Começou a tramitar no dia 14 de fevereiro, na Assembleia Legislativa de Minas Gerais, um projeto que pretende inserir o “gênero X” nas certidões de nascimento. A opção serve para os pais que queiram deixar seus bebês como gênero neutro. Se virar lei, a opção para quem não se define como homem ou mulher também poderá ser adotada por adultos.

O “gênero X” é a nomenclatura que passa a ser uma terceira opção entre o feminino e o masculino e passou a vigorar em janeiro deste ano em Nova Iorque (EUA) para a identificação do sexo dos recém-nascidos nos cartórios.

Resumindo, os pais deixarão por escolha do filho escolher se ele quer ser menino ou menina. Parece absurdo e realmente é. Esse fato é um grande sinal de que a ideologia de gênero ganha cada vez mais força.

 O autor do projeto, Alencar da Silveira, afirmou que “com o presente projeto, espera-se mostrar aceitação em meio a um aumento na violência contra os transgêneros, além de facilitar o dia a dia dessas pessoas, que são seguidamente questionadas e assediadas quando precisam se identificar com documentos”.

O chamado gênero X é usado para designar bebês intersexuais, que teriam características que fogem do padrão do que se entende por masculino ou feminino. O termo também atende a adultos “não-binários”, que não se reconhecem como homem ou mulher. Mas como essas pessoas dizem que um bebê é intersexual? Um bebê que a vida se resume a mamar e dormir já pode dar sinais de alguma coisa neste sentido? A sandice desses progressistas realmente não tem limites.

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