Leia o suposto diálogo de Onyx e Osmar Terra vazado pela CNN

O ministro da Cidadania, Onyx Lorenzoni, e o deputado federal Osmar Terra, conversaram na manhã desta quinta-feira sobre a substituição do ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, e a mudança da política do governo de enfrentamento ao coronavírus no Brasil.

A CNN ouviu a conversa após ter telefonado às 8h33 para Terra. O ministro atendeu ao telefonema, nada falou e não desligou, o que possibilitou que o diálogo de pouco mais de 14 minutos fosse ouvido.

No trecho inicial da conversa, Terra defende a mudança da política do governo. “Tem que ter uma política que substitua a política de quarentena. Ibaneis (Rocha, governador do Distrito Federal) é emblemático. Se Brasília começa a abrir… (Mas) ele está com um pouco de receio. Qualquer coisa que fala em aumentar…”, disse fazendo uma analogia de como as pessoas estão, mesmo com a restrição, saindo às ruas: “Supermercado virou shopping”.

Para ele, a política do atual ministério da Saúde “não está protegendo o grupo de risco” e que uma ideia é estabelecer uma política especial para os municípios onde há asilos.

Ambos fazem ainda projeções sobre número de mortos no Brasil pelo COVID-19. Onyx estima que deve chegar a 4 mil mortos. Terra acha que fica “entre 3 e 4 mil”. “Vai morrer menos gente de coronavírus do que da gripe sazonal.” Ele também cita São Paulo, Rio de Janeiro e Fortaleza como os locais onde deve estar concentrada a restrição de circulação de pessoas.

Ambos começam, então, a falar mais especificamente de Mandetta.

Onyx: “Eu acho que esse contraponto que tu tá fazendo…”

Terra: “É complicado mexer no governo por que ele tá…”

Onyx: “Ele (Mandetta) não tem compromisso com nada que o Bolsonaro está fazendo.”

Terra: “E ele (Mandetta) se acha.”

Onyx: “Eu acho que (Bolsonaro) deveria ter arcado (com as consequências de uma demissão)…”

Terra: “O ideal era o Mandetta se adaptar ao discurso do Bolsonaro.”

Onyx: “Uma coisa como o discurso da quarentena permite tudo. Se eu tivesse na cadeira (de Bolsonaro)… O que aconteceu na reunião eu não teria segurado, eu teria cortado a cabeça dele…”

Terra: “Você viu a fala dele depois?”

Onyx: “Ali para mim foi a pá de cal. Eu já não falo com ele (Mandetta) há dois meses. Aí acho que é xadrez. Se ele sai vai acabar indo para a secretaria do Doria.”

Terra: “Eu ajudo, Onyx. E não precisa ser eu o ministro, tem mais gente que pode ser.”

Onyx é do DEM, mesmo partido de Mandetta. Ele começou o governo como ministro da Casa Civil, mas neste ano acabou sendo deslocado para a Cidadania. É, porém, um dos aliados mais fieis do presidente. Foi ele que desde o início se entusiasmou com o projeto político de Bolsonaro.

Em 2018, promoveu reuniões com parlamentares para coletar apoios ao então candidato. Onyx é muito próximo aos filhos do presidente, o senador Flávio, o deputado federal Eduardo e Carlos, vereador pelo Rio de Janeiro. Também é próximo ao ministro da Educação, Abraham Weintraub. É próximo, portanto, ao que se convencionou chama “ala ideológica” do governo, um núcleo que nos últimos meses foi perdendo espaço para os militares, mas que manteve grande influência com o presidente e com sua militância nas redes sociais.

Já Terra é deputado federal pelo MDB. Deixou o ministério da Cidadania após algumas queixas do Palácio do Planalto, mas principalmente para que Bolsonaro pudesse abrigar Onyx, a quem tem uma grande dívida por ter sido dos primeiros a acreditar e a se empenhar no seu projeto presidencial.

Ambos têm um projeto político conjunto no Rio Grande do Sul. A ideia predominante é que Terra seja o candidato ao governo gaúcho em 2022.

