Toffoli, o “João de Deus” do Judiciário

Publicado por

Novas denuncias de abusos cometidos por Toffoli e seus companheiros começam a surgir, demonstrando que a prática da mordaça vem sendo utilizada com frequência por integrantes do judiciário para constranger possíveis denunciantes, ocultar práticas criminosas e inibir a investigação de delitos cometidos por eles mesmos.

Bolsonaro foi um dos primeiros a sofrer com a censura dos membros do judiciário após a criação em novembro de 2017, por parte de Gilmar Mendes, do Conselho Consultivo sobre Internet e Eleições, após ter denunciado através de um vídeo gravado no leito do Hospital Albert Einstein o risco da ocorrência de fraude nas eleições.

O vídeo precisou ser retirado da rede mundial de computadores após decisão do TSE, que considerou falsas as informações passadas por Bolsonaro a respeito da fragilidade do sistema eletrônico de votação.

O PT, como era de se esperar, comemorou a censura, considerada pelo partido como uma vitória histórica, conforme publicado no site abaixo, que leva o nome do presidiário Lula

Após este evento novos atos de censura se seguiram, sendo obrigados a retirar do ar suas páginas os sites Transparência Eleitoral e Brasil Paralelo, que vinham denunciando falhas nas urnas eletrônicas e atos ilícitos cometidos pelo TSE contra a lisura e a segurança do processo eleitoral, entre os quais procedimentos irregulares testemunhados e denunciados ao Ministério Público de São Paulo por cidadãos, entre os quais Amilcar Brunazo Filho, Engenheiro especializados em segurança eletrônica. Abaixo link para o depoimento do Eng. Amilcar:

A denuncia acima foi feita por Brunazo imediatamente após este ter constatado irregularidades verificadas no procedimento de auditoria das urnas eletrônicas feito pelo TSE na sede do TRE em SP, na qual por incrível que pareça o objeto da perícia foi substituído durante a mesma. O alerta de Amilcar foi rotulado como notícia falsa pelo TSE, conforme publicado no site do tribunal.

http://www.tse.jus.br/hotsites/esclarecimentos-informacoes-falsas-eleicoes-2018/auditoria-nas-urnas-eletronicas-em-sp-nao-teve-exito.html

Como demonstram os fatos, não foi só em Abadiânia que os abusos cometidos com frequência por delinquentes passaram despercebidos. Nas terras do Coronel Gilmar, somente após a revista Crusoé e o site O Antagonista terem sido violentados em seus direitos é que a prática da mordaça utilizada por integrantes do judiciário para ocultar seus delitos passou a ser de conhecimento público. Pelo jeito Toffoli e seus companheiros devem pensar ser o Brasil um país de tolos!

Curta República de Curitiba
error
Anúncios