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Roubar de quem está endividado. Como Paulo Bernardo dorme à noite?

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Milhares de servidores bancaram propinas ao grupo de Paulo Bernardo, afirmou a Receita Federal. Os funcionários que tomaram empréstimo deveriam ter pago no máximo R$ 0,30, mensalmente, por um serviço de gerenciamento e controle feito pela empresa Consist Software Limitada, mas acabaram arcando com R$ 1,25, valor quatro vezes maior ao que deveria ser descontado em folha.

A fraude acabou chegando, durante os 5 anos de roubo, a mais de R$ 100 milhões distribuídos para agentes públicos, políticos e parceiros do esquema de forma ilegítima. Paulo Bernardo é suspeito de receber ao menos R$ 7 milhões em propinas sobre contratos da Consist, vinculados ao Ministério do Planejamento.

O superintendente-adjunto da Receita, Fábio Ejchel, enfatizou. “O que a gente pode afirmar é que são dezenas de milhares de funcionários públicos que durante esses anos foram lesados.”

Roubar de quem está tão mal das pernas a ponto de entrar em dívida é realmente ter um coração de pedra. Como será que ele dorme à noite?

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Quantas curtidas merece esta foto?

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(FOTO: ROVENA ROSA/ABR)

O prédio onde fica a sede nacional do PT, no centro de São Paulo, foi alvo de ação de busca e apreensão por mais de seis horas na manhã de ontem, dia 24 de junho. Segundo o advogado da legenda, Luiz José Bueno de Aguiar, foram levados computadores e documentos contábeis.

O secretário de organização do PT, Florisvaldo Souza, admitiu que o partido vai sofrer um impacto político por causa da deflagração da operação Custo Brasil, desdobramento da Lava Jato. “Você tem um partido que governou esse País por 13 anos, que mudou a história deste País e está sendo criminalizado”, choramingou.

Parabéns, São Paulo. Prenderam o ministro da Dilma e mandaram recado para os inimigos do juiz Sérgio Moro

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O procurador da República Andrey Borges de Mendonça declarou que a Operação Custo Brasil, que prendeu o ex-ministro do Lula e da Dilma, Paulo Bernardo, é “uma resposta àqueles que celebraram com champanhe” a retirada dessa fatia da Lava Jato das mãos do juiz federal Sérgio Moro.

A República de Curitiba orgulhosamente parabeniza à Polícia Federal e toda equipe da Operação Custo Brasil, de São Paulo.

 

 

Moro, presidente?

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Painel, Folha de S. Paulo

Só a toga salva – Petistas tomaram um susto ao abrir uma pesquisa interna de intenção de voto para o Planalto. Realizada na cidade de SP entre o fim de maio e o início de junho, a sondagem mostra Sergio Moro no topo da lista de presidenciáveis, com 14%.

Eu, tu, eles – Marina Silva aparece na segunda posição (12%), seguida por Lula (11%), Geraldo Alckmin (10%) e José Serra (10%).

Até tu, Brutus – Michel Temer e Eduardo Cunha também pontuam, mas estão tecnicamente empatados, com 2% e 1%, respectivamente. O ex-ministro Ciro Gomes tem 4%, e Jair Bolsonaro, 3%.

 

 

“A corrupção é uma serial killer”, diz Dallagnol a deputados

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“A corrupção mata. A corrupção é uma serial killer que se disfarça de buracos de estradas, em falta de medicamentos, crimes de rua e de pobreza. Estima-se que se desvia no Brasil, pela corrupção, R$ 200 bilhões. Esse valor poderia triplicar o investimento federal em saúde ou educação ou quintuplicar o que se investe em segurança pública. Nós poderíamos ter um país muito melhor.”

Essas foram as palavras contundentes do procurador da República Deltan Dallagnol, coordenador da força-tarefa do Ministério Público Federal que atua na Operação Lava Jato. Ele discursou nesta quarta-feira, 22 de junho, na Câmara do Deputados, em Brasília, ao discutir o Projeto de Lei (PL 4.850/16) que reúne as medidas contra a corrupção sugeridas pelo Ministério Público brasileiro.

As “10 Medidas Contra a Corrupção” reúnem 20 propostas de alterações legislativas que visam aprimorar a legislação brasileira de combate à corrupção. Busca-se, entre outros ajustes, a criminalização do enriquecimento ilícito; aumento das penas e crime hediondo para corrupção de altos valores; celeridade nas ações de improbidade administrativa; reforma no sistema de prescrição penal; responsabilização dos partidos políticos e criminalização do caixa 2. O pacote anticorrupção recolheu mais de 2 milhões de assinaturas.

