CARTA ABERTA ao ex-futuro falso mártir KENNEDY ALENCAR

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CARTA ABERTA ao ex-futuro falso mártir KENNEDY ALENCAR acerca da EJEÇÃO DE DEJETOS FECAIS DIRIGIDOS AO BOM POVO DE JARAGUÁ DO SUL, AO MINISTRO MORO E A TODOS OS SERES HUMANOS DECENTES, além de lhe questionar quando os mais de R$ 16 milhões, recebidos do PT pela gráfica fantasma de Beckembauer Rivelino de Alencar e Muller de Alencar, seus irmãos, serão devolvidos (PROVAS DO TSE – http://cdn.tse.jus.br/…/ANEXO_28_DESPESAS_PAGAS_SETEMBRO_8.…):

Senhor Kennedy Alencar – Paz e Bem!

Com nossos cumprimentos, pedimos vossa atenção para algumas observações que entendemos oportuno registrar.

Na última noite (dia 17 de julho do ano da graça do Senhor de 2019), após as orações dirigidas ao amado Criador, ao deitar-me, sintonizei a rádio CBN Vale do Itajaí, objetivando conhecer os resultados dos jogos de futebol programados: sou torcedor do “Tricolor dos Pampas”, mas também apreciaria a vitória do Club Athletico Paranaense e do nosso coirmão Sport Club Internacional: questão de proximidade geográfica. E um Gre-Nal decidindo a Copa do Brasil seria um feito para nós do Sul.

Mas cansado, após um dia intenso de trabalho, adormeci. E eis que às 3h23min desta madrugada acordo ouvindo o Senhor Kennedy Alencar proclamar algo como “darei o meu sangue para defender o Estado Democrático de Direito”. Pensei: estamos em guerra civil ou o Brasil foi invadido.

Entretanto, ouvindo mais – do longo pronunciamento do Senhor Kennedy Alencar – entendi: O Senhor Kennedy Alencar tinha participado, como de forma habitual, do Jornal da CBN 2ª. Edição, apresentado pelo jornalista Roberto Nonato e estava seu longo pronunciamento sendo reprisado pelo programa CBN Madrugada, apresentado pelo também jornalista Paulo Galvão.

Percebi que não havia, ainda, sido declarada formalmente a Guerra Civil, mas que o Senhor Kennedy Alencar realizara um longo pronunciamento sobre o cancelamento da participação da Dona Miriam Leitão e do Senhor Sérgio Abranches na Feira do Livro de Jaraguá do Sul, aqui no nosso estado Barriga-verde.
Em defesa da Democracia, o Senhor Kennedy Alencar propôs-se até a se imolar, derramar seu sangue. Ouvindo mais atentamente a longa e dramática declaração, percebi – pela vossa narrativa – que defender o ‘Estado Democrático de Direito’ é defender a prisão de Sergio Moro, dos procuradores da República que estão nos trabalhos de investigação na primeira instância da Justiça Federal do Paraná, de forma especialíssima, o procurador da República Deltan Dallagnol, coordenador da força-tarefa da Operação Lava Jato.
Para restaurarmos o ‘Estado Democrático de Direito’, na visão do Senhor Kennedy Alencar, também seria necessário um retumbante e flamante brado forte de “Viva a Corrupção!” e de “Viva os Corruptos!”, acompanhado da libertação do presidiário de Curitiba e de todos que lhe prestam culto e ainda se encontram presos ‘injustamente, vítimas do ódio da Polícia Federal, da sanha condenatória do Ministério Público Federal e de um ‘juiz ladrão’*’ (*direito autoral do seu Glauber, dado à luz por quem é ré em mais de 40 processos – fonte: https://www.jusbrasil.com.br/…/maria-da-saudade-medeiros-br…)

Evidentemente que o Senhor Kennedy Alencar declara ser a favor da Lava Jato, desde que seus agentes “delinquentes” sejam condenados e presos, especialmente Moro e Dallagnol. E, claro, que a “alma mais honesta” e seus acumpliciado sejam, incontinenti, postos em liberdade, ‘pois não existe nenhuma prova contra a choldra’, como não se cansa em repetir.

Não é de hoje que acompanho o Senhor Kennedy Alencar, antigo assessor de Lula (sim: ele foi mesmo e admite) que vem atacando a Operação Lava Jato desde seu nascedouro. A notícia de que dois irmãos seus têm uma gráfica fantasma e receberam muitos milhões do PT só tornou as coisas um pouquinho mais claras.

