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Polícia Federal cumpre desdobramento da Lava-Jato em dois estados e no DF

Segundo a investigação, executivos da Odebrecht relataram o pagamento de R$ 1,5 milhão, por meio de Caixa 2, a políticos nas eleições de 2014

A Polícia Federal deflagrou nesta quinta-feira (9/1) a Operação Fora do Caixa, desdobramento da Operação Lava-Jato, com o objetivo de cumprir seis mandados de busca e apreensão e dois mandados de prisão temporária em Belém (PA), Palmas (TO) e Brasília (DF). Ao todo são três mandados buscas e apreensões e uma prisão temporária no Pará; uma prisão temporária e uma busca e apreensão em Tocantins; e duas buscas e apreensões no Distrito Federal.

Segundo a Polícia Federal, a investigação teve início a partir da colaboração premiada feita por executivos da empresa Odebrecht, que relataram o pagamento de R$ 1,5 milhão, por meio de Caixa 2, para candidato ao Governo do Estado do Pará, nas eleições de 2014.
Em depoimento, os executivos confessaram que foram realizadas três entregas, nos valores de R$ 500 mil reais cada, nos meses de setembro e outubro de 2014, sendo que o recebimento foi intermediado por um ex-Senador da República vinculado ao então candidato ao governo Estado do Pará.
A PF encontrou indícios de que pelo menos um dos pagamentos foi realizado em endereço ligado a parentes de um ex-Senador da República. O nome do político ainda não foi divulgado. Os crimes sob investigação são de falsidade ideológica eleitoral (Caixa 2), formação de quadrilha e lavagem de dinheiro.
A investigação iniciou perante o Supremo Tribunal Federal, entretanto houve declínio de competência para Justiça Eleitoral em Belém/PA, a partir da confirmação do entendimento sobre a competência da Justiça Eleitoral para processar e julgar crimes comuns em conexão com crimes eleitorais. Os mandados foram expedidos pela 1ª Vara da Justiça Eleitoral em Belém (PA).
Fonte: Correio Braziliense.
Heberton Tavares – República de Curitiba.
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Governo Bolsonaro e a maior safra da história


“Uma boa notícia e a solução brasileira”
O primeiro ano do atual governo foi recordista em toda a história em produção agrícola. Foram produzidas 241,5 milhões toneladas. O país teve a maior safra da história.

Já outro dado do IBGE mostra o empreendedorismo e a iniciativa do brasileiro: quase 40 milhões estão trabalhando por conta própria, 94,4 milhões estão ocupados. Mas só 33,4 milhões têm carteira assinada.

O problema da carteira assinada é que a folha de pagamento é muito cara para quem emprega. O brasileiro está encontrando soluções por si já que o estado brasileiro – por tanto tempo – atrapalhou, mas agora vive um momento de confiança externa e interna por partes dos investidores.

(Fonte: Gazeta do Povo/Alexandre Garcia)

Por: Júnior Santos da República de Curitiba.

Medidas eficientes de gestão pública, geram uma economia de 500 milhões em SC

No estado de Santa Catarina, que atualmente está se encaminhando para se tornar o terceiro PIB do País, o governador Carlos Moisés, tomou algumas medidas para reduzir custos, gerando assim uma economia de 500 milhões de reais.

Vejam algumas das medidas:

  • Extinguiu 20 ADR’s (Agências de Desenvolvimento Regional)
  • Extinguiu 8 secretarias de estado e executivas
  • Cortou 2.054 cargos comissionados e funções de confiança (1/3 do total)

Com esses cortes de gastos está sendo possível pagar dívidas do estado e investir mais no desenvolvimento.

Um belo exemplo a ser seguido em outros estados do Brasil de como respeitar o dinheiro publico e fazer um estado mais eficiente.

Já pensaram quantos milhões podem ser investidos em setores tão importantes quanto saúde, educação e segurança se cada governador fizer o mesmo?

Heberton Tavares – República de Curitiba.

