EXTREMISMO POLÍTICO E ÓDIO RACIAL MISTURAM-SE NA INVASÃO DA FUNDAÇÃO CULTURAL PALMARES

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Nessa sexta, 28, mais um ato de extremismo político vitimou a convivência social democrática no Brasil. Milicianos de Esquerda, para variar violentos, invadiram a sede

Fundação Cultural Palmares, em Brasília-DF, porque não concordam que um negro Conservador tenha espaço na gestão cultural.

A “justificativa” dos fascistas vermelhos é simples: Sérgio Nascimento de Camargo, o recém-nomeado Presidente da Fundação, tem postura contrária ao mantra de vitimização que a chamada “ideologia de consciência negra” tem enfiado goela abaixo da sociedade brasileira. Segundo os adeptos da tal “consciência negra”, quem tem a pele de cor clara deve pagar (a eles, é claro) uma “dívida histórica” gerada pela escravidão de negros abolida no Brasil em 1888.

Não importa que o Brasil seja hoje cientificamente um País de mestiços, sendo impossível falar de “raça pura” e, portanto, de brancos ou negros. Nesse caso, a realidade não interessa, pois o assunto é de ódio ideológico – não de razão… Para esse nicho de ativismo racista, rancoroso e revanchista, quem está do lado deles é negro – e do outro lado está o inimigo racial.

Tendo esse tipo de lógica como exame de DNA, eles decretaram que o jornalista Sérgio Camargo tem a pele escura como a noite, mas não é negro “o suficiente” para ser

respeitado como ser humano ou como profissional, por supremacistas negros…

Então, foram lá na sede da Fundação Cultural Palmares quebrar tudo. É que Camargo ousa

discordar dos milicianos raivosos que impõe a vitimização em nome da negritude, com finalidades “progressistas” escusas.

A “consciência negra” pregada pela doutrina desses radicais é, na prática, desrespeitar as diferenças entre os seres humanos em nome do “respeito à negritude”. Foi a sujeição a esse tipo de pensamento que criou, no Brasil, leis de “cotas raciais” que submetem toda a população a um sistema de classificação e fichamento racial que determina vantagens em processos seletivos, a partir de fenótipos discutíveis e subjetivismo anticientífico. Não é pura coincidência que tal discriminação estatal das pessoas por raças seja apanágio do nacional-socialismo alemão (nazismo). É esse tipo de gente extremista, supremacista racial, pregadora do ódio e da tirania Socialista que tem emplacado o discurso vitimista negro que não reconhece o mérito de um Sérgio Camargo (negro, jornalista e homem de bem), mas endeusa Zumbi dos Palmares (negro escravagista e estuprador) ou um Lula da Silva (pardo socialista e condenado por corrupção e lavagem de dinheiro em dois processos federais diferentes).

Não precisamos da violência de um “Fascismo Negro”, queremos a inteligência de um Movimento Cultural Humano. Não precisamos de consciência negra, indígena, branca, parda ou albina – nossa tarefa é erigir uma consciência humana. A quem interessa dividir as pessoas pela cor da pele? A quem interessa o uso fascistóide da força bruta para impor sua “revolução” de loucura? O Brasil precisa sair desse atraso cultural enorme, desse ranço de racismo vingativo, desse transe de ideologias sanguinárias de séculos passados. O apoio ao jornalista Sérgio Camargo, num tal contexto, é dever para todos aqueles que acreditam genuinamente no respeito a todas as pessoas, não importando a raça ou credo. São pessoas de bem, como ele, que levantam-se e fazem a diferença diante da censura e violência política.

*Por Erick Guerra – O Caçador

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