O que há por trás da decisão contra Bolsonaro

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A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) acatou a denúncia da Procuradoria-Geral da República (PGR) contra o deputado Jair Bolsonaro (PSC-RJ) por uma suposta apologia ao estupro. Com a decisão, o deputado se torna réu e deverá se explicar à Justiça.

Bem, tem que ser muito ingênuo para acreditar que esta é a única motivação em jogo. Uma pessoa mais atenta ao cenário político, gostando ou não do Bolsonaro, sabe que daqui até Outubro de 2018, a candidatura dele, ainda que com poucas chances de êxito, é o único fator capaz de embaralhar as cartas.

Como observou Fábio Pegrucci,  Jair Bolsonaro poderá ser a primeira candidatura assumidamente de Direita desde a volta das eleições presidenciais em 1989. Pode mudar radicalmente o teor dos debates, incluindo temas e visões ausentes do cenário político nacional. Pode dar voz a uma parcela enorme da população, que não se sente representada por nenhum dos matizes esquerdistas que se apresentam. Pode, no mínimo, ser uma pedra nos sapatos dos demais jogadores e fazer a eleição se tornar imprevisível.

E Pegrucci arremata: “O PT – assim como a quase totalidade do status quo político, midiático e intelectual brasileiro – tem MEDO do parlamentar do Rio de Janeiro por enxergar nele uma das poucas vozes capazes de quebrar a hegemonia do pensamento esquerdista e de suas múltiplas agendas; além de seu crescente potencial eleitoral, que o credencia a ser candidato à Presidência da República.”

 

“CARTA DE CURITIBA”

Juízes firmam “pacto” para proteger Sérgio Moro – Publicam a Carta de Curitiba

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O juiz Vitor Bizerra, da Bahia, um dos organizadores do evento, explicou o motivo do encontro: ‘Foi uma escolha do grupo. Ele representa tudo aquilo que o magistrado deve fazer. Trabalha com isenção e imparcialidade’, disse.
Ao final, foi divulgada a “CARTA DE CURITIBA”

Eis seu conteúdo: ” A junção de união, empenho, trabalho e ética sempre foi uma fórmula de sucesso. Quando uma sociedade adoece, é sobre esses pilares que passará a sua recuperação. (….)Não temos partido, ideologia, filosofia ou interesses que não sejam os estritamente ligados à preservação do Estado Democrático de Direito, à liberdade e à luta pelo bem de forma independente e imparcial, com total e irrestrito respeito às leis e à Constituição Federal de nosso país. Não buscamos cargos, projeções pessoais ou políticas, mas a pacificação e a união do Brasil em torno do certo e do justo.
Em tempos da verdade substituída por versões, do direito por interesses, das instituições oficiais por grupos criminosos, não resta outra opção se não o resgate altivo, pacífico, isento e tranquilo dos valores que sustentam uma sociedade.Será pelo apreço ao justo e à missão institucional de um Estado verdadeiramente livre e igual que nos reunimos para renovar o compromisso de (re)construção de uma grande nação.Exaltando a figura de todos os abnegados Magistrados brasileiros, rendemos homenagem ao Brasil e à liberdade na pessoa do colega Sergio Fernando Moro. Que seu exemplo público seja a referência do que os valores morais e um Juiz independente podem fazer por nossa sociedade.”

“Vocês vão ter que tirar a mão do bolso”, ordena Lula

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Durante evento de lançamento da pré-candidatura de Jandira Feghali (PCdoB-RJ) à Prefeitura do Rio, ontem, dia 20, Lula convocou a militância e disse que seus eleitores terão que “tirar a mão do bolso e contribuir para a campanha”. Em seu discurso, ele afirmou que a campanha deste ano não terá mais “programa de televisão como filme de Hollywood” e “direção de Spielberg” e isso será bom para eles “reaprenderem a valorizar o trabalho de base”. Lula acrescentou ainda que “isso será uma nova experiência política para a militância.”

Lembrando aqui da campanha vaquinha virtual que os militantes fizeram para Zé Dirceu, ano passado, arrecadando  R$ 1 milhão, para depois descobrirem que ele tinha mais de R$ 100 milhões em seu poder em dinheiro roubado.

Se os militantes ainda não aprenderam a lição,  Lula vai fazer “o proletariado, explorado pelos seus patrões”, pegar o pouco salário que ganham para a entregarem à campanha do PT. Vamos ver como isso vai acontecer, uma vez que, como sabemos, seus militantes estão desempregados.

