Pelo andar da carruagem não se pode esperar nada de bom do Advogado Geral da União escolhido por Bolsonaro para chefiar a AGU.

Na live de Bolsonaro, transmitida na quinta-feira passada, o advogado tornou a dar aval ao inquérito ilegal de Toffoli e Alexandre de Moraes, mesmo após manifestações contrárias ao inquérito por parte do próprio presidente, da PGR, de alguns ministros do STF e de diversos juristas, como Janaína Paschoal e Modesto Carvalhosa.

Na mesma live André Mendonça cogitou a possibilidade de o BNDES emprestar dinheiro para Cuba e Odebrecht. Não disse que era brincadeira.

A depender de suas referências, ele possivelmente entende que emprestar dinheiro à Cuba é algo muito normal.

Toffoli, quando esteve à frente da AGU no governo Lula, deu um grande impulso na carreira de André Mendonça na instituição.

Em recente entrevista, Mendonça afirmou que procuraria o presidente do Supremo para discutir um “programa sistêmico de resolução consensual de conflitos”.

E explicou: “A ideia é fazer isso capitaneado por ele, para que ele seja esse grande líder.”

A pergunta que fica no ar é: de onde saiu a indicação deste cidadão para o cargo de Advogado Geral da União?

O fato é que André Luiz Mendonça não era um dos nomes da lista tríplice que foi apresentada ao presidente durante o governo de transição.

Tem caroço nesse Angu. Cabo Daciolo diria que é coisa do Demônio. Ou seria do SS-TF?

Deixe um comentário

%d blogueiros gostam disto: