Questões não conhecidas, subjugam a esfera jurídica, criando os problemas observados no STF e no TSE

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Quase um ano após ter sido denunciado na Polícia Federal por crime de falso testemunho, Giuseppe Janino continua à frente da Secretaria de Tecnologia da Informação do TSE, fazendo chacota de quem questiona a utilização das urnas eletrônicas.

Janino conta com a total confiança dos ministros do STF, mesmo os que não fazem parte da chamada banda podre do tribunal.

Os dois últimos presidentes do TSE, Luiz Fux e Rosa Weber, já foram formalmente alertados sobre a situação, mas jamais tomaram providencias no sentido de afastar o servidor, ainda que provisoriamente, até que o caso seja esclarecido. Tão pouco abriram um processo investigativo interno, o que demonstra negligência e dá indícios de uma possível conivência, dada a importância do assunto, já que o denunciado é o principal responsável pela segurança do sistema eletrônico de votação no TSE, através do qual se tornam detentores e agentes dos poderes os candidatos.

Rosa Weber chegou a ser questionada publicamente sobre a questão em coletiva de imprensa uma semana antes do segundo turno das eleições de 2018.

Qual foi a atitude da ministra, presidente do TSE? Na mesma semana o site que era representado pelo jornalista que fez o questionamento

na coletiva de imprensa foi obrigado pelo TRE de SC a retirar sua página do ar, acusado de estar disseminando fake news.

Foi de Janino o parecer técnico que deu lastro aos ministros do STF por ocasião da suspensão da lei do voto impresso, em junho de 2018. Nesta ocasião a denúncia na Polícia Federal já havia sido feita, mas para os ministros isso não teve a menor importância.

Segue link com a denúncia:

https://republicadecuritibaonline.com/wp-content/uploads/2019/04/Doc-13-de-jun-de-2018-23-29.pdf

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