Tenho provas irrefutáveis, que estão sob a guarda do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), confira no link do TRIBUNAL SUPERIOR ELEITORAL (TSE) http://cdn.tse.jus.br/…/ANEXO_28_DESPESAS_PAGAS_SETEMBRO_8.…, de que a Campanha de Dilma, em 2014, pagou R$ 23 milhões a uma gráfica fantasma, de propriedade de dois irmãos do Senhor Kennedy Alencar, em São Paulo. O material teria sido recebido em São Paulo e entregue no apartamento de Dilma, em Porto Alegre, mas com propaganda de Minas Gerais. Informo também que a “gráfica”, com endereço num cubículo, não possui sequer um mimeógrafo (equipamento que produz cópias a partir de matriz perfurada (estêncil) afixada em torno de pequena bobina de entitamento interno e acionada por tração manual ou mecânica).

Após veículos de comunicação com repercussão nacional informarem de que “gráfica fantasma, responsável por emissão de notas frias para a campanha de Dilma Rousseff (PT), de propriedade de irmãos do Senhor Kennedy Alencar, terem recebido mais de R$ 22 milhões do PT e entre os meses de agosto e novembro de 2014 terem emitido R$ 15,6 milhões em notas fiscais para a campanha petista”, o Senhor Kennedy Alencar Duarte Braga ingressou com ação de obrigação de fazer e de indenização por danos morais, alegando a existência de comentários ofensivos à sua imagem e honra, fazendo ilações sobre seu eventual envolvimento com a gráfica VTPB, que estaria inserida em escândalo.

Ipsis litteris, arguiu o Senhor Kennedy Alencar ao Poder Judiciário: “o nome do autor está vinculado ao escândalo envolvendo a Gráfica VTPB, a qual prestou serviços à campanha eleitoral de Dilma Rousseff em 2014 e teria recebido R$ 16 milhões. Apesar de a Gráfica VTPB pertencer a seu irmão, Beckenbauer Rivelino de Alencar Braga, o autor não teve nenhuma participação. A relação entre o Partido dos Trabalhadores e a referida gráfica, que foi conhecida como “gráfica fantasma”, foi objeto de investigação criminal”

A juíza de Direito Lúcia Caninéo Campanhã, da 6ª. vara Cível do Foro Central de SP, ao analisar o feito julgou os pedidos do Senhor Kennedy Alencar improcedentes. Destacou que a reportagem tem cunho investigativo e de informação sobre matéria de interesse público e que, no caso, não se vislumbra o abuso no exercício do direito constitucional da liberdade de expressão e de imprensa. “O requerido agiu no exercício regular do direito constitucional.”

“Ainda mais curioso que um jornalista mova em face dos colegas de profissão ação de indenização por dano moral e obrigação de fazer para fins de exclusão de matéria jornalística dos meios de comunicação, na contramão do direito de imprensa.”

Irresignado, o Senhor Kennedy Alencar bateu às portas da 2ª. câmara de Direito Privado do TJ/SP, que negou provimento ao recurso. Na ação o Senhor Kennedy Alencar pedia a indenização por danos morais por publicação de matéria que tratava de seu eventual envolvimento com gráfica inserida em escândalo. Para o colegiado, no entanto, o conteúdo publicado não transbordou dos limites da crítica e ato jornalístico, em si, não foi prejudicial à imagem do jornalista.

Ao analisar o caso, o desembargador José Joaquim dos Santos concluiu que a matéria publicada não transbordou dos limites da crítica. “Não se pode afirmar que o ato jornalístico, em si, mostrou-se prejudicial à imagem do apelante, culminando na desconfiança de seus leitores”, afirmou o relator.

“Logo, não se vislumbra nas referidas reportagens veiculadas pelo réu qualquer abuso ou excesso no direito de informação ou da liberdade de imprensa, como quer fazer crer o autor, de modo que não se configurou o ilícito autorizador do dever de indenizar.”

Considerando os muitos milhões que o PT destinou a gráfica fantasma dos irmãos do Senhor Kennedy Alencar, a pergunta que não quer calar, mas que a Évelin Argenta nunca fará, por ser profundamente devota do presidiário de Curitiba (para os não ouvintes da CBN, informo que Dona Évelin integra a bancada do Jornal da CBN 2ª. Edição, juntamente com o âncora Roberto Nonato e também com o Senhor Kennedy Alencar): quando a família do Senhor Kennedy Alencar irá devolver os muitos milhões, já que nenhum panfleto foi confeccionado pela gráfica fantasma e nem entregue no local especificado?

Acerca da ejeção de dejetos fecais dirigidos pelo Senhor Kennedy Alencar ao bom povo de Jaraguá do Sul, informo que a cidade é considerada a mais segura do país e que já recebeu autoridades do mais alto escalão, como presidente da República, presidenciáveis, ministros de Estado, governadores e celebridades, sendo que nunca houve nada que desabonasse a conduta da população jaraguaense.
Agora, Senhor Kennedy Nunes, ao promover eventos de ampla mobilização social, caso da Feira do Livro de Jaraguá do Sul, importante que esteja presente, entre os critérios que avalizam um convite a palestrantes, o que pensa a comunidade local. Informo que é baixíssima a adesão dos jaraguaenses às narrativas de Dona Miriam Leitão e do Senhor Sérgio Abranches: apenas 15,67 % disseram sim, em 28 de outubro passado, ao grupo político de ambos.

