Estadão ameaça processar quem compartilhou conteúdo de sua jornalista anti- Bolsonaro

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Sabíamos que a extrema imprensa estava perdida, mas ninguém imaginava que era tanto. No último fim de semana veio à tona uma reportagem que caiu como uma bomba para o jornal Estadão. Uma de suas jornalistas concedeu uma entrevista para um jornalista francês, que estava escrevendo uma matéria sobre a relação da imprensa brasileira com Bolsonaro.

No artigo, Rhalib revela áudios de uma conversa com a jornalista do Estadão Constança Rezende. Segundo o francês, a jornalista, que foi a primeira a denunciar o filho de Jair Bolsonaro, atacou Flávio apenas para atingir o presidente e arruinar seu mandato.

“Esta jornalista do Estadão se chama Constança Rezende, a primeira jornalista a publicar artigos sobre Flavio Bolsonaro, filho de Jair Bolsonaro. Nós cavamos e, felizmente a repórter concordou em conceder uma entrevista por telefone que gravamos para compreender suas motivações. Ao final, saímos com um registro que mostra uma imagem catastrófica dos meios de comunicação locais e instituições governamentais.” afirma Rhalib.

O áudio dela veio a público e isso se tornou um tsunami. O Estadão se calou por dois dias, logo após esse tempo se pronunciou dizendo ser fake news, mesmo tendo o áudio e o jornalista francês reafirmando tudo. E agora resolveu ameaçar os leitores que compartilharam tal conteúdo.

O título da matéria da ameaça afirma que “Sites que produziram matéria com fake news de jornalista do Estado podem ser punidos” e o subtítulo diz que “pessoas que compartilharam conteúdo nas redes também podem ser julgadas na esfera cível”.

Vale lembrar que nenhum site produziu nada, apenas foi divulgado o artigo do jornalista francês e o áudio que ele forneceu.

Ao invés de assumir que está mesmo a trabalho de derrubar o governo, o jornal decide partir para a censura mais esdrúxula e insensata. Processar leitores que compartilharam o conteúdo? Nós não vivemos na ditadura venezuelana, aquela que jornais como o Estadão não chamam de ditadura e que gostariam de impor aos brasileiros.

É triste ver o jornalismo morrer por seu próprio veneno. Talvez um dia a extrema imprensa entenda que a informação não é mais sua posse exclusiva e que os cidadãos não acreditam mais na lenda da imparcialidade.

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