A frustração da mídia que tenta emplacar mentiras mas é desmascarada diariamente

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A imprensa brasileira tradicional está realmente em maus lençóis. Desde a posse do presidente Jair Bolsonaro os veículos tentam a todo custo desgastar sua imagem e causar desgovernabilidade. Não querem admitir que a esquerda que antes os sustentava agora não tem mais poder. Soltam uma notícia dando ar de urgência e causam gargalhadas na população, que já não acredita no conteúdo que é produzido pelos jornalistas adeptos do petismo.

Essa semana a imprensa levou mais uma de doer as ancas. Durante dias alardearam movimentações suspeitas na conta de Flávio Bolsonaro, eleito senador, no período de junho e julho de 2017. Movimentações estas apontadas pelo Coaf, que viu problemas nestes depósitos.

E depois de muito falatório e acusações Flávio resolveu dar uma entrevista para a TV Record onde explicou que as movimentações foram realizadas devido a venda de um apartamento na zona sul do Rio de Janeiro. Mostrou que tinha documentos que comprovam a venda e os depósitos mas não expos o conteúdo dos papéis, explicando que primeiro e por respeito à justiça precisa levar esses documentos para os responsáveis pela investigação.

No outro dia o comprador do imóvel, um ex jogador de vôlei de praia, afirmou que comprou o imóvel de Flavio e que fez esses depósitos em sua conta para quitar o valor que faltava do apartamento. Pronto, a imprensa murchou feito flor ao meio dia.

E hoje o jornal O Globo divulgou uma matéria onde afirma que Flávio tem ligações com a morte de Mariele Franco. Sim, eles chegaram a este nível de fakenews! O pavor de ficar sem a polpuda verba pública os deixou ensandecidos. Até entendemos o fato de tamanho desespero, afinal deixar de ganhar milhões por ano deve ser bem ruim. Mas tentar jogar o nome de pessoas na lama e não medir esforços para desestabilizar a política de um país já se torna algo criminoso.

Vamos continuar tentando explicar para a grande mídia que os brasileiros não acreditam mais nela, não querem mais saber as informações via meios tradicionais, não dão mais credibilidade para os que eram grandes nomes do jornalismo. Salvo algumas exceções que conseguiram se desligar desse sistema sujo, como Alexandre Garcia, Augusto Nunes e Boris Casoy.

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