A DECADÊNCIA DO GRUPO GLOBO

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Em 2020 o Grupo Globo mudará a nomenclatura para Globo.

O site Money Times, informou que a agência Fitch, responsável pela classificação de risco, na última semana “rebaixou a nota de crédito da Rede Globo”, considerando que a “canhota plim-plim dos Marinhos” migrou suas receitas de publicidade para o meio digital e o operacional desempenho do veículo no mercado externo.

Por inúmeras vezes os âncoras do JN, repetidamente afirmam que a GLOBO sempre honrou com seus compromissos financeiros. Todavia, a verdade é que empresa “a plim-plim canhota dos Marinhos” possui uma dívida de R$ 3,3 bilhões em títulos no mercado, e o pior, algumas dessas dívidas em moeda estrangeira.

Por outro lado, a agência Fitch, considera insustentável que a Globo obtenha êxito usando sua posição no mercado para se beneficiar.

Para a agência, “a plim-plim canhota dos Marinhos” terá dificuldades para enfrentar a contração do mercado publicitário e a diminuição na participação no mercado de TV por assinatura.

O INESPERADO REVÉS

No contexto financeiro “a plim-plim canhota dos Marinhos” já não vive seus momentos de glória. Os diretores da canhota do plim-plim VERGONHOSAMENTE declararam guerra com o Palácio do Planalto, com matérias TENDENCIOSAS e MALÉVOLAS tão deprimentes, que virou alvo frequente de críticas, não só por parte do presidente Jair Bolsonaro, dos governistas, mas principalmente da população brasileira que decidiu defender seus valores morais e espirituais trocando de emissoras, o que cada dia mais está gerando a queda brusca de audiência da canhota plim-plim.

Por sua vez, notadamente o presidente Bolsonaro tem priorizado atender a agenda de entrevistas às concorrentes; a Record e o SBT. Juntas as duas emissoras, ao longo desses 8 meses de governo, receberam mais entrevistas, 5 vezes cada, do presidente Jair Bolsonaro, enquanto a “canhota dos Marinhos, apenas 2.

Algumas grandes marcas do mercado publicitário Como Havan e Riachuelo, também já decidiram romper laços com a “canhota dos Marinhos”.

Por: Júnior Santos – Repórter Correspondente e Redator da República de Curitiba.

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