Festival de Berlim é aberto com gritos de “ele não” e “Lula livre”

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Vergonha alheia define o que aconteceu ontem no Festival de Berlim, na Alemanha. A equipe do filme “Marighella”, o guerrilheiro de extrema-esquerda, gritou durante a abertura do festival “Ele Não”, “Marielle Presente” e “Lula Livre”.

Wagner Moura, diretor do filme, desfilou com uma placa com o escrito “Marielle Presente”. Além disso, cerca de 30 brasileiros fizeram militância na beira do tapete vermelho. Os atores Bruno Gagliasso e Seu Jorge também estavam presentes no evento por fazerem parte do filme.

O próprio ator Wagner Moura admitiu à imprensa que seu filme foi feito para “disputar a guerra de narrativas” que existe hoje na política brasileira. Para ele, se trata de uma “resposta ao conservadorismo”. A produção custou 10 milhões de reais e foi filmado em 2017. Ainda não há data confirmada para a estreia do filme no Brasil.

Dá para imaginar a cara dos alemães tentando entender o que significava “ele não” e “Marielle presente”. A esquerda não pode ver uma vergonha que já quer passar.

Só no Brasil que artistas transformam bandidos em heróis e criam toda uma narrativa para provar que toda aquela ficção é pura verdade. A glamorização de um homem que  realizou uma série de assaltos a banco na cidade de São Paulo para arrecadar dinheiro para a manutenção dos comunistas, além de outros diversos crimes praticados por ele. O que nos resta é não gastar nosso dinheiro (que já foi gasto financiando esse filme) e nosso tempo assistindo a uma produção que vangloria guerrilheiro.

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