Esse contexto político ajuda a explicar também porque Terra se aproximou do Palácio do Planalto nesta crise do coronavírus. Seu discurso é alinhado ao que o presidente Jair Bolsonaro tem defendido: flexibilização do isolamento, foco das políticas nos grupos de risco e investimento na hidroxicloroquina.

Mas o que a conversa de ambos mais deixa claro é que a saída de Mandetta continua a ser algo ainda aventado no entorno do presidente Jair Bolsonaro. Procurado, Terra disse que não ia comentar porque se trata de uma conversa privada. Onyx não se manifestou.

CNN Brasil

“O senhor está equivocado!” Cientistas publicam carta para Mandetta:

Documento redigido pelo professor Marcos Eberlin e coassinado por 30 cientistas de diversas áreas em defesa do uso da hidroxicloroquina em pacientes não-graves de Covid-19.

Os signatários da carta, todos ligados ao movimento Docentes Pela Liberdade (DPL), somam mais de 60 mil citações em publicações científicas internacionais.
Íntegra do texto:

https://t.me/joinchat/AAAAAFL-oNoId1UJYOMbjA , grupo oficial da República de Curitiba no Telegram. Participe.

O Ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, desaconselha o uso da (hidroxi)cloroquina ou sua associação com azitromicina (HCQ + AZT) para doentes não-graves, e justifica sua decisão pela “falta de consenso científico”.

“Ciência, ciência, ciência, seguimos a ciência!”, proclama o Senhor Ministro, soando, para muitos, como culto e prudente. Porém, ele está equivocado!

Pois o que seria essa ciência que o Ministro afirma seguir? E haveria tempo suficiente para esperar por uma resposta, definitiva e consensual, de uma comunidade científica?

E quem falaria, de fato, em nome dessa ciência consensual, para anunciar o seu veredito?

Sou um cientista, químico e bioquímico, e já atuei em várias áreas da medicina e de análises clínicas. Meu grupo desenvolveu um método inovador e rápido de diagnóstico de zika.

Minha filha — Lívia Eberlin — desenvolveu uma caneta para diagnóstico seguro de câncer e, juntos, trabalhamos em um método rápido de diagnóstico para o coronavírus.

São dados obtidos nesta semana, e, se tais dados forem confirmados, teremos algo muito inovador a oferecer pela ciência.

Atuo em ciência há mais de 40 anos, coordenei um grupo de pesquisas com mais de 55 doutores e pós-doutores, já orientei mais de 200 deles, e publiquei mais de 1.000 artigos científicos com quase 25 mil citações.

Desculpe a falta de modéstia, mas se ciência é a questão aqui, tenho que dizer que sou um dos cientistas brasileiros mais produtivos da ciência brasileira contemporânea.

Atuo, também, em uma área da ciência que estuda nossas origens, na qual uma teoria é apresentada como pleno consenso científico; entretanto, mesmo em meio a este “consenso”, ainda reinam mais dúvidas do que certezas.

No fundo, nós cientistas só sabemos que quase nada sabemos! Mas se um pouco sabemos, que usemos este conhecimento já, aqui e agora!

Com a autoridade científica que meus feitos me outorgam, não tenho dúvidas em declarar que o Senhor Ministro da Saúde, Henrique Mandetta, equivoca-se tremendamente ao clamar por consenso científico nas atuais circunstâncias.

Consenso, não raro, diz respeito a políticos. Mas como afirma Richard Feynman, um dos maiores físicos e filósofos da atualidade: “A ciência é a cultura da dúvida”.

Jamais teremos certeza consensual em ciência! É evidente que o acúmulo de muitos dados ao longo de vários anos de pesquisas pode certificar algumas hipóteses e derrubar outras, provisoriamente.

Mas a dúvida sempre persistirá. E é preciso que persista a fim de que a própria ciência avance e se aperfeiçoe.

Portanto, exigir consenso científico e que cientistas em suas sociedades científicas se reúnam e cheguem em uma posição consensual, em meio a uma pandemia, é revelar temor em agir num momento premente como o que vivemos.

Para a cloroquina no tratamento do Covid-19, pedir consenso de seres por natureza céticos e questionadores é solicitar o impossível, para justificar uma omissão.

É ignorar as evidências que já temos em nome de muitas evidências que até poderão surgir, porém, tarde demais; quem sabe depois da morte de muitos.

É se negar a desviar o Titanic, enquanto se espera um consenso sobre se a mancha no radar é mesmo um iceberg à frente.

Em Portugal, por exemplo, médicos do Ministério da Saúde adotaram o HCQ + AZT para tratar o Covid-19, tomando essa decisão com pouco mas expressivo embasamento científico, frente aos resultados do primeiro estudo do professor Didier Raoult e seu numeroso grupo de pesquisadores e de especialistas do Instituto Ricardo Jorge (onde há pesquisadores com elevada produção científica que estudam a malária e outras doenças tropicais), e do Instituto de Medicina e Higiene Tropical da Universidade Nova de Lisboa.

Os portugueses esperaram por consenso científico? De duas sociedades científicas? Pediram estudos clínicos multicêntricos com duplo cego envolvendo um número de casos cientificamente válido?

Evidentemente que não! Seria um contrassenso imenso insistir em exigir coisas assim numa hora como esta! Pois estudos desta natureza seriam demorados demais (pelo menos 12 meses), e o vírus que enfrentamos não tem clemência por temerosos e retardatários.

Pior, estudos com esta metodologia são difíceis de serem aplicados em doenças infecciosas, pois colocariam em risco a vida dos participantes nos grupos de controle e/ ou de placebo.

Na verdade, nem sequer seriam aprovados em muitos Comitês Científicos de Ética.

Os portugueses, caro Ministro Mandetta, foram bravos, corajosos e plenamente científicos. Usaram as evidências empírico-científicas de que dispunham e não hesitaram: agiram, rapidamente, pois era hora. Siga esse protocolo de sucesso!

Descartar um tratamento com baixo risco e com potencial para salvar muitas vidas, mesmo que possa até não funcionar, dar empate, é uma atitude moralmente inadmissível! E, por que não, cruel.

Argumentos sobre a não cientificidade do uso de HCQ + AZT, ou, que devemos usá-las somente após ser declarado esse um consenso científico ignoram o que é ciência, como se constroem consensos científicos, sua efetividade em muitos casos, é verdade, mas, outrossim, suas inegáveis limitações, em outros.

Seria muito bom conhecer mais, se tempo tivéssemos, mas os dados disponíveis atualmente clamam com veemência pelo uso da cloroquina, e já!

E quais seriam estes dados?

A favor da HCQ + AZT temos:

A cloroquina já é usada há décadas, conhecemos as dosagens, as suas contraindicações.
Africanos a tomam todos os dias, e missionários na África são aconselhados a tomar doses diárias. Muitas vidas na África talvez sejam salvas por essa “feliz coincidência”.
Não há relatos científicos de muitas mortes ou sérios efeitos colaterais pelo uso da HCT.
Vários estudos fervilham no Brasil e no mundo mostrando sua eficácia. A Prevent os tem aplicado preventivamente em centenas de seus pacientes idosos, com muito sucesso.Uma pesquisa na literatura científica (sciFinder e outros) sobre a HCT retorna muitos registros de seu efeito antiviral, inclusive no tratamento de zika.
Um dos maiores especialistas em epidemias no Brasil, entre eles um pesquisador sênior e altamente produtivo e respeitado, o Dr. Paolo Zanotto, aconselha fortemente seu uso.
O pior efeito colateral é a morte, e este efeito colateral ronda milhares no Brasil pelo não uso da HCQ+ AZT!
Vários médicos têm feito uso próprio da HCQ + AZT, em casos “brandos”, inclusive o coordenador da equipe de Governador Dória em SP, o Dr. David Uip. Por que para ele pode, e para o povo, não pode? Um amigo meu, biólogo e cientista, consultou seu médico, tomou e sarou, em poucos dias.
Contra temos:

A falta de consenso científico.
Ou seja: é uma goleada cientifica de 7 x 1 a favor da cloroquina ou da dupla HCQ+ AZT.