 

Equipe República de Curitiba

 

 

Como os empresários favoritos da Dilma pegavam dinheiro do BNDES

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Depois da devassa nos contratos da Petrobras, a força-tarefa da Lava Jato quer agora expandir o foco das investigações para outros setores. Os Procuradores da República querem informações sobre contratos de concessões de aeroportos e obras de infraestrutura nos terminais, que foram aceleradas para a Copa de 2014 e para a Olimpíada deste ano. Os investigadores da Lava Jato já encontraram indícios de que houve corrupção no processo de concessão de aeroportos realizadas em 2011, 2012 e 2013, no governo Dilma Rousseff.

A pressão agora é em cima de Marcelo Odebrecht e de Léo Pinheiro, da OAS. Para vencer os leilões de exploração, suas empreiteiras pegaram dinheiro dos fundos de pensão e do BNDES.

Agora, você quer entender como isso funciona?

O BNDES atua como se fosse fonte de redistribuição de renda às avessas, conforme explica o Instituto Mises. Originalmente, os recursos do BNDES eram oriundos do FAT (Fundo de Amparo ao Trabalhador — fundo destinado a custear o seguro-desemprego e o abono salarial).  Só que os recursos do FAT, por sua vez, vêm das arrecadações do PIS e do PASEP, os encargos sociais que incidem sobre a folha de pagamento das empresas. E é esse o dinheiro direcionado para as grandes empresas a juros subsidiados. Ou seja, pequenas empresas financiavam juros subsidiados das grandes empresas. Parece justo pra você?

Mas o que era ruim, piorou.

A partir de 2009, houve uma alteração.  Se antes o BNDES se financiava exclusivamente via impostos, a partir de 2009 ele passou a financiar também via endividamento do Tesouro. Ou seja, como o BNDES não tinha todo o dinheiro que o governo queria para destinar a seus empresários favoritos, o Tesouro começou a emitir títulos da dívida com o intuito de arrecadar esse dinheiro para complementar os empréstimos.

E quem compra esses títulos?  Majoritariamente, o sistema bancário.  Como ele compra?  Criando dinheiro do nada. O que significa que a atual forma de financiamento do BNDES é inerentemente inflacionária.  Desde 2009, o BNDES já jogou quase R$ 500 bilhões na economia. E sabe o resultado?

Bem, além de aumentar o endividamento do governo, este mecanismo utilizado pelo Tesouro para financiar o BNDES também aumenta a quantidade de dinheiro na economia, o que causa uma grande inflação em nosso mercado.  Logo, o BNDES espolia duplamente os mais pobres: destrói o poder de compra da moeda e ainda utiliza os impostos dos pequenos para financiar empresários ricos.

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E é por isso que vamos continuar a dar todo o apoio à Operação Lava Jato.  Graças a esse trabalho, o de pressionar os empresários favoritos, a justiça vai descobrir muitos outros detalhes de como eles assaltavam o Brasil.

Temer enterra estratégia do PT de aparelhar as forças armadas

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Temer devolverá, hoje, 20 de junho, aos comandantes do Exército, da Marinha e da Aeronáutica,atribuições que lhes foram retiradas pela Dilma, com o Decreto 8.515 de três de setembro do ano passado, que trata da direção e gestão de cada uma das forças armadas. A informação é do Blog do Noblat.

Dilma havia retirado dos comandantes militares diversos poderes e os transferidos ao seu Ministro da Defesa. Por exemplo, assuntos relacionados à remuneração, reforma de oficiais, promoções e até a nomeação de capelães. E o pior: os comandantes militares não foram consultados sobre o decreto.

Acontece que a lei dispõe que os comandantes exercerão a direção e a gestão da respectiva força (art. 4º, com a redação da LC 136/2010). Assim, Dilma não poderia delegar ao ministro competência que a lei atribui aos comandantes. Temer revogará o decreto e a retificação assinados por Dilma.

O plano do PT

Em maio deste ano, vazou uma resolução do PT sobre a conjuntura política, dizendo que os petistas tinham sido “descuidados” por não terem modificado os currículos das academias militares e por não terem promovido oficiais com “compromisso democrático e nacionalista”.

Indignado, o general Gilberto Pimentel, declarou: “As Forças Armadas são uma instituição de Estado. O erro deles, entre outros, foi ter tentado nivelar o Brasil por governos populistas como Bolívia e Venezuela”. E acrescentou: “se eles queriam encontrar em nossos quadros oficiais socialistas para promover com certeza não iam encontrar de jeito nenhum.”

Equipe República de Curitiba

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