Diante das acusações a Flávio, Bolsonaro age ao contrário de Lula e desarma assalto ao governo.

O início do Governo Bolsonaro foi marcado pela mudança. Ao invés de nomeações ditadas pelos partidos do Congresso, Bolsonaro preencheu ministérios e estatais com nomes técnicos, vindos das forças da militares, agentes da Lei e técnicos financeiros.

Ao mesmo tempo, o governo enfrenta pressões de lobbies internacionais (ambientalistas, antissemitas, migratórios e de liberação sexual) e de grande parte da mídia.

A mídia tradicional depende de concessões e verbas de governo, anunciantes ligados a esses lobbies estrangeiros e, muitas vezes, é de propriedade de famílias tradicionais de políticos do Congresso. Requer muita coragem, patriotismo e fé no respaldo do povo, da renovação e das bancadas conservadoras, do Congresso, do mercado e dos militares para ousar esse início de governo.

A mídia, fora o alinhamento ideológico hegemônico à esquerda, tem todo os interesses, em especial de verbas de publicidade, para achacar e, em último caso, derrubar o governo independente.

Assim, é remoto que tenha sido por acaso a ritmada sequência de notícias envolvendo um nome (Flávio) Bolsonaro, bem na semana do Fórum Econômico Mundial, da revisão das verbas de publicidade pelo General Santos Cruz, ocultando o escândalo dos financiamentos pelo BNDES, com recursos do Tesouro, de obras de Odebbrecht e Cia em Cuba e Cia na era do PT.

A manobra vinha dando certo, inclusive com apoio de segmentos liberais (traidores) da direita, inclusive deputados que receberam votos de eleitores de Bolsonaro, ressentidos com o não loteamento do Executivo e envaidecidos com seu alcance em redes sociais.

A pauta se mantinha firme e a esquerda já se sentia à vontade para equiparar os envelopes do assessor à cleptocracia petista. Bolsonaro joga um balde água fria. Ao invés do “não sei de nada” de Lula e da ausência de investigação sobre a o enriquecimento do seu filho (que antes do poder era zelador de zoológico), Bolsonaro mantém as virtudes consagradas pelo voto popular e diz: “se ficar provado que errou, vai ter que pagar”.

E é isso, nada mais que isso que Jair Bolsonaro disse. Conhecedor dos meandros da política carioca, sabe ser possível o cometimento de desvios comuns naquele ambiente, naquela época, mas inaceitáveis para a Lei e para a moral dos seus eleitores.

Seja pela dimensão das condutas, seja pela resposta do Presidente, seja pela ausência de reconhecimento de culpa pelos que hoje acusam, não há nada que se possa comparar com a velha política, em especial do PT, nem nada que justifique que segmentos da direita, liberal em especial, traiam seus eleitores para formar coro com as piores espécies de extorsões do jogo político brasileiro.

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