Representação criminal é protocolada contra a OAB – RJ

O MOVIMENTO REPÚBLICA DE CURITIBA apoia as ações do INSTITUTO NACIONAL DE ADVOCACIA (INAD), na pessoa de seus representantes legais, o Advogado Dr. Rodrigo Salgado Martins (Presidente) e o Advogado Dr. Pierre Lourenço, pois entendemos que a transparência em todas as instituições deva ser plena e sem quaisquer embaraços. Por nosso Advogado DR. MAURICIO DOS SANTOS PEREIRA: “a questão realmente é grave e a OAB como instituição que tem por objetivo a aplicação segura da legislação, jamais poderia colocar entraves para os esclarecimentos de ordem orçamentária do órgão, muito pelo contrário, deveria ser, a OAB, exemplo no que diz respeito à transparência de seus dados orçamentários, em respeito à bancada nacional de quase 1 milhão de Advogados. A Abertura das contas da OAB, nos mesmos moldes exigidos pelos Tribunais de Contas dos Prefeitos e Governadores é de rigor.”

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Processo – 5000590-19.2020.4.02.5101

O Instituto Nacional de Advocacia – INAD, através de seu presidente, Dr. Rodrigo Salgado Martins, e diretor jurídico, Dr. Pierre Lourenço, protocolizaram na noite do dia 06.01.2020 representação criminal que foi distribuída para a 5ª Vara Federal Criminal do RJ para investigar a possível prática de crimes ocorridos em prejuízo dos cofres de órgãos vinculados a OAB/RJ entre os anos de 2017/2018, em razão da denúncia realizada pelo ex-presidente da Comissão de Transparência Financeira e de Investimentos da OAB/RJ, nomeado na época pelo então presidente da OAB/RJ Felipe Santa Cruz, hoje presidente nacional da OAB. Segundo vídeo que viralizou nesta última semana nas redes sociais, o ex-presidente da Comissão de Transparência Financeira e de Investimentos da OAB/RJ teria declarado em 2018 que havia um déficit sem comprovantes de mais de 15 milhões de reais, além de um déficit total de 22 milhões de reais, tendo a procuradoria orientado pela rejeição das contas da entidade. Relatou também irregularidades junto a OAB-PREVI que é um sistema de previdência dos advogados. Em razão disso, o INAD protocolizou o pedido de investigação para apuração dos fatos, pois entende haver indícios da possível prática de crime de ordem financeira contra a OAB e crime de sonegação fiscal contra o Estado, sendo certo que os fatos possivelmente delituosos não foram levados às autoridades competentes (policial, judicial ou o MP), o que fazemos neste ato. Aguardaremos agora o despacho inicial da juíza ADRIANA ALVES DOS SANTOS CRUZ que deverá remeter os autos para o MPF para solicitar o que entender pertinente para o caso.

Advogado DR. MAURICIO DOS SANTOS PEREIRA – REPÚBLICA DE CURITIBA.

Ministério da Saúde quer zerar fila de espera por cirurgias eletivas

Municípios terão R$ 250 milhões a mais para procedimentos

O Ministério da Saúde reservou R$ 250 milhões a mais para aumentar o número de cirurgias eletivas a serem realizadas pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Os repasses começam a ser feitos já em janeiro para diminuir as filas para 53 tipos de procedimentos que incluem catarata, varizes, hérnia, vasectomia e laqueadura, além de cirurgia de astroplastia de quadril e joelho, entre outras com grande demanda.

Os procedimentos com maior demanda são os oftalmológicas, para tratamento de catarata e de suas consequências, e para tratamento de doenças da retina, seguida de cirurgia para correção de hérnias e retirada da vesícula biliar.

De acordo com o Ministério da Saúde a expectativa é zerar a fila de espera de pacientes que aguardam por esses procedimentos, que não têm caráter de urgência e são de média complexidade.

As cirurgias eletivas, fazem parte do atendimento diário oferecido à população em hospitais de todo o país. Dados registrados no sistema de informação do SUS mostram que ao longo de 2018 foram realizadas 2,4 milhões de cirurgias eletivas em todo país. Até outubro de 2019, foram 2 milhões de procedimentos realizados em todos os estados brasileiros.

