A Rússia afirmou nesta quinta-feira, 24, que Nicolás Maduro é o presidente legítimo da Venezuela e que tentativas externas de usurpar o poder descumprem com a lei internacional. Outros países, como a China e a Turquia, também disseram ser contra uma eventual interferência dos Estados Unidos sobre as decisões internas em Caracas. Mas já circula a notícia de que Maduro estaria planejando sua fuga.

Na quarta-feira 23, em meio a protestos contra o segundo mandato de Nicolás Maduro, o presidente da Assembleia Nacional da Venezuela, Juan Guaidó, da oposição, se declarou presidente interino do país, gesto reconhecido pelos governos dos Estados Unidos, do Brasil e outros países da América Latina.

Apoiando diplomaticamente Juan Guaidó, o Itamaraty orientou seus diplomatas em Caracas a responder apenas ao presidente da Assembleia Nacional, considerado desde quarta-feira, 23, como a única autoridade da venezuela legítima e reconhecida pelo Brasil.

Ao Estado, o chanceler Ernesto Araújo indicou que não vai retirar da Venezuela os diplomatas brasileiros. “Eles ficam”, disse na manhã desta quinta-feira, 24, em Davos, na Suíça. Outra orientação, segundo ele, seria a manter contatos apenas com a equipe de Guaidó.

Até o momento as informações são de que 13 manifestantes já foram mortos em confronto com a polícia. A tensão em Caracas é grande mas os venezuelanos seguem pedindo o fim da ditadura socialista de Maduro.

Nós do República de Curitiba apoiamos Juan Guaidó para que consiga reestabelecer a democracia roubada por um governo socialista e corrupto. Nós aqui do Brasil conseguimos derrubar uma facção criminosa chamada PT atráves das urnas, pois felizmente não chegamos nessa situação de caos. Acreditamos que os venezuelanos também conseguirão a democracia de volta e a reconstrução do país.

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