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“Usar a arte como veículo ideológico esquerdista não terá lugar nessa gestão”

Roberto Alvim / Foto: Arnaldo Pereira

“Roberto Alvim, Secretário Especial da Cultura, entrou para a administração de Jair Bolsonaro, primeiro como diretor da Funarte e, agora, como o homem por trás da Secretaria Especial de Cultura, que na prática funciona como o antigo Ministério da Cultura.”

“Nós servimos ao povo brasileiro. Nosso cliente é o povo brasileiro, não a classe artística. Havia uma inversão muito grande aí. Uma série de fundações da cultura dizia que eles tinham a classe artística, quando na verdade nossos produtos têm que ser entregues para a população. Os artistas são instrumento, não fim do processo. São o meio através do qual o governo pode proporcionar, com total acessibilidade, produtos de alta cultura e obras de arte para a população.”

(Fonte: Gazeta do Povo / Paulo Polzonoff Jr)

Por: Júnior Santos – República de Curitiba.




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