Os gestores estaduais, municipais e do Distrito Federal, responsáveis pela organização e a definição dos critérios que garantam o acesso do paciente aos procedimentos cirúrgicos eletivos, podem se programar para utilização os recursos de acordo com as demandas da população de cada estado. Confira o valor do repasse por estado.

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Fonte: Agência Brasil.
Heberton Tavares – República de Curitiba.

Brasil é 1 manicômio tributário, diz presidente do Instituto Brasil 200

Entrevista com Gabriel Kanner

Reforma tributária é necessária

Quer novo tributo sobre transações

Critica reforma discutida na Câmara

Governo deve combater corrupção

 

O sistema tributário brasileiro é “o pior do mundo” e complexo demais para ser entendido. O diagnóstico é de Gabriel Kanner, presidente do Instituto Brasil 200, que defende a “absoluta necessidade” de reforma do modelo de taxação do país. “Depois da Constituição de 1988, tivemos quase 400 mil normas editadas, ou seja, quem pode entender 1 sistema onde houve 400 mil alterações das regras? Realmente é 1 manicômio tributário”, afirma.

Assista ao programa completo (47min11s):

Sobrinho do empresário Flávio Rocha (dono da Riachuelo), Kanner é paulista, tem 29 anos e foi candidato à Câmara dos Deputados pelo PRB em 2018. Comanda o instituto formado por empresários de todo o país, cujo objetivo é influenciar o debate político e econômico. Ele concedeu entrevista ao jornalista Fernando Rodrigues, apresentador do programa Poder em Foco, uma parceria editorial do SBT com o jornal digital Poder360. O programa foi gravado em 1º de outubro de 2019.

Para Kanner, é possível cobrar menos impostos de cada brasileiro e manter a arrecadação no mesmo patamar. “Como é que isso funcionaria? Alargando a base tributária. Hoje a gente tem poucas pessoas que pagam impostos. Quem está na formalidade paga impostos e aí tem que pagar essa carga tributária de 36% do PIB, que é 1 absurdo”, explica.

“Se mais pessoas começarem a pagar, ou seja, se pegarmos todo o mercado que hoje não paga impostos, quem sonega impostos, contrabandistas, traficantes, nós podemos de fato fazer com que essa base de quem paga impostos seja maior”, continua.

Novo imposto sobre movimentação financeira

A saída para fazer até quem está à margem da lei pagar impostos, segundo Kanner, é a criação de 1 tributo universal que substitua praticamente todos os outros em vigor: uma taxa sobre as movimentações financeiras. “Qualquer pessoa que tivesse conta corrente em 1 banco passaria a pagar impostos. Então nós faríamos com que muito mais pessoas passassem a pagar impostos, e essa é a única forma que nós conseguiríamos diminuir os impostos que cada brasileiro paga. Não há outra forma”, defende.

A proposta, porém, é controversa por remeter à temida CPMF (Contribuição Provisória sobre a Movimentação Financeira), extinta em 2007. Kanner, no entanto, diz que não se trata da mesma coisa. “A CPMF acabou, e tinha que acabar. Pegaram uma ideia moderna, simples, absolutamente justa do ponto de vista arrecadatório, e transformaram isso em 1 imposto a mais. Foi 1 golpe contra os brasileiros. Nós do Brasil 200 e eu, principalmente, somos contra qualquer aumento de impostos”, diz.

De acordo com Kanner, a diferença desse novo imposto é que ele teria uma alíquota baixa –de 0,1%– e extinguiria outros tributos. “Com essa alíquota que eu estou falando, seria possível eliminar todos os impostos federais, ou seja, PIS, Cofins, IPI e INSS patronal, que é a folha de salário, contribuição social sobre lucro líquido, IOF e IPR. Seria possível eliminar também o ICMS e o ISS a nível municipal”, defende.

