Cesar Maia (DEM), pai de Rodrigo Maia presidente da Câmara dos deputados, foi acusado de receber propina da OAS por meio de contrato fictício com o escritório de Sérgio Bermudes, um dos mais conhecidos advogados do país, segundo depoimento do ex-executivo da OAS e delator da operação Lava Jato, Marcelo Tadeu.

Marcelo Tadeu era um dos responsáveis pela geração de caixa 2 usado para pagamento de suborno, em sua delação ele disse que recebeu uma ordem, em 2013, para que fizesse contato com o escritório de Bermudes para viabilizar pagamentos cujo destinatário seria Cesar Maia, ordem essa que foi dada pelo então presidente da OAS, Léo Pinheiro.

Segundo o delator foi repassado para a firma de Bermudes R$ 360 mil em honorários, e nenhum serviço foi prestado à empreiteira.

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