No ofício em que determina uma série diligências, decorrentes da delação de Antonio Palocci, o delegado Filipe Pace também cobra um pente-fino nos registros de entregas do doleiro Alvaro Novis e da Odebrecht.

Pace relaciona planilhas extraídas do sistema de propinas da empreiteira que somam R$ 59,7 milhões em entregas de dinheiro vivo, em diferentes endereços de São Paulo.

“É imprescindível que as respostas sejam apresentadas com riqueza de detalhes, a permitir, na medida do possível, a identificação do recebedor dos recursos, o efetivo endereço das entregas, o valor, as senhas e responsável (com dados qualificativos) pelas entregas dos valores.”

Sérgio Cabral condenado a 197 anos de prisão acaba de confessar o recebimento de muitos milhões em propinas, imagina os valores do ex-presidente Lula. É esse dinheiro que a polícia quer encontrar.

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