O “segredo” para manter a taxa cobrada em 0,1% está na base tributária. “Hoje nós cobramos impostos sobre a base do PIB, de R$ 6,8 trilhões [de 2018]. Quando vamos para o mundo das movimentações financeiras –e aí estou falando das movimentações entre as contas correntes, mercado financeiro, bolsa de valores–, estamos falando de 1 total de R$ 360 trilhões que são movimentados todos os anos”, diz.

A cifra de R$ 360 trilhões anuais citada por Kanner refere-se a uma projeção feita pelo Instituto Brasil 200 com base nas transações financeiras compiladas pelo BIS (Banco de Compensações Internacionais).

Kanner defende que, como a alíquota seria igual para todos, o Imposto de Renda seria mantido para “manter o caráter progressivo” da tributação, explica. A estimativa é de arrecadação na mesma base da atual, que em 2018 foi de R$ 2,4 trilhões.

Uma das críticas desse modelo é de que o mesmo valor seria taxado diversas vezes, sempre que houver movimentação bancária. Kanner rebate: “Uma pessoa que ganha R$ 2.000 brutos de salário, recebe em sua conta em torno de R$ 1.700 porque tributamos pesadamente o trabalhador e seu salário. Com o imposto sobre movimentação financeira, nós cobraríamos apenas R$ 2 desse salário e, não importa quantas movimentações a pessoa fizer ao longo do mês, ela vai pagar apenas 0,1% em cima de todas as transações. No final, o trabalhador e cada brasileiro vai pagar muito menos impostos do que paga hoje”.

De acordo com ele, é uma “inverdade” que nenhum outro país use esse sistema de tributação. “Se a gente pegar os países do G20, que são os 20 países mais ricos do mundo, 14 países têm algum tipo de imposto sobre transação financeira“, disse Kanner, citando o Reino Unido e EUA. Ele admite, porém, que em nenhum outro lugar há 1 modelo tão abrangente como o proposto por ele. “Isso é algo extremamente novo quando a gente fala de tributação”, explica.

“O imposto sobre movimentação financeira é o que há de mais moderno quando se fala de tributação no mundo. Hoje, eu vendo 1 produto pra você, emito uma nota fiscal, e o governo tem que rastrear e tributar fisicamente essa nota fiscal. Mas estamos numa era digital, tecnológica, não faz mais sentido ficarmos rastreando bilhões dessas notas fiscais todos o dias no país inteiro. É muito mais simples tributarmos as transações financeiras que estão ocorrendo no mesmo momento, é automático”, argumenta.

Proposta em tramitação no Congresso

Duas propostas de reforma tributária tramitam atualmente no Congresso Nacional: A PEC 45/19, na Câmara, e a PEC 110/19, no Senado. O presidente do Brasil 200 critica a 1ª, que sugere a criação do IBS (Imposto sobre Bens e Serviços), com alíquota de 25% para todos os setores.

“Essa proposta vai pegar 5 impostos: 3 federais, que são PIS, Cofins e IPI; 1 estadual, que é o ICMS; e 1 municipal, que é o ISS. Vai pegar esses 5 impostos e unificar nesse IBS. Essa proposta seria muito ruim, uma tragédia para o Brasil e para o povo brasileiro. A gente tem que entender que, apesar de trazer uma simplificação, ela vai fazer uma redistribuição tributária. Alguns setores vão passar a pagar menos impostos e outros setores vão passar a pagar muito mais impostos”, resume.

A alíquota de 25% representaria uma desoneração para os bancos e para algumas indústrias, enquanto para os serviços básicos haveria aumento da carga tributária. “Se essa proposta que está na Câmara for aprovada, você que paga hoje R$ 100 numa consulta médica, passaria a pagar R$ 125. Você que hoje sua a camisa para garantir uma educação 1 pouco mais de qualidade para o seu filho e gasta R$ 200 na mensalidade da escola, passaria a pagar R$ 250. A mesma coisa com moradia”, explica.