É muito significativo que 84,33% do bom povo de Jaraguá do Sul tenha dito não ao grupo político integrado pelo Senhor Kennedy Alencar, Dona Miriam Leitão e o Senhor Sérgio Abranches. O recado, de tão claro e evidente, parece cirúrgico: CHEGA DE NARRATIVA FALSA, CHEGA DE MENTIRAS, CHEGA DE CORRUPÇÃO, BASTA DE LADRÕES QUE CHEGAM AO PODER EXPLORANDO A ESPERANÇA E BOA FÉ DOS MAIS POBRES E HUMILDES E DEPOIS MENTEM, ROUBAM E FICAM MILIONÁRIOS, a exemplo de sua família, Senhor Kennedy Alencar.

Como sabemos, Senhor Kennedy Alencar, opinião é modo de ver, de pensar. E não há quem não tenha a sua, em que setor for. Perguntar-se-á, pois, se, numa sociedade efetivamente democrática, se pode admitir o chamado “delito de opinião” (aspas minhas). Mais que isso, cabe a indagação – à luz do art. 5º, IV e IX, da Constituição Federal -, se, à livre manifestação do pensamento, desde que não abusiva, se pode apenar. São questões que nos levam à reflexão.

O bom povo de Jaraguá do Sul não possui qualquer restrição ao sagrado direito de opinião e de livre manifestação.

Apenas não quer perder tempo com pessoas que fazem uso da mentira como método e que desrespeitam nossos princípios e valores, nascidos do encontro entre Jerusalém, Atenas e Roma, do encontro entre a fé no Deus de Israel, a razão filosófica dos Gregos e o pensamento jurídico de Roma. Este tríplice encontro forma a consciência da responsabilidade do homem diante de Deus e no reconhecimento da dignidade inviolável do homem, de cada homem, e este encontro fixou critérios do direito, cuja defesa é nossa tarefa, neste momento histórico.

Assim, Senhor Kennedy Alencar, vocês e o trabalho que desenvolvem, às vezes de forma subliminar, em favor do ABORTO, da PEDOFILIA, da IDEOLOGIA de GÊNERO, do SUICÍDIO, do USO DE DROGAS, da PROSTITUIÇÃO e da PORNOGRAFIA, ideais incrustrados e amplamente difundidos, com pesado financiamento do húngaro-americano George Soros e companheiros, na e pela Abong, Unesco, Unicef, ONU Mulheres, Abrinq, Fundação Xuxa Meneghel, Associação Nacional dos Centros de Defesa da Criança e do Adolescente, Avina, Centro Latino Americano em Sexualidade e Direitos Humanos, Fórum Nacional das Entidades de Direitos Humanos, Conselho Federal da OAB, Central de Movimentos Populares, bem como os “especialistas” da GNews, Rede Globo, Cbn, Folha e de seu portal Uol, Veja, blogs sujos e outras mídias, estudantes doutrinados por professores esquerdistas, nos coletivos feministas com seu bordão “ódio aos homens”, MST, CUT, MTST, Instituto Igarapé, Instituto Sou da Paz, Conectas Direitos Humanos e outras ONGs ditas “defensoras” dos direitos humanos e minorias.

Vocês se apresentam, literalmente, como um “lobo em pele de cordeiro”. Sob a capa de valores consagrados, como Direitos Humanos, Democracia, Estado de Direito, Liberdade, e outros, vocês procuram inocular ideologias nefastas, que buscam corroer nossas famílias. É necessário “combater o bom combate”, a luz de Jesus Cristo negar essas ideologias diabólicas e pregar com força e fé a vitória de nosso Senhor Jesus na cruz. Ele que ressuscitou e está vivo no meio de nós.

Mas afinal, qual é A VERDADEIRA HISTÓRIA DA DONA MIRIAM LEITÃO:

Informa candidamente, em sua biografia oficial, que “em 1972, quando estava grávida, foi presa e torturada física e psicologicamente pelo regime militar no Brasil por ser militante do Partido Comunista do Brasil.” (https://pt.wikipedia.org/wiki/Miriam_Leit%C3%A3o)

Mas Dona Miriam Leitão, que foi detida em 1972 por agentes da Polícia Federal, em Vila Velha (ES), esquece que ela facilmente identificou os agentes da lei por força de suas atividades subversivas a serviço do PC do B, sob o codinome de “Amélia”, dentre elas a de “guardar os rostos” do inimigo.

