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O ministro da Justiça Sérgio Moro, que participará do Fórum Econômico Mundial, dirá no evento que a corrupção “prejudica negócios legítimos, aumenta os gastos públicos sem proveito coletivo e diminui recursos para serviços essenciais como educação e saúde”.

Sérgio Moro será apresentado como o ministro responsável por desenvolver um plano nacional de combate à corrupção.

No primeiro discurso de Bolsonaro, ele vai destacar que o Brasil entrou numa nova era e que não aceitará mais atos de corrupção, o que dará garantia e condições iguais para as empresas que desejam investir no Brasil.

Seguindo na mesma linha do Bolsonaro, Moro transmitirá também a mensagem de que o “combate firme à corrupção e à impunidade” é um compromisso do governo brasileiro, em sintonia com os compromissos assumidos nos foros internacionais, e também irá dizer que a corrupção acaba “fraudando concorrência” e “vicia os gestores públicos”.

Além do Ministro da Justiça, também integram a comitiva presidencial os ministros Paulo Guedes (Economia) e Ernesto Araújo (Relações Exteriores). O chefe da equipe econômica será o encarregado de detalhar as medidas para enfrentar a crise fiscal brasileira, cuja prioridade será a aprovar a reforma da Previdência Social.

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