O MOVIMENTO REPÚBLICA DE CURITIBA, na visão de que o tema é muitíssimo importante à sociedade brasileira, vem apoiar na divulgação do evento que ocorrerá em 26-11-2019 no Plenário da Câmara dos Deputados Federais, Plenário 6 – Anexo II e que tratará sobre as URNAS ELETRÔNICAS.

Num voluntariado incansável pela Transparência Eleitoral, inúmeros cidadãos comuns, vêm laborando muito sobre o tema, fazendo questionamentos e ações para que o voto transparente e seguro, efetivamente, seja uma realidade em nosso país. Por isso, as iniciativas da sociedade e do Congresso para aprimorar nosso modelo de votação, merecem apoio e devem chegar ao grande público.

Com o ano de 2019 destacando-se pelo hackeamento de autoridades brasileiras, parlamentares retomam o debate sobre a falta de transparência e segurança nas eleições, que no Brasil são inteiramente virtuais. Esse modelo de votação é algo único em todo o mundo e inclusive rejeitado por todos os países que adotaram algum sistema de votação eletrônico, como verificamos nos links:

Assim, dando prosseguimento às árduas e antigas tentativas de restabelecer no Brasil, o escrutínio eleitoral público (atualmente secreto) e as fiscalizações/auditorias independentes do órgão eleitoral – como é no mundo inteiro – em 2019 foram criadas duas iniciativas:

  • Frente Parlamentar Mista pela Contagem Pública dos Votos, com a assinatura de 230 deputados/senadores.

https://convergencias.org.br/e-fato-frente-parlamentar-pela-contagempublica-dos-votos-e-criada-com-230-assinaturas/

  • 2- 1ª Audiência Pública a ser realizada em 26/11 às 16:30h.

Tema: Atuação de Hackers e a segurança das urnas eletrônicas.

https://www.camara.leg.br/evento-legislativo/57586

Palestrantes:

  • Augusto Aras – Procurador Geral da República
  • Silvio Amorim – Procurador Regional e Conselheiro do Conselho Nacional do Min. Público (CNPMP)
  • Amilcar Brunazo Filho, especialista em voto eletrônico, membro do CEMIND e coordenador da equipe que integrou em 2015, a 1a e ÚNICA tentativa de auditoria partidária, desvinculada do TSE, a qual após meses de trabalho constatou: o sistema das urnas é inauferível e as eleições brasileiras são inauditáveis.

https://www.oantagonista.com/brasil/urnas-eletronicas-sao-inauditaveis/

http://www.brunazo.eng.br/voto-e/

https://www.gazetadopovo.com.br/vida-publica/psdb-diz-que-sistemado-tse-e-inauditavel-e-pede-voto-impresso-4ywm9tw0zby0swvxcyajh3zea/

  • Marcos de Almeida Camargo, Presidente da Associação Nacional dos Peritos Criminais Federais, cuja equipe em 2017, identificou diversas vulnerabilidades primárias nas urnas e conseguiu extrair até a “chave secreta” do TSE. Ele também fez a defesa do Voto Impresso no STF.

http://extrapauta.com.br/peritos-da-pf-comprovam-fragilidade-das-urnaseletronicas/

  • Felipe Marcelo Gimenez, Procurador-Geral de Mato Grosso do Sul, ativista pelo escrutínio público garantido na Constituição e sonegado pelo atual sistema eletrônico de votação.

https://www.oantagonista.com/brasil/procurador-defende-contagempublica-de-votos/

Complementando mais alguns fatos – que certamente ocupariam as principais manchetes da imprensa em outros países -, mas infelizmente no Brasil, foram praticamente ignorados:

  • Hackers invadiram durante meses em 2018, o sistema das urnas eletrônicas e os servidores do TSE.

Os documentos probatórios foram enviados ao Portal de tecnologia Tecmundo e Portal jurídico JOTA – Nov/2018 (Obs: até hoje nenhum posicionamento do TSE).

https://www.tecmundo.com.br/seguranca/136004-hackers-invademsistema-urna-eletronica-pegam-dados-confidenciais.htm

  • Pesquisa Avast: 92% dos brasileiros não confiam nas urnas eletrônicas

https://www.tecmundo.com.br/seguranca/133524-92-brasileiros-naoconfiam-urna-eletronica.htm

  • Pesquisa Unicamp/UNB: maioria da população não confia na honestidade das apurações do TSE

https://brasil.elpais.com/brasil/2018/09/17/opinion/1537198492_986126.Html

Além disso, o mesmo TSE que em 2017 dificultou a impressão do voto alegando custos, em 2020 pretende gastar quase 1 bilhão em novas urnas eletrônicas, as quais são fabricadas há anos pela Diebold, (empresa banida dos EUA e condenada por fraudes), que por sua vez fechou consórcio com a venezuelana Smartmatic, também acusada de fraudes em diversos países. Tais fatos, geraram reação de movimentos civis, com denúncias protocoladas junto ao TCU e Ministério da Economia, as quais podem ser conferidas nos links:

http://convergencias.org.br/compra-de-urnas-por-r-700-milhoes-edenunciada-ao-ministerio-da-economia/

http://convergencias.org.br/urnas-eletronicas-movimentos-civisacionam-o-tcu-tribunal-de-contas-da-uniao/

As perguntas que ficam: por que o TSE/STF, persistem em contrariar as melhores e mais transparentes práticas eleitorais do mundo? Assim como contrariam a maioria da população e do Congresso, para impedir a contagem e fiscalização pública das eleições?

Por que, diferente dos poucos países a adotarem o voto eletrônico, o Brasil é o único impedido à recontagem física e ampla auditoria externa?

Se a fraude eleitoral pôde ser detectada na Bolívia, por exemplo, foi porque a OEA teve acesso aos dados “físicos” da votação, algo impossível e inimaginável no Brasil de hoje, onde inclusive os dados inteiramente virtuais, podem ser adulterados e/ou apagados.

Por último, por que devemos confiar cegamente no controle do “administrativo eleitoral” (como exige o TSE), com seus ministros alvos de pedidos de impeachments, alguns de seus servidores alvos de notícias crime e fornecedores envolvidos em toda sorte de processos?

https://www.gazetadopovo.com.br/republica/breves/empresas-queprestaram-servicos-em-urnas-eletronicas-sao-investigadas-pela-pf/

Cordialmente,

Dr. Mauricio S.P. (11) 99699-4256

 Movimento República de Curitiba em colaboração na divulgação do evento que

se realizará em 26/11/2019 – 16h:30m – Plenário 6 Anexo II

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