Caro Ministro, ciência é o pesar das evidências que temos, aqui e agora. É agir hoje, com coragem e esperança.

Errar é humano, mas errar por esperar consenso científico é isenção hedionda, pois o inimigo já derrubou as nossas muralhas e está a ceifar as vidas de nossas mulheres e filhos.

Há relatos de pobres morrendo clamando pela cloroquina! Pois os ricos e poderosos, como o Dr. Uip, estão sendo todos tratados por seus médicos particulares com HCQ + AZT, e, por um motivo qualquer que ainda me é obscuro, negando-se a revelar a receita da cura. Médicos não abandonam seus pacientes, e também não lhes negam a receita!

Mas ainda há tempo e esperança. E, Senhor Ministro, estou certo de que tomará a decisão correta.

Não corra o risco de ter sobre vossa consciência o peso da morte de centenas ou milhares de pessoas que poderão morrer sem sequer ter a chance de testar a terapia. Seja corajoso, seja científico! Autorize o uso da ciência que temos aqui e agora, a ciência de hoje!

Ministro: se errar, erre tentando, empatando! Mas se acertar, acerte ganhando, salvando vidas!


Coassinam esta carta os seguintes cientistas:
NOME instituição citações
Marcelo Hermes Lima Universidade de Brasília 6365
Aguimon Alves da Costa Universidade Cândido Mendes
Alexandre Barbosa Andrade Universidade Federal de Ouro Preto
Amilcar Baiardi Universidade Católica de Salvador 2483
Bruno Lima Pessoa Universidade Federal Fluminense 50
Carlos Adriano Ferraz Universidade Federal de Pelotas 8700
Carlos Prudêncio Instituto Adolfo Lutz 228
Cesar Gordon Universidade Federal do Rio de Janeiro 754
Cláudio Antônio Sorodo Días Universidade Federal da Grande Dourados
Eduardo Gonçalves Paterson Fox sem filiação 418
Elvis Böes Instituto Federal de Brasília 685
José Carlos Campos Torres Universidade Estadual de Campinas 115
Laércio Fidelis Dias Universidade Estadual Paulista 121
Leonardo Vizeu Figueiredo Escola da Advocacia-Geral da União 288
Maira Regina Rodrigues Magini Universidade Federal do Rio de Janeiro 177
Marcio Magini Universidade Federal do Rio de Janeiro 207
Milton Gustavo Vasconcelos Barbosa Universidade Estadual do Piauí
Ney Rômulo de Oliveira Paula Universidade Federal do Piauí
Pablo Christiano Barboza Lollo Universidade Federal da Grande Dourados 1116
Pedro Jorge Zany P. M. Caldeira Universidade Federal do Triângulo Mineiro 65
Rodrigo Caiado de Lamare PUC-RJ e University of York 11341
Ronaldo Angelini Universidade Federal do Rio Grande do Norte 664
Rosevaldo de Oliveira Universidade Federal de Rondonópolis 17
Rui Seabra Ferreira Junior Universidade Estadual Paulista 1318
Luís Fabiano Farias Borges CAPES
Jane Adriana Ramos Ottoni de Castro Universidade de Brasília
Martinho Dinoá Medeiros Júnior Universidades Federal de Pernambuco
Marcos N. Eberlin Universidade Presbiteriana Mackenzie 24941
Marcus Vinicius Carvalho Guelpeli Universidade Federal dos Vales do Jequitnhonha e Mucuri 95
Leonardo de Azevedo Calderon Fundação Oswaldo Cruz 1230
José Roberto Gomes Rodrigues Universidade do Estado da Bahia.
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Fonte:
Amanda Nunes Brückner | 08/04/2020 | 2:09 PM | BRASIL Want create site? Find Free WordPress Themes and plugins

Autônomo pode baixar aplicativo a partir de hoje para renda de R$ 600

Trabalhador deve receber auxílio emergencial em até 48 horas.

