gestão incompetente da UFRJ. A esquerda aonde põe a mão faz terra arrasada.
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