De acordo com Kanner, os bancos deixariam de pagar R$ 30 bilhões por ano com esse modelo. “Não podemos deixar que uma proposta que beneficia apenas 2 setores passe no Congresso Nacional porque seria 1 golpe contra os trabalhadores e contra o povo”, defende.

O empresário explica ainda que, nos outros países em que é adotado modelo similar, há taxas diferentes para os setores, diferentemente do que é proposto na PEC 45/19. “O que acontece quando você coloca uma alíquota única para todos os setores: não importa se você é uma indústria automobilística ou 1 cabeleireiro, a pessoa que tem o seu negocio, seu restaurante, sua manicure, seu cabeleireiro, vai pagar os mesmos 25% do que a indústria está pagando.”

Kanner admite que o sistema proposto pelo Brasil 200, de tributo sobre movimentação financeira, “politicamente é difícil de se viabilizar por ser uma ideia muito moderna” e, por isso, será necessário construir 1 consenso entre as propostas existentes.

“Acredito que vai ter de haver uma convergência, melhorando a proposta, ou a que está na Câmara ou a que está no Senado.” Por outro lado, afirma que deveria ser implementado 1 modelo de taxação sobre transações para começar a testar essa nova base tributária gradualmente.

Transparência na tributação

O presidente do Brasil 200 defende maior transparência sobre os impostos cobrados. “Hoje as pessoas não sabem o quanto pagam em impostos. Os impostos, os tributos, as contribuições estão embutidas em praticamente tudo. A gente tem hoje mais de 90 tributos no Brasil, a gente precisa dessa transparência. Eu costumo brincar que até enquanto a gente está dormindo a gente paga impostos no Brasil e muitas vezes não sabemos aonde estamos pagando.”

Além da transparência na cobrança, Kanner também fala da importância de esclarecimento da população sobre as propostas de reforma que estão sendo discutidas. Ele diz que o Brasil 200 tem feito eventos e debates sobre o assunto, mobilizado entidades e setores produtivos e também discutido a possibilidade de fazer uma campanha publicitária de esclarecimento.

Brasil 200

Na entrevista, Kanner explicou 1 pouco sobre a atuação do Brasil 200, que reúne mais de 300 empresários em todo o país. No conselho do instituto figuram nomes como Flávio Rocha (Riachuelo), Sebastião Bonfim (Centauro), João Apolinário (Polishop), Luciano Hang (Havan), Washington Cinel (Gocil) e Cris Arcangeli (Shark Tank).

“Nossa missão é lutar para que tenhamos 1 país mais justo, mais próspero, com mais oportunidades para todos os brasileiros e com mais empregos. E o caminho é criando 1 ambiente de negócios mais favorável. Precisamos fomentar o empreendedorismo. Precisamos fazer com que as pessoas tenham condições de criarem seus negócios e crescer na sua vida”, diz.

Não há, segundo ele, a intenção de formar 1 partido político. “Somos 1 instituto que quer auxiliar a formulação da política pública e fazer essa ponte entre o setor produtivo, os empresários, os acadêmicos, e o governo federal.”

Governo Bolsonaro

Ele afirma que, apesar de o Brasil 200 ter apoiado Jair Bolsonaro em sua campanha à Presidência, em 2018, o instituto é independente e livre para criticar pautas negativas. “Apoiamos a eleição do presidente Bolsonaro porque acreditamos que precisávamos tirar o PT do poder. O PT destruiu o Brasil e realmente afundou o país na maior crise da nossa história“, avalia.

Entre as críticas à atual gestão, Kanner destaca a falta de apoio do governo para a instalação da CPI da Lava Toga, proposta por alguns senadores que queriam investigar a atuação do Judiciário. “Acredito que o governo deveria ter tido uma postura mais firme em relação a isso. Por que podemos investigar o Legislativo, o Executivo, mas o Judiciário não pode ser investigado? O discurso do combate à corrupção tem que ser coerente”, fala.

