Para Juíza de SC rapaz com fuzil na mão não representa perigo e merece ficar solto

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A soltura de um suspeito em Florianópolis com armamento pesado está causando comentários em todo o país. O rapaz de 20 anos portava um fuzil AR-15 e é suspeito de integrar uma facção criminosa catarinense. Foi preso sexta-feira à noite no bairro Monte Verde, área constantemente monitorada pela Polícia Militar (PM) por conta do tráfico de drogas. A PM tinha informações de que o rapaz seria o responsável por guardar o armamento da organização.

A prisão em flagrante, porém, ganhou repercussão após uma decisão da juíza Ana Luisa Schmidt Ramos. Em audiência de custódia, no sábado, ela determinou que o rapaz fosse solto. O fato de ele ser réu primário embasou o relatório da magistrada. Minutos depois, a determinação da juíza ganhou as redes sociais com postagens do comandante-geral da PM-SC, coronel Araújo Gomes, e de outros oficiais da corporação. Durante o sábado, o assunto ganhou engajamento de representantes da Ministério Público e outros órgãos em diferentes Estados brasileiros.

A revolta aumentou com a determinação para que o comando-geral se manifestasse do motivo de ele ter sido detido sem camisa. Uma das principais críticas dos policiais ao modelo da audiência de custódia é justamente os questionamentos constantes dos magistrados ao tratamento dado às pessoas detidas no momento da prisão. Com o pedido da juíza, a PM teria então 48 horas para se manifestar sobre a falta da camisa.

O caso atual ainda remeteu a uma decisão semelhantes da mesma magistrada, em maio de 2017, quando ela soltou, também em audiência de custódia, quatro homens presos com forte armamento no Norte da Ilha, em Florianópolis. A magistrada é conhecida pelos posicionamentos “garantistas”. Nesta linha do direito, é colocado em destaque a presunção de inocência.

Desta vez, em 12 horas a soltura do suspeito do fuzil foi revertida. A promotora Angela Valença Bordini recorreu da decisão inicial ao TJ. Com o posicionamento do Ministério Público, a desembargadora substituta plantonista, Bettina Maria Maresch de Moura, determinou a prisão do rapaz no começo da madrugada deste domingo, em uma medida excepcional. Na mesma decisão, ela extinguiu a necessidade de explicações sobre a falta da camisa. Uma atitude correta e exemplar da desembargadora, que foi racional e íntegra em sua decisão.

O TJ divulgou uma nota neste domingo para esclarecer que o episódio “observou os preceitos constitucionais que garantem tanto a autonomia para julgamento dos magistrados quanto o duplo grau de jurisdição”. E é justamente aí que mora o problema. A magistrada Ana Luiza Schmidt Ramos já é conhecida por seu posicionamento por vezes tendencioso, deixa claro sua afinidade com o movimento feminista e lhe agrada garantir os direitos dos bandidos, mesmo que este seja um grande perigo para a sociedade.

O que passa na cabeça de uma juíza que decide soltar um cidadão que estava com um fuzil na mão e munição? E a capacidade de alegar que um sujeito desse não oferece perigo à sociedade? O trabalho de inteligência executa um exaustivo e arriscado trabalho, consegue efetuar a prisão e a juíza questiona que ele foi preso sem camisa? Até aonde vai o limite da ideologia dos magistrados esquerdistas?

Fica claro agora para alguns a importância da varredura de reitores e professores que transformaram as universidades públicas em redutos esquerdistas. Eles formam esse tipo de profissional, que defende bandido por amor a Marx mas que mora em bairro nobre e possui segurança privada. A polícia prende, a justiça solta e a sociedade paga o mais alto preço.

Curta República de Curitiba
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Um comentário

  1. A juíza Ana Luiza não tem qualquer respeito pelo povo que paga o salário dela. Pensa que pode impor uma visão de justiça particular e esquerdista. Totalmente contrária à opinião da maioria de nossa população, conservadora e cristã. Que respeita os cidadãos sem discrimina-lós mas exige de si e de todos que assumam as consequências do que fazem ou falam.
    Esta juíza não leva em consideração os crimes que este indivíduo com um fuzil na mão favorece ou faz. E possivelmente é “ primário fake” pois deve ter vários crimes e parcerias com crime enquanto tinha menos de 18 anos.
    Ainda bem que nem todas são assim, doentes e esquerdalhas, parabéns a Desenbargadora que agiu rápido e de maneira eficiente.
    Interessante é que estas juízas se pegam um motorista com 0,0001 de álcool detectado no bafometro. Por uma cerveja que bebeu no almoço, mesmo sem estar embriagado, retira sua carteira, multa de mais de 3.000,00, e prisão de 4 a 6 anos.Tudo por uma possibilidade de cometer uma falta na direção hipotética que não ocorreu!!
    Se vc não for bandido, e tiver o direito de posse de arma em dia, mas for pego pela policia levando no seu carro a arma, mesmo desmuniciada, para um clube de tiro onde vc é inscrito e deseja treinar, vc pode ir preso e pagar multa.
    Mas, o bandido é vítima da sociedade e eu sou opressor!! Quanta babaquice!!!
    Quanta falta de proporção e bom senso!!
    Temos que acabar com o reinado destes juízes “reizinhos”!!
    Espero que os novos tempos que estamos entrando mudem esta anomalia definitivamente!