Sua prisão, junto com a do seu namorado, segundo ela própria, não foi, portanto, “um engano”, havia razões para isto, tanto que o seu codinome já era conhecido pelos órgãos de segurança.

Dona Miriam Leitão também se esqueceu que, em dezembro de 1972, mais de cem pessoas foram assassinadas pelos terroristas, 300 bancos foram assaltados pelos “pacíficos ativistas”, como Dona Miriam Leitão, 300 militantes comunistas haviam sido enviados para cursos de terrorismo na China e em Cuba, vários quartéis haviam sido assaltados para roubo de armamento, três diplomatas haviam sido sequestrados, militares estrangeiros haviam sido friamente assassinados, vários atentados à bomba haviam sido executados – dentre eles o do Aeroporto dos Guararapes e o ataque ao QG do II Exército – e que a Guerrilha do Araguaia – comandada, patrocinada e mobiliada por agentes do PC do B – estava em curso de operações, é fácil concluir que a militância da jovem jornalista e de seu namorado nos quadros do partido os enquadrava na categoria de agentes do terrorismo.

Se considerarmos, ainda, o modus operandi do recrutamento dos comunistas para as Forças Guerrilheiras do Araguaia (FOGUERA), podemos, sem medo de errar, admitir que os dois jovens detidos naquele dezembro de 1972 estavam, no mínimo, sendo preparados para reforçar os efetivos da guerrilha.

No entanto, a julgar pelo que se sabe das ações e dos objetivos destrutivos dos militantes e da organização às quais, à época, se aliou – não menos desprezíveis do que as que diz ter sofrido sob a custódia de agentes de segurança -, é de se esperar que complemente seu valor pessoal com a humildade para admitir sua participação, qualquer que tenha sido, nas práticas terroristas que deram motivo e razão para a guerra da qual se diz vítima.

Confessar, agora, sem pressão, por amor ao Brasil e à liberdade, que apoiava o terrorismo e que queria para nós o que os irmãos Castro e o “Chancho” Guevara impuseram a Cuba e pedir desculpas por isto aos brasileiros, daria a todos nós, aí incluídos seus filhos e netos, Dona Miriam Leitão, muito mais “segurança no futuro democrático do país”.

Não poderia encerrar a presente Carta Aberta ao Senhor Kennedy Alencar sem reprovar sua ação delinquente no Jornal da CBN 2ª. Edição, de quinta-feira, dia 18 de outubro de 2018, quando – sem prova nenhuma – acusou meu conterrâneo brusquense, o empreendedor Luciano Hang, da prática de crime. Naquela data, da lavra da também devota do presidiário Patrícia Campos Mello, o jornal Folha de S. Paulo acusara Luciano de “financiar campanha anti-PT no WhatsApp”.

Também na ocasião, o Senhor Kennedy Alencar incorporou a sacerdotisa Pitonisa e profetizou que na semana seguinte estariam disputando o segundo turno presidencial Haddad (PT) e Manu (PCdoB) versus Ciro (PDT) e Kátia (PDT); com certeza absoluta. E a prisão dos criminosos Bolsonaro, Mourão e Luciano Hang, no mesmo dia, como fizeram com o presidiário de Curitiba.

A profecia conduziu Évelin Argenta ao êxtase. Mas o competente âncora Roberto Nonato colou água fria na fervura. Declarou que o presidiário de Curitiba não teria sido investigado, acusado, julgado, condenado e preso no mesmo dia não. Mesmo assim o Senhor Kennedy Alencar não se acalmou e extrapolou o seu horário.

É curioso que mesmo sendo todas as agências de checagem de fatos vinculadas a devotos ou, ao menos, simpatizantes do presidiário de Curitiba, nenhuma, repito, nenhuma confirmou o que a narrativa da Patrícia Campos Mello, repito, devotíssima do presidiário de Curitiba, publicada na manchete principal da capa e grande espaço interno da Folha de S. Paulo, daquela data.

E lembro que o Senhor Kennedy Alencar, com base nas “irrefutáveis e definitivas provas”, que seria a narrativa de Patrícia Mello, exigiu nominalmente da ministra Rosa Weber, presidente do TSE, a extinção da chapa formada pelos hoje Presidente e Vice-Presidente da República, além da prisão de Bolsonaro, Mourão e do meu conterrâneo Hang.
Saiba, Senhor Kennedy Alencar, continuo aguardando as provas cabais e definitivas, mas agora sentado, pois está demorando muito, saiba ….

Ao fim e ao cabo, Senhor Kennedy Alencar: se em 28 de outubro de 2018, 84,33% do bom povo de Jaraguá do Sul rejeitou tudo o que vocês representam, nos deixe em paz, pelo amor de Deus. Vocês já mentem e enganam incautos em número mais que suficiente, um dia sim e outro também, através de poderosas mídias.

Sendo o que tínhamos para o tempo presente.

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