Para ele, o governo deve se esforçar mais no combate à corrupção e na defesa da Lava Jato. “O combate à corrupção é fundamental e o povo brasileiro quer que isso continue. Essa é uma das principais pautas defendidas até aqui, uma das principais pautas que elegeram o governo Bolsonaro, e a gente tem que continuar a defender essa pauta.”

Zona Franca de Manaus

Kanner defende a revisão gradual das isenções fiscais e benefícios concedidos para a instalação de indústrias e empresas nacionais e internacionais na chamada Zona Franca de Manaus, polo industrial na região Norte do país.

“Temos, de fato, algumas grandes empresas instaladas em Manaus. E não podemos, de uma hora para a outra, acabar com os incentivos. Mas acredito que precisamos caminhar para 1 modelo em que isso se torne menos necessário, em que as regiões, principalmente as mais pobres do Norte e do Nordeste, não dependam tanto de subsídio fiscal pra conseguirem se desenvolver”, afirma.

“Precisamos criar as condições para que cada vez mais empresas se instalem nessas regiões pobres. Essa é a única forma de gerar empregos. O melhor programa de desenvolvimento social é o emprego”, diz. Para Kanner, o governo às vezes atrapalha o desenvolvimento dessas áreas, dificultando o empreendedorismo com burocracia e muitos tributos.

É preciso, segundo ele, 1 trabalho em conjunto. “Acredito que é uma via de mão dupla: ao mesmo tempo em que o governo tem de fazer investimentos para conseguir criar essas condições para atrair turistas e outros negócios, também tem que parar de atrapalhar a vida dos empreendedores”, diz.

Fonte: Poder 360 (https://www.poder360.com.br/poder-em-foco/brasil-e-1-manicomio-tributario-diz-presidente-do-instituto-brasil-200/)

Heberton Tavares – República de Curitiba.

 

Limite de juros para cheque especial começa a valer hoje

Modalidade de crédito com taxas que quadruplicam uma dívida em 12 meses, o cheque especial terá juros limitados a partir de hoje (6). Os bancos não poderão cobrar taxas superiores a 8% ao mês, o equivalente a 151,8% ao ano.

A limitação dos juros do cheque especial foi decidida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) no fim de novembro. Os juros do cheque especial encerraram novembro em 12,4% ao mês, o que equivale a 306,6% ao ano.

Ao divulgar a medida, o Banco Central (BC) explicou que o teto de juros pretende tornar o cheque especial mais eficiente e menos regressivo (menos prejudicial para a população mais pobre). Para a autoridade monetária, as mudanças no cheque especial corrigirão falhas de mercado nessa modalidade de crédito.

Conforme o BC, a regulamentação de linhas emergenciais de crédito existe tanto em economias avançadas como em outros países emergentes. Segundo a autoridade monetária, o sistema antigo do cheque especial, com taxas livres, não favorecia a competição entre os bancos. Isso porque a modalidade é pouco sensível aos juros, sem mudar o comportamento dos clientes mesmo quando as taxas cobradas sobem.

Tarifa

Para financiar em parte a queda dos juros do cheque especial, o CMN autorizou as instituições financeiras a cobrar, a partir de 1º de junho, tarifa de quem tem limite do cheque especial maior que R$ 500 por mês. Equivalente a 0,25% do limite que exceder R$ 500, a tarifa será descontada do valor devido em juros do cheque especial.

Cada cliente terá, a princípio, um limite pré-aprovado de R$ 500 por mês para o cheque especial sem pagar tarifa. Se o cliente pedir mais que esse limite, a tarifa incidirá sobre o valor excedente. O CMN determinou que os bancos comuniquem a cobrança ao cliente com 30 dias de antecedência.

Fonte: Agência Brasil.

Heberton Tavares – República de Curitiba.