A partir das 9h de hoje (7), de 15 milhões a 20 milhões de trabalhadores informais não inscritos em programas sociais poderão baixar o aplicativo da Caixa Econômica Federal que permitirá o cadastramento para receberem a renda básica emergencial. 

O auxílio – de R$ 600 ou de R$ 1,2 mil para mães solteiras – será pago por pelo menos três meses para compensar a perda de renda decorrente da pandemia de coronavírus.

A Caixa também lançará uma página na internet e uma central de atendimento telefônico para a retirada de dúvidas e a realização do cadastro. Detalhes como o nome do aplicativo, o endereço do site e o número da central telefônica serão divulgados pelos ministros da Cidadania, Onyx Lorenzoni, e da Economia, Paulo Guedes; pelo presidente da Caixa, Pedro Guimarães; e pelo presidente do Dataprev, Gustavo Canuto, em evento nesta manhã no Palácio do Planalto.

Deverão cadastrar-se trabalhadores autônomos não inscritos no Cadastro Único de Programas Sociais (CadÚnico) e que não pagam nenhuma contribuição para o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Quem não sabe se está no CadÚnico pode conferir a situação ao digitar o número do Cadastro de Pessoas Físicas (CPF) no aplicativo.

Quem contribui para a Previdência como autônomo ou como microempreendedor individual (MEI) já teve o nome processado pela Caixa Econômica e está automaticamente apto a receber o benefício emergencial. Ontem (6) à noite, o ministro Onyx Lorenzoni disse que os primeiros benefícios começarão a ser pagos ainda hoje para quem está nos cadastros do governo. Segundo ele, o pagamento para esse primeiro grupo deve ser concluído até amanhã (8).

Funcionamento

Quanto aos trabalhadores autônomos ainda não cadastrados, o pagamento será feito até 48 horas depois da conclusão do cadastro no aplicativo. O benefício será depositado em contas poupança digitais, autorizadas recentemente pelo Conselho Monetário Nacional, e poderá ser transferido para qualquer conta bancária sem custos.

Quem não tem conta em bancos poderá retirar o benefício em casas lotéricas. O próprio aplicativo, ao analisar o CPF (Cadastro de Pessoa Física) , verificará se o trabalhador cumpre os cerca de dez requisitos exigidos pela lei para o recebimento da renda básica.

Bolsa Família

O terceiro grupo é formado pelos beneficiários do Programa Bolsa Família, que não precisarão baixar o aplicativo. Segundo Lorenzoni, eles já estão inscritos na base de dados e poderão – entre os dias 16 e 30 – escolher se receberão o Bolsa Família ou a renda básica emergencial, optando pelo valor mais vantajoso.

O ministro da Cidadania lembrou que o benefício de março do Bolsa Família terminou de ser pago no último dia 30. Para ele, o pagamento do novo benefício a essas famílias antes do dia 16 complicaria o trabalho do governo federal, que ainda está consolidando a base de dados, de separar os grupos de beneficiários.

Outro aplicativo

Além da ferramenta para o cadastro de trabalhadores autônomos, a Caixa lançará um aplicativo exclusivo para o pagamento da renda básica emergencial. 

Segundo o presidente do banco, Pedro Guimarães, esse segundo aplicativo funcionará de modo semelhante ao do saque imediato do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), permitindo escolher uma conta bancária para o recebimento ou optar pelo saque em casas lotéricas.

Fonte: Agência Brasil – Welton Máximo/Edição: Kleber Sampaio.

Por: Júnior Santos da República de Curitiba.

Principal motivo para Bolsonaro não ter demitido Mandetta, ainda

É notório a perda de confiança do ministro da saúde pelo presidente Jair Bolsonaro.

O presidente estava com a caneta na mão pra assinar a demissão e o ministro já estava com as gavetas vazias.

Porém alguns deputados federais aliados do presidente ponderaram de que a demissão neste momento seria um prêmio a Mandetta e que o novo ministro receberia o Ministério logo no momento em que as mortes irão aumentar e isso seria usado pelo ministro e pela oposição.

Bolsonaro concordou e “adiou” a demissão do ministro que está com os dias contados.

