O STF divulgou nesta sexta-feira (26 abr.), informações sobre um pregão eletrônico para “serviços de fornecimento de refeições institucionais”, com gasto estimado de R$ 1,134 milhão, que se refere à contratação de um fornecedor para as refeições servidas pela Corte, conforme suas necessidades.

Na lista estão incluídos:

  • Produtos para pratos como bobó de camarão, camarão à baiana e “medalhões de lagosta com molho de manteiga queimada.
  • Bacalhau à Gomes de Sá, frigideira de siri, moqueca (capixaba e baiana), arroz de pato.
  • Vitela assada; codornas assadas; carré de cordeiro, medalhões de filé e “tournedos de filé”, com molho de mostarda, pimenta, castanha de caju com gengibre.
  • Vinho tinto fino seco, tem de ser Tannat ou Assemblage, contendo esse tipo de uva, de safra igual ou posterior a 2010 e que “tenha ganhado pelo menos 4 (quatro) premiações internacionais e deve ter sido envelhecido em barril de carvalho francês, americano ou ambos, de primeiro uso, por período mínimo de 12 (doze) meses.
  • Se a uva for tipo Merlot, só serão aceitas as garrafas de safra igual ou posterior a 2011 e que tenha ganho pelo menos quatro premiações internacionais, envelhecido em barril de carvalho, de primeiro uso, por período mínimo de 8 (oito) meses.
  • Vinhos brancos, “uva tipo Chardonnay, de safra igual ou posterior a 2013”, com no mínimo quatro premiações internacionais.
  • Caipirinha deve ser feita com cachaça de alta qualidade, envelhecidas em barris de madeira nobre por 1 (um) ou 3 (três) anos.
  • Uísques de malte, de grão ou sua mistura, têm que ser envelhecidos por 12, 15 ou 18 anos.

Enquanto brasileiros passam fome o STF esbanja com o nosso dinheiro, uma verdadeira vergonha.

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