Bolsonaro e os desafios para 2020

Presidente da República, Jair Bolsonaro /Foto: Marcos Corrêa/PR

Bolsonaro e os desafios para 2020

A transformação que o governo de Jair Bolsonaro se propôs a fazer no Brasil não ocorre de um instante para o outro. Não se trata apenas de consertar o enorme estrago causado pelo lulopetismo ao longo de 13 anos, mas de mudar concepções que foram construídas ao longo de décadas a respeito do Estado brasileiro, seu tamanho e seu papel. Entre os objetivos que o país precisa perseguir estão colocar a iniciativa privada no papel de protagonista do desenvolvimento econômico; confiar no empreendedor em vez de enxergá-lo como explorador e mal-intencionado até prova em contrário; regulamentar apenas o estritamente necessário; enxugar a inchada máquina pública; eliminar distorções e fontes de desigualdade; equilibrar o gasto público de forma duradoura e sustentável.

Bolsonaro aproveitou o embalo das dezenas de milhões de votos para, logo em seu primeiro ano de mandato, dar um enorme passo com uma reforma tão necessária quanto impopular, a da Previdência. A batalha durou um ano, a proposta foi desidratada no Congresso Nacional, mas boa parte daquilo que era essencial à reforma – como a instituição de idades mínimas e regras mais igualitárias para todos os brasileiros, seja do setor público ou privado – foi mantida. Alguns pontos seguem em discussão, como a inclusão dos funcionalismos estaduais e municipais; outros foram descartados completamente, como o regime de capitalização, mas terão de voltar à pauta mais cedo ou mais tarde. Além disso, o governo deu passos importantes na frente da desregulamentação, especialmente com a Lei de Liberdade Econômica, e avançou nas privatizações e concessões.

(Fonte: Gazeta do Povo)

Resumo por: Júnior Santos da República de Curitiba.

Michelle Bolsonaro tem alta de hospital e retorna ao Alvorada

A primeira-dama Michelle Bolsonaro recebeu alta na manhã deste sábado (4) do hospital em Brasília em que estava internada após a realização, na última quinta-feira (2), de cirurgias estéticas. Ela retornou ao Palácio da Alvorada por volta das 11h30.

Segundo boletim médico divulgado pelo hospital DF Star e assinado pelo cirurgião plástico Régis de Souza Ramos Júnior, após os procedimentos a primeira-dama apresentou “ótima evolução clínica”.

Ontem (3), ao falar com jornalistas no saguão do hospital, o médico disse que Michelle estava “caminhando, comendo de tudo e muito animada”.

Michelle passou por três procedimentos estéticos, sendo dois na região do abdome e uma troca das próteses de silicone nos seios.

Na barriga, foram feitas correções de diástase (afastamento do músculo abdominal) e de uma hérnia umbilical, ocorrência comum em mulheres que passaram por gestações. Já a troca do silicone se deu porque as próteses tinham mais de 10 anos e geravam desconforto na primeira-dama.

Fonte: Agência Brasil.

Heberton Tavares – República de Curitiba.

Bolsonaro e a reforma administrativa

Bolsonaro: reforma administrativa vai contemplar “números e pessoas”

Governo volta a se reunir no próximo dia 19 para discutir a proposta

O presidente Jair Bolsonaro disse hoje (3/Jan/20) que não há prazo para o envio da reforma administrativa ao Congresso Nacional, pois falta um “polimento” final na proposta. Uma das preocupação do Planalto é tratar o tema com mais sensibilidade e que o assunto não pode estar limitado a números porque esbarra na situação de pessoas que compõem o serviço público no país. 

“Vamos discutir o assunto novamente em uma reunião de ministros, acho que próximo dia 19 do mês em curso. Não dá para a gente consertar calça velha com remendo de aço. Alguma coisa será remendo, outra será reforma”, disse o presidente nesta manhã.

“A reforma administrativa tem que ser dessa maneira. Não vai atingir 12 milhões de servidores. A reforma é daqui para a frente. Mas como essa mensagem vai chegar junto aos servidores? Temos de trabalhar primeiro a informação para depois nós chegarmos a uma decisão”, acrescentou. 

(Fonte: Agência Brasil/ Edição: Carolina Gonçalves)


Por: Júnior Santos da República de Curitiba.

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