Como podem ver, não foi por causa do congresso ou da imprensa que o capitão deixou de demitir Mandetta.

Advogados Pró Bolsonaro Brasil dizem que João Dória é o Inimigo do Brasil, mais mortal que o COVID-19

A República Federativa do Brasil, formada pela união indissolúvel dos Estados e Municípios e do Distrito Federal, que constitui-se em Estado Democrático de Direito está sob ataque do Governador do Estado de São Paulo João Dória (PSDB).

O referido Governador no presente cenário de declaração de emergência em saúde pública de importância nacional (ESPIN) decretado pelo Governo Federal do Presidente Jair Bolsonaro através do Ministro da Saúde Luiz Mandetta por meio da PORTARIA Nº 188, DE 3 DE FEVEREIRO DE 2020 atua como usurpador dos poderes do Presidente da República estabelecidos na Constituição da República Federativa do Brasil de 1988. João Dória, atrai para si o capital político de coordenador do enfrentamento ao COVID 19 no âmbito nacional, atuando na organização e coordenação de uma coalização de Governadores dos Estados Federados, para isolar e enfraquecer as ações do Governo Federal.

O objetivo de João Dória é isolar a pessoa do Presidente do Brasil Jair Bolsonaro do cenário político decisório no enfrentamento ao COVID 19, estabelecendo um ambiente de ruptura institucional, constitucional e legal dos poderes da República Federativa do Brasil. A Nação Brasileira acompanha a instalação de um poder paralelo de Governadores dos Estados Federados, o que se vislumbra é o estabelecimento de um poder político inconstitucional que encontra-se dissociado das ações políticas de enfrentamento ao COVID 19 já estabelecidas pelo Governo Federal no âmbito da República Federativa do Brasil.

O Estado de São Paulo, sob o Governo de João Dória é alçado por ele próprio no cenário nacional como se fosse um país independente e capaz de liderar as ações de enfrentamento no âmbito nacional com apoio dos demais Governadores dos Estados Federados, o que se percebe é que cada Governador dos seus respectivos Estados, sob orientação e coordenação de João Dória estão adotando medidas idênticas ao do Estado de São Paulo, criando um entendimento de ações coordenadas de âmbito estadual para alcançar o cenário nacional, desconsiderando todas as ações do Governo Federal devidamente implementadas e em andamento.

O Governador do Estado de São Paulo afronta a Carta Política Nacional e confronta o Presidente do Brasil como se fosse um inimigo a ser derrotado e destituído do Poder Executivo Nacional. Estamos vivenciando uma espécie de Golpe de Estado político e ideológico onde João Dória na coordenação da coalização de Governadores dos Estados Federados, usando discursos politicamente corretos de enfrentamento ao COVID 19 estabeleceu fundamentos espúrios para justificar suas ações políticas de confrontação e usurpação dos Poderes da República, cooptando os demais Governadores em uma verdadeira rebelião política com ruptura constitucional.

O Governador de Estado, seja quem for, não esta acima do Presidente da República, e deve por uma postura democrática e republicana, nos limites da Constituição Federal respeitar a pessoa do Chefe do Poder Executivo Federal, independentemente de suas convicções pessoais e até mesmo ideologia política, ora, se o Presidente do Brasil esta conduzindo a Nação Brasileira nos estritos termos da Carta Política e das demais leis aplicáveis, qualquer outro tipo de manobra política de Governadores de Estados tentando desestabilizar o País será considerada pelo povo brasileiro como uma afronta ao Estado Democrático de Direito.
Por fim, queremos alertar a Nação Brasileira que encontra-se em curso um flagrante Golpe de Estado sendo organizado, coordenado e executado pelo usurpador João Dória, Governador do Estado de São Paulo, este sim, é o inimigo do Brasil a ser derrotado com urgência pelo povo brasileiro que mora no Estado de São Paulo pois é mais mortal que o próprio COVID 19.

República Federativa do Brasil, 31 de Março de 2020.

Movimento Advogados Pró Bolsonaro Brasil
Direita Jurídica Conservadora Nacional

Paulo Maffioletti
Advogado
OAB/AM 5240

Maurício dos Santos Pereira
Advogado
OAB/SP 261.515

Heberton Tavares – República de Curitiba.

Em teletrabalho, MPF produz 61 mil manifestações e repassa quase R$ 1,63 bi para a saúde

Desde que o Ministério Público Federal (MPF) entrou em regime de teletrabalho, procuradores e procuradoras do órgão produziram 61,1 mil manifestações – cerca de 5,5 mil por dia. Somente as ações para repasse de recursos à saúde somam quase R$ 1,63 bilhão. Os números compreendem o início do regime especial, em 19 de março, até o domingo (29) e foram computados pela Associação Nacional dos Procuradores da República (ANPR) no sistema do MPF. O trabalho a distância foi instituído como parte dos esforços em todo o país para contenção da Covid-19.

No período, foram recebidos 60.805 processos. Em contrapartida, procuradores e procuradoras devolveram à Justiça 63.229 peças, o que significa uma redução no estoque processual da ordem de quase 2,4 mil ações. Entre os procedimentos internos, houve 3.761 autuações, 4.086 distribuições e 5.945 foram finalizados.

“A Covid-19 tem exigido dos membros do MPF trabalho intenso em todas as áreas, mas, especialmente, para entregar à saúde significativos recursos em apoio às ações desenvolvidas e, ainda, garantir a aplicação das medidas de controle da doença recomendadas internacionalmente. Seguimos produzindo, no teletrabalho, com o mesmo ritmo e eficiência” afirma o presidente da ANPR, Fábio George Cruz da Nóbrega.

Em decorrência de manifestações do MPF, quase R$ 1,63 bilhão foi direcionado à saúde para a aquisição de materiais hospitalares e outros materiais necessários no enfrentamento à Covid-19. Diversos estados do país receberam partes desses recursos. Por ação do MPF, também foi retirada do ar a campanha publicitária do governo federal “O Brasil não pode parar”, que defendia o fim da quarentena recomendada pela Organização Mundial de Saúde.

Fonte: ANPR.

Heberton Tavares – República de Curitiba.

PRF recebe doações de kits de higiene e alimentos e entrega aos caminhoneiros.

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) desde o dia (28.Mar) recebe doações de alimentos, marmitas, de higiene, entre outros itens, que estão sendo entregues a motoristas de caminhão em todo o país. A ideia da campanha Siga em Frente, Caminhoneiro é minimizar os efeitos da situação de calamidade pública em função do novo coronavírus e possibilitar que esses profissionais tenham condições de continuar trabalhando.

A PRF lembra que os caminhoneiros são peças-chave na logística de distribuição de medicamentos e vacinas pelo país. “Com poucos estabelecimentos funcionando durante a quarentena imposta pela prevenção à disseminação do Coronavírus, os motoristas de caminhão têm dificuldades em encontrar pontos de apoio para garantir as necessidades básicas de alimentação e higiene”, destaca a PRF, em nota.

As doações devem ser entregues nos postos da PRF, das 9h às 13h. Cerca de mil voluntários vão distribuir a caminhoneiros de todo o país os produtos arrecadados. Cada ponto de apoio terá a presença de três voluntários uniformizados e identificados, que vão entregar as doações aos motoristas de caminhão em um esquema de drive thru.

Fonte: Agência Brasil / Edição: Juliana Andrade.

Por: Júnior Santos da República de Curitiba.

Detentos do grupo de risco vão para prisão domiciliar com aval da Justiça de SP.

A Justiça de São Paulo concedeu o direito a prisão domiciliar aos presos que estão no grupo de risco para o coronavírus no Centro de Progressão Penitenciária de Tremembé, no interior paulista. Segundo a Secretaria Estadual de Administração Penitenciária, até o momento 61 detentos que cumprem pena no regime semiaberto receberam alvará de soltura.

O pedido foi feito pela Defensoria Pública de São Paulo em benefício dos presos que são idosos ou tem doenças como diabetes, tuberculose, HIV, câncer ou problemas respiratórios e cardiovasculares.

Na decisão, a juíza Sueli Seraik ressalta que o presídio não tem “condições sanitárias satisfatórias”. Segundo ela, além da “insalubridade estrutural dos pavilhões habitacionais, falta material de limpeza, higiene pessoal e rouparia. Sem peças de vestuário para troca e com a proibição da visitação, os presos permanecem com a roupa do corpo desde a rebelião”.

Rebelião

No último dia 16, os presos de quatro presídios paulistas, incluindo o centro de progressão de Tremembé, se rebelaram. Houve uma fuga em massa de 1,3 mil detentos, sendo que 720 foram recapturados poucos dias após o motim. De acordo com a SAP, as rebeliões foram uma resposta à suspensão da saída temporária, agendada para o mês de março, que ocorreria no dia 17. O benefício contemplaria mais de 34 mil sentenciados do regime semiaberto.

“A medida foi necessária pois o benefício contemplaria mais de 34 mil sentenciados do regime semiaberto que, retornando ao cárcere, teriam elevado potencial para instalar e propagar o coronavírus em uma população vulnerável, gerando riscos à saúde de servidores e de custodiados”, justificou a secretaria na ocasião.

A juíza destacou, na decisão, que os que participaram dos “atos de insubordinação” foram transferidos para outras unidades e, assim, não serão beneficiados pela medida.

Fonte: Agência Brasil/ Daniel Mello / Edição: Denise Griesinger.

Por: Júnior Santos da República de Curitiba.

Mais da metade das pessoas infectadas no DF estão recuperadas

Durante coletiva à imprensa desta sexta-feira (27.Mar), a Secretaria de Saúde informou que metade dos pacientes diagnosticados com o novo coronavírus no Distrito Federal, 120 pessoas, estão recuperadas da doença. Segundo o subsecretário de Vigilância Sanitária, Eduardo Hage, o período para que os diagnosticados deixem de apresentar sinais da doença é de 14 dias. Boletim mais recente da pasta mostra 240 infectados.Continua depois da publicidade

 De acordo com Eduardo Hage, a maioria dos casos são leves. “Esse quadro respiratório dura cerca de sete dias. Na grande maioria das confirmações, o paciente se recupera. Mais da metade das pessoas infectadas já saíram do isolamento domiciliar e tem recuperação clínica”, afirmou. 
Contudo, o subsecretário alerta para que as pessoas permaneçam em casa. “Evitem aglomerações e o contato com outras pessoas. Isso é essencial para vencermos essa pandemia”, orientou Hage.  Até a tarde desta sexta-feira (27/3), a Secretaria de Saúde contabilizava 240 notificações confirmadas da Covid-19. Um aumento de 14 casos em relação a ontem. Desses, 180 estão com infecções leves e 16 em estado grave. Oito desses graves estão críticos e uma recuperada. Há, ainda, 44 em investigação, aguardando resultado do exame.
Entre os infectados, 164 têm entre 31 e 59 anos; 42 estão na faixa de 11 a 30 anos. Com risco alto, há 27, com mais de 60 anos.

Fonte: Correio Braziliense/Darcianne Diogo e Walder Galvão.

Por: Júnior Santos da República de Curitiba.

Quatro perguntas para o regime comunista chinês responder

Presidente da China

Estamos esperando as respostas para as seguintes perguntas:
1 – Por que só poucas regiões da China foram atingidas pela epidemia do Covid-19, sendo que a quarentena foi estabelecida muito tempo depois dos primeiros casos?
2 – Como a China está zerando os casos de transmissão local em tão pouco tempo mesmo após de ter diminuído as restrições de circulação?
3 – Por que a Rússia, país que recebe milhões de chineses, tem tão poucos casos e todos concentrados em Moscou?
4 – Por que a China, no início, restringiu a entrada de imigrantes, mas não a saída de chineses?
Se alguém souber as respostas, ajudará bastante…
(Texto de Flavia Ferronato. Advogada. Coordenadora Nacional do Movimento